Enquete

 

Olá!

Lembram daquela crônica que citei no post Balanço Mensal? Pois então, como podem ver ela está sendo trabalhada (não vejo a hora de publicar) e gostaria de pedir a ajuda de vocês com uma coisinha beeeem bobinha… o título!! Pensei em vários, mas ao mesmo tempo fiquei em dúvida de todos! 😅 E nada como quem está de fora para opinar com um outro olhar, não é mesmo?! 😬

Fiz uma pequena enquete com alguns nomes que pensei, e aqueles que não gostarem de nenhum e quiserem sugerir outro, o espaço dos comentários está aí para isso! Posso contar com vocês?? 😊

Novo Conto…!

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Boa tarde gatões!

Como passaram o fim de semana? Espero que bem! 🙂 Acabaram os relatos pendentes e só poderei atender na quarta.  Entretanto, esse fim de semana fiquei inspirada para iniciar um novo conto, e novamente vou postar por aqui para vocês, assim não deixo o blog sem postagens e vou praticando meus “possíveis talentos” como escritora rs.

Novamente gostaria de pedir a participação de quem quiser dar palpites nos comentários, é sempre bom saber a opinião alheia sobre as coisas que me arrisco em escrever rs.

Lá vai!

“O PRIMO DISTANTE”

Júlia estava sentada no sofá da sala com um fone de ouvido, escutando Jessie J “Do It Like A Dude” mas ainda assim conseguia ouvir a algazarra que vinha da cozinha. A família estava reunida conversando animadamente sobre vários assuntos, fizeram um jantar de aniversário para seu pai e alguns amigos da família vieram também.

Apesar dela o amar muito, o quê ela mais queria naquele momento era estar num lugar com pessoas da sua idade na maior perdição. Com seus 20 anos e sua carinha de menina comportada, conseguia disfarçar muito bem o quê realmente se passava pela sua cabeça. Quando os amigos de seus pais iam chegando com suas esposas, ela só olhava para os maridos e pensava: “será que eles pagariam para sair com uma garota de programa?” O que era engraçado uma menina como ela ter esses pensamentos, pois era o tipo de mulher que se você visse na rua poderia até pensar que fosse virgem. Não que se vestisse igual uma freira, mas tinha jeito de moça comportada e inocente.

Ela se dava melhor com as crianças e há algumas horas, antes de estar sentada ouvindo tal música e se lembrando do passado, enquanto os adultos jogavam conversa fora na cozinha, ela se entretia com a criançada na sala brincando de “stop”, mas nem as crianças escapavam dos seus pensamentos impróprios. Ela olhava para o menino de 9 anos e pensava: “se ele já é bonito agora, imagine daqui 10 anos?! Mas até lá já estarei quase nos quarenta… Que triste…” 😦

Apesar de estar se divertido com “nome, fruta, objeto…” preferia estar transando com um homem bem gostoso. Só de pensar nisso começou a sentir sua boceta ficando molhada, ahh que droga não poder fazer nada! Por dentro estava entediada e ao mesmo tempo em chamas, por fora sorria docemente para todos como se fosse a pessoa mais feliz do mundo.

A noite tinha ficado bem mais interessante quando um primo lindo que ela só encontrava nesses eventos em família, chegou. Murilo apesar da pouca idade, tinha um corpo de homem, branco de cabelos pretos, muito bem aparados e assim como Júlia tinha um certo jeito de bobo, mas de bobo ele não tinha nada, o quê inclusive ela sabia como ninguém.

Eles sempre conversavam quando se viam, mas assuntos superficiais, não tinham como se aprofundarem em assuntos mais complexos pois moravam longe e sabiam que não iriam virar grandes amigos a distância. Era aquele tipo de relação entre parentes distantes que só se encontravam em datas específicas.

Ela o chamou para brincar de stop também mas ele obviamente recusou e ficou na sala tentando prestar atenção no filme que passava na televisão, vez ou outra olhava para ela interagindo com a criançada, pensando em como ela enganava bem, nem de longe parecia aquela pervertida que uma vez o seduziu.

Para completar o time, meia hora depois chegou Giovanna, uma outra prima distante que tinha um certo desafeto por Júlia. As duas eram o total oposto uma da outra. Enquanto Júlia fazia a boa moça, meiga e recatada, Giovanna era escancarada, não escondia de ninguém que tinha seus pretendentes o quê as vezes causava uma certa admiração em Júlia, por sua coragem e ousadia. Suas diferenças não eram somente na personalidade mas também na aparência. Giovanna era uma morenona linda, olhos cor de mel, cabelo preto, liso e comprido, tinha piercing no nariz e umbigo. Esta noite estava vestida com uma calça jeans colada, marcando bem seu corpo em forma. Cujo corpo não passou despercebido pelo olhar discreto do Murilo.

Já Júlia era loira, olhos azuis, carinha de anjo, cabelos na altura dos ombros, também lisos  e bem cuidados. Aquela noite usava um vestidinho de renda claro.

As duas sempre se tratavam bem mas apenas por educação, internamente sabiam que não combinavam. Para Giovanna, Júlia era uma sonsa e mosca morta, para Júlia, Giovanna era uma vadia oferecida. Entretanto sexualmente falando as duas tinham muito em comum e não sabiam, a diferença era que Júlia era mais reservada, mas gostava tanto de sexo quanto Giovanna.

Giovanna via Murilo com mais frequência pois moravam mais próximos, então para ela a presença dele não era coisa de outro mundo, mas claro, ainda  assim o achava bonito também, como qualquer garota que estivesse na presença dele.

Mesmo com a presença desagradável da Giovanna, a noite ficou melhor para Júlia, pois com a chegada de Murilo se permitiu viajar nas lembranças do dia em que ficaram juntos. Enquanto ouvia repetidamente “Do It Like A Dude” no seu fone, aos poucos já nem ouvia mais as pessoas falando ao fundo, era como se estivesse vivendo de novo aquele momento. Há uns dois anos rolou um pequeno “affair” entre eles, sem que ninguém percebesse, debaixo dos narizes de todo mundo…

Estavam no sofá da casa dele, assistindo filme. No dia anterior tinha ocorrido um churrasco e por morar longe, acabou passando a noite lá, juntamente com Giovanna para que pudessem interagir mais. Então lá estavam os três divindo o sofá e uma latinha de cerveja. Júlia achava que Giovanna estava de olho no Murilo e sentiu uma forte necessidade de marcar o território.

Ela detestava cerveja, mas fingia gostar para ter algo em comum com eles e como Murilo estava sentado entre as duas, toda vez que passavam a latinha de um para o outro, Júlia fazia questão de pousar seus dedos sensualmente sobre os dedos dele, como se fosse sem querer, mas Murilo era homem e sabia perceber quando uma mulher estava lhe dando mole. Começou a fazer o mesmo com Júlia e quando ela percebeu que ele também estava jogando seu jogo, sentiu um frisson de tesão, como aquilo era excitante! Sentir os dedos dele em cima dos seus era mesmo muito sensual, pois sabia que ele também estava com segundas intenções! Ficaram fazendo isso por bastante tempo, até que a cerveja terminasse.

Conforme a noite foi caindo, pegaram um edredom pois estava esfriando. Ela não esperava que Murilo fosse tão recíproco e ficou bastante surpresa quando ele procurou pela sua mão sutilmente debaixo do edredom! Ela deu pulos internamente e pensou: “Toma Giovanna! Você pode ser oferecida mas quem vai levar esse homem sou eu.” A princípio um alisava a mão do outro, mas depois a mão de Murilo subiu para as pernas dela, hummm estava ficando interessante!! O que deixava tudo mais excitante ainda era que ninguém estava prestando atenção no filme, todos os três conversavam entre si e era impressionante como mesmo conversando com a Giovanna, Murilo conseguia disfarçar muito bem e se concentrar nas pernas da Júlia! 😛

De repente, deixando Júlia se sentindo mais vitoriosa ainda, Giovanna anunciou que estava morrendo de sono e que iria dormir!!! Agora sim a calcinha de Júlia encharcou de vez! Só pensando nas coisas que poderiam fazer sozinhos naquela sala! Todos já tinham ido dormir, inclusive a tia delas.

Assim que se viram a sós, sem dizerem uma única palavra começaram a se beijar! Júlia rapidamente pegou no pau do Murilo por cima da roupa e se surpreendeu em como era grande! Fora do normal para um menino tão novo! Ele também não era nenhum ingênuo e começou a apertar a mão no meio das pernas dela, sabia que existia uma safadinha por trás daquela cara de santa e queria descobrir até onde ela seria capaz de ir! Se beijaram muito naquele sofá,  ela se sentou por cima dele e sentir aquele pau roçando na sua boceta só a deixou com mais vontade de sentir dentro! Estava em ponto de bala e queria muito mais! Sugeriu de irem para o quarto dele, pois seria um escândalo se o pegassem transando ali. Ele concordou e foram doidos de tesão!

Logo que entraram ela caiu de boca naquele colosso que ele tinha no meio das pernas! Era mesmo muito grande e grosso, ela adorou sentir aquela cabeça rosinha na sua boca esfomeada, mas devido ao tamanho não conseguiu se prolongar muito no oral. Murilo também caiu de boca nos seios de Júlia e a chupava como alguém que tinha bastante experiência naquilo. Ela queria gemer alto de tesão, mas se conteve apenas com respirações fortes e entrecortadas. Nem se preocuparam com camisinha e Júlia rapidamente sentou  em seu pau começando a cavalgar bem gostoso, enquanto o olhava diretamente nos olhos. Após um tempo porém, queria sentir ele no comando, ser dominada. Sugeriu que trocassem de posição e sem esperar que Júlia terminasse a frase, Murilo a levantou bruscamente e a colocou com a bunda empinadinha para ele na cama! Quando ele entrou bombeando a todo vapor, Júlia teve que abafar um gemido que estava querendo sair, como aquilo estava gostoso! Certo momento ele puxou os cabelos dela para trás e falou em seu ouvido: “eu sabia que você era uma safadinha disfarçada” ela riu com malícia e logo depois ele a deitou de frente para ele, subiu em cima da cama e colocou seu pau dentro da boca dela. Depois de Júlia ter a boca fodida pelo pau do Murilo, dessa vez foi a vez dele de provar aquela bocetinha rosada, chupou sugando toda a sua lubrificação, Júlia se contorcia de prazer e Murilo vendo aquela cena na sua frente, com ela toda aberta para si, não aguentou ficar mais tempo fora dela, a puxou para a beirada da cama, pegou seu pau que já estava latejando e enfiou com habilidade dentro daquela boceta gostosa.

Para Murilo a sensação de prazer vinha duplamente, pelo sentir e pelo visual, olhar para a Júlia enquanto a comia lhe causava uma sensação incrível, aqueles óculos que ela usava lhe concediam um ar de secretária, fazendo aquelas caretas de prazer como uma striper, o contraste era perfeito aos olhos do rapaz.

Quando Júlia estava quase gozando, pediu que Murilo não parasse e ele obediente até acelerou. Ela foi sentindo o orgasmo se aproximando e ficou anestesiada com a incrível sensação, não teve como controlar o gemido dessa vez e gemeu alto, Murilo tapou sua boca e focou no seu próprio prazer ao perceber que ela já tinha gozado, meteu com maior velocidade e gozou gostoso jorrando seu leite dentro daquela bocetinha sem vergonha. Ele se deitou arriado por cima dela e se beijaram com ternura. Assim ficaram até que o pau dele fosse amolecendo e sozinho saísse de dentro dela. Depois deitou ao seu lado e a abraçou por trás, beijando seus cabelos sedosos enquanto comentava: “você hein… Me seduzindo com uma latinha de cerveja…” ela riu, mas nada disse.

Depois de um tempo naquele chamego, ela se virou de frente para ele e disse que precisava voltar para o quarto que estava dividindo com a Giovanna, antes que alguém acordasse, ele a apertou mais para si e disse: “Mas já? Dorme aqui comigo que fica tudo certo” nisso que ele falava ela sentiu seu pau endurecendo de novo e foi difícil manter o auto controle.

Entretanto o casal não teve escolha, pois naquele momento ouviram um barulho na cozinha, e se fosse a Giovana?! Deram um beijo rápido de despedida e ela correu para o quarto certo. Ficou aliviada quando viu que Giovanna estava no quinto sono, mas Júlia não estava totalmente ilesa pois na correria não conseguiu ser tão silenciosa quanto deveria. Sua tia que estava na cozinha ficou desconfiada e foi até o quarto das meninas ver se tinha acontecido alguma coisa. Convenientemente a forma como Giovanna estava deitada, parecia que era ela que tinha acabado de correr e deitado as pressas. Júlia fingiu estar dormindo, mas não teve tempo sequer de tirar seus óculos! Será que sua tia teria percebido tal detalhe??

No dia seguinte, quando estavam todos à mesa para o café da manhã, repentinamente a mãe de Murilo perguntou qual das duas tinham corrido do quarto dele na noite passada. Murilo até se engasgou com o suco que estava bebendo. A tia das meninas era bastante liberal e não perguntou brava, mas queria saber qual das duas seu filho estava “pegando”. Na verdade sua pergunta era mais para confirmação, pois ela sabia que tal atitude só poderia vir da Giovanna. As duas ficaram caladas, mas por motivos diferentes, Júlia não queria revelar que era ela e Giovanna estava achando que aquilo era piada da tia para animar a manhã.

Vendo que nenhuma delas se manifestaram, a mãe de Murilo ficou pressionando Giovanna para que confessasse, estava convencida que tinha sido ela e mesmo que Giovanna negasse, ela não acreditou, nem passou pela sua cabeça que poderia ser a Júlia,  pois além da Giovanna ter se entregado da maneira como estava deitada de qualquer jeito com o pé pra fora da cama, jamais desconfiaria da outra sobrinha conservadora e comportada, como viam a Júlia. “Hahaha fez a fama, deita na cama Giovanna!” Pensou Júlia satisfeita. 😉

“A Subordinada” – Parte 5

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Olá gente!

Mais uma vez como estou em período menstrual, sem poder atender ninguém, para não deixar de postar nada no blog, vamos com a continuação do conto. Sinto informá-los que essa será a última parte (já que Henrique colocou um ponto final na parte 4), aqui só irei dizer como se desenrolou o final dos dois, portanto não terá putaria, desculpem!! 😦

Confesso que o final de uma história é muito mais difícil que o começo e o meio, é difícil fazer tudo se encaixar e ainda ter aquele ar final de “foi uma boa história”, sinceramente não sei se ficou muito bom, vou esperar humildemente os comentários de vocês! Quem se sentir a vontade e quiser comentar as suas impressões no final, por favor comentem! Vão me deixar megaaaa contente participando!! 🙂

Parte 5

Em menos de uma semana, Sara entendeu o que Henrique quis dizer com aquela despedida. Ela foi convocada, assim como os outros funcionárias da mesma loja que ela e de outras também, para participar da tal premiação de vendas que acontecia a cada três meses, já não sendo mais tão novata, dessa vez pôde participar. Sara já sabia a posição que havia ganhado (já que Henrique contava tudo que ocorria nos bastidores para ela), mas ainda assim soube fazer cara de surpresa quando seu nome foi chamado. Mas a surpresa real estava por vir! Anunciaram ali, na frente de todos os presentes a promoção do Henrique! Ele havia sido promovido a coordenador e agora ao invés de supervisionar apenas duas lojas, coordenadoria vinte! Obviamente não trabalharia mais com Sara e sim na sede da empresa.

Ela ficou muito orgulhosa e feliz por Henrique, afinal como profissional o admirava muito e achou que foi merecido independente de terem tido algo, mas ao mesmo tempo ficou um pouco ressentida, afinal porquê ele não dividiu isso com ela também?! Será que na verdade ele se achava tão superior assim para dividir tal feito com ela? Além da falta de confiança dele, também havia o rompimento, só porquê subiria de cargo teria que chutá-la daquele jeito?! Desde quando a relação deles atrapalhou em algo? Sara se sentiu levemente desvalorizada. O que o rolo deles tinha a ver com a promoção?

Ela questionou isso com Henrique depois e ele soube se explicar muito bem, disse a moça que agora que pertencia a um cargo de maior responsabilidade não queria correr riscos de ser prejudicado por qualquer motivo que fosse e se alguém soubesse deles, ele teria muito mais a perder agora.

Mas o quê Sara não esperava, era que Henrique sentisse falta de suas “escapadas” e a convidasse diversas vezes para que se encontrassem e fossem para algum motel, como no seu novo posto de trabalho ele demorava mais tempo para chegar em sua casa, um motel seria muito mais prático para ambos. Sara ficava empolgada, pois apesar dos vacilos de Henrique e apesar da última transa não ter sido boa o suficiente para que pedisse bis, ela sentia vontade de ficar com ele novamente. Mas esses encontros na verdade nunca aconteceram, Henrique sempre ficava enrolado demais no trabalho e Sara se conformou que as aventuras foram boas enquanto duraram.

Eles ainda se falavam, mas era mais coisa profissional, de vez em quando ele mantinha Sara informada das coisas que iriam acontecer, assim como fazia antes. Uma vez ele ligou para ela a noite, Sara atendeu na expectativa de ser algo a ver com sexo, mas ele veio com uma péssima história sobre uma possível transferência dela para outra loja, foi até engraçado, pois mesmo que tivessem uma certa intimidade, ela não demonstrou que detestaria trocar de loja e disse que ele podia contar com ela se fosse preciso. Henrique deixou a informação muito vaga como se a probabilidade daquilo acontecer fosse zero.

Poucos meses depois Sara foi transferida. Agora sim não teria mais nenhuma familiaridade com o que aconteceu estando em uma loja diferente de onde tudo começou.

Sara e Henrique se encontravam diversas vezes em eventos da empresa, ela sempre ficava se sentindo nervosa na presença dele, não tinha como evitar. Henrique já estava acostumado pois Sara não foi a primeira funcionária que ele havia se relacionado, a moça era mesmo muito ingênua se achava que era exclusiva. A propósito… ele providenciou uma supervisora mulher para substitui-lo.

“A Subordinada” – Parte 4

misteriosa

Exatamente um mês depois de escrever a parte 3, estou de volta com o conto para postar a continuidade! Diversos clientes que saíram comigo durante esse tempo me perguntaram se eu não iria continuar com a história e me senti muito lisongeada pelo interesse de todos, muito obrigada mesmo!! 🙂 🙂 🙂

Como foi pedido nos comentários do anteriores, procurei colocar mais detalhes e apimentar mais as partes do “rala e rola”, espero que dessa vez esteja do total agrado de vocês!! 😀

A segunda vez que Sara foi a casa de Henrique, se irritou com ele no início, pois ele estava no bar e não foi buscá-la na estação dessa vez. Ela não sabendo a localização exata de onde Henrique se encontrava acabou tomando a direção contrária do tal bar e quando percebeu o erro ligou para o celular dele furiosa! Começou a discutir, cobrando-o por não tê-la buscado na estação, como esperava compensá-la agindo dessa forma?! Sara só não voltou para casa porquê já era tarde, tamanha sua decepção, nunca que seu namorado a faria passar por aquilo! Quando Henrique chegou aonde a moça estava, também não estava com paciência para ouvir queixas de uma mulher que não era nada dele, não se desculpou e debochou por ela estar dando tanta importância para aquilo. Foram em direção a sua casa com Sara emburrada. Na cabeça dela a bebedeira dele era mais importante que o cavalheirismo de buscá-la na estação, não se faziam mais homens como antigamente, francamente!

Entretanto assim que entraram dentro da sala da casa do Henrique, a raiva da Sara passou instantaneamente! Foi até engraçado a forma como ela se jogou nos braços dele que demorou poucos segundos para compreender que já estava tudo bem de novo, a correspondeu num beijo cheio de pegada e passadas de mão. Ela desceu para seu pau e ainda com Henrique de pé começou a chupá-lo ali mesmo no meio da sala, antes de fazerem qualquer outra coisa, doida de tesão para senti-lo dentro dela de novo! Henrique começou a empurrar a cabeça dela cada vez mais forte, depois bruscamente a colocou no sofá, arrancou a roupa de Sara e caiu de boca naquela bocetinha rosada, Sara só queria que ele metesse, que a comesse o mais rápido possível! Pouco tempo depois de sentir aquela boceta molhada na boca, ele terminou de arrancar as calças e a penetrou na maior sede, ela estava sentada com as pernas pra cima no sofá e ele meteu ferozmente no frango assado, Henrique mostraria pra ela que aquele era ele e não o que mal aguentou dar uma na outra vez. Depois de muito socar seu pau até as bolas se sentou um pouco e a colocou para cavalgar gostoso no seu pau, se era rola o que ela queria era muita rola que ela iria ter! Sara se sentou e cavalgou enquanto se beijavam era muito bom sentir aquele pau inteiro dentro de si! Vendo aquela ninfetinha na sua frente delirando enquanto rebolava no seu pau, Henrique não estava mais aguentando segurar o gozo que se aproximava, sem anunciar a colocou de quatro e meteu com todo fervor de novo! Tão forte que Sara sentiu suas pernas ficarem bambas!! Henrique urrou e logo depois sua porra escorria de dentro daquela bocetinha apertada.

Após aquele sexo delicioso na sala, Sara foi tomar banho enquanto Henrique foi preparar o jantar. Sim, ele cozinhava e muito bem! Sara avaliou que compensava a bebedeira. Quando ela terminou o banho ficou fazendo companhia para ele na cozinha. No notebook dele tocavam algumas músicas de rock das antigas, como por exemplo da banda The Doors e determinado momento depois começou a tocar “This Love” do Maroon 5 Henrique que estava bastante empolgado pela foda que tiveram poucos minutos antes, a pegou para dançar enquanto a comida terminava de cozinhar, aquilo foi muito bem visto pela moça, rodar com Henrique na cozinha com “This Love” ao fundo parecia cena de filme! Será que além de putanheiro Henrique também seria romântico?

Assim como da outra vez, Sara adormeceu antes dele que ficou na sala vendo uma partida de futebol na TV, no canal a cabo. Quando Henrique foi deitar, apesar de estar com um pouco de sono, vendo aquela coisinha gostosa deitada na sua cama reacendeu seu desejo e logo colocou seu pra fora, iria comer de novo aquela bocetinha! Sara acabou acordando com as investidas dele e protestou, estava com sono e não queria ser interrompida enquanto dormia, Henrique não se deixou abater e mesmo com as queixas da moça tentou enfiar seu pau naquela xana adormecida, como Sara estava dormindo e não havia um sequer resquício de lubrificação ali, dificultou a entrada do pau, mas quando entrou Sara despertou na mesma hora, aquilo ficou gostoso e ela agora não queria que ele parasse! Henrique a comeu no frango assado até que gozasse, não iria exigir muito dela com troca de posições, já que estava sonolenta, vendo a gemer com seu pau entrando e saindo já o deixava louco.

Pela manhã teve mais, Henrique estava imbatível em sua missão de se redimir! Ela estava deitada de lado e ele veio por trás roçando seu pau na bunda dela, Sara que já estava quase acordando gostou daquilo e começou a corresponder rebolando sua bunda a cada esfregada dele. Logo ele tirou sua calcinha e a comeu de ladinho, a beijava por trás no pescoço e metia ora rápido ora suave, enquanto ele a pegava por trás daquela forma, ela deixou escapar um: “desse jeito você vai me deixar louca”. Sara não queria admitir, mas sim, estava começando a ficar balançada por Henrique. Porquê as mulheres tem que misturar as coisas?

E assim foi indo o relacionamento dos dois. Não era nada sério, ele tinha ciência que ela namorava e gostava disso, não queria nenhum compromisso também, mas Sara, em seu interior estava ficando cada vez mais envolvida, onde até cogitou terminar seu namoro.

No dia em que tomou coragem e pediu um “tempo” para seu namorado, por castigo (ou não), Sara foi assaltada! Logo que estava segura, a primeira pessoa para o qual telefonou foi para seu namorado, mas como esse estava ressentido pelo tempo que ela havia pedido, não a atendeu. Desamparada  a moça ligou para Henrique, que a atendeu prontamente!

Mas o que pareceu ser bom, acabou sendo péssimo! Visando apenas o lado profissional, Henrique não queria que Sara fizesse boletim de ocorrência na delegacia, já que por conta disso teria que se ausentar de suas funções na loja e até pediu a ela que fizesse o boletim pela internet, como se ela tivesse perdido suas coisas e não sido furtada. Aquilo foi o cúmulo para Sara, afinal poderia ter lhe acontecido coisa bem pior e ele queria que ela passasse por desatenta com suas coisas?? Não mesmo! No dia seguinte com o apoio de seus colegas de trabalho, em seu horário de almoço foi até a delegacia mais próxima e ficou algumas horas lá fazendo os procedimentos necessários. Quando saiu da delegacia e foi de fato almoçar, seu namorado foi vê-la, ele foi o total oposto de Henrique, demonstrou tanta preocupação e cuidado que naquele momento Sara soube a resposta em seu coração de com quem ela deveria realmente ficar.

Sara e Henrique esfriaram por um tempo depois disso. Henrique tinha percebido que Sara estava ficando mais envolvida antes do assalto e não queria esse tipo de compromisso, então vendo que ela se afastou não deu importância.

Passou-se um bom tempo, até que Henrique a chamasse novamente para ir a sua casa, disse a moça para deixar os ressentimentos de lado pois seria a despedida, que dali em diante não poderia mais ficar com ela. Sara refletiu bastante e acabou aceitando, sua raiva tinha passado e estava com saudade daquele sexo gostoso que ele fazia, aceitou o convite.

Impressionantemente aquela transa não foi nada prazerosa para Sara e ela não soube dizer para si mesma o porquê, tanto que em determinado momento até doeu pois não conseguiu ficar muito lubrificada. Henrique estava de mistério para revelar o real motivo do porquê aquela seria a última vez, coisa que nunca ocorria, sendo que uma das vantagens de se envolver com ele era saber de todas as coisas que iriam acontecer na empresa ou nas lojas antes mesmo que acontecessem, ele dividia tudo com ela, sempre a deixava por dentro das novidades e no entanto agora estava de segredos como se a relação deles por mais descompromissada que fosse não existisse nenhuma confiança.

O que será que Henrique estava escondendo de Sara? Será que realmente nunca mais a procuraria para suas “escapadas”? 😮

Quero saber os palpites!! 😛

“A Subordinada” – Parte 3

misteriosa

Sara não estava em um bom momento no seu relacionamento, quando resolveu ir para a casa do Henrique, durante a noite de um fim de semana. Seu namoro estava por um fio, e ela queria extravasar. Como em um filme de aventura e sexy, colocou para tocar no mp3 do seu celular “Problem” da Natalia Kills cuja letra tinha tudo a ver com o momento, e pegou um ônibus até a estação de metrô. Não sabia o que seria, não tinha certeza se estava agindo certo, mas ela merecia essa adrenalina, e também sentia uma forte atração pelo Henrique, o que a motivou ainda mais. Quando desembarcou na estação, passou em um bar e comprou uma garrafa de Smirnoff Ice, precisava relaxar, estava tensa com o desafio. Iria demorar mais um pouco durante todo o percurso, já que Henrique morava um pouco longe. Quando desembarcou na estação em que ele residia, Henrique já a esperava na catraca.

Ele a elogiou, dizendo que estava linda, e caminharam um pouco até a casa dele. Henrique continuava sendo agradável como sempre. No caminho pararam em uma pizzaria, pois Henrique queria comprar umas cervejas para si, e perguntou se ela estava com fome. Sara mais uma vez com vergonha de lhe dar qualquer gasto, respondeu qualquer coisa. Ele acabou comprando, pensando que depois de suas “atividades” poderiam ficar com fome. Quando chegaram em frente ao portão da casa dele, Sara ficou sem jeito, como se fosse ela que estivesse o levando para conhecer sua própria casa. Ele abriu o cadeado, entraram e se direcionaram as escadas. Havia um carro na garagem que Sara não soube identificar qual seria, e se perguntou se seria dele. Quando ele abriu a porta, realmente aquilo não era o que ela esperava. Ele não residia em dois cômodos como Sara imaginava, a casa era até grande demais para uma pessoa que morava sozinha. A entrada dava numa sala, depois seguia um grande corredor, seguindo pelo corredor você tinha acesso ao quarto, banheiro e no final dele a cozinha com a lavanderia. Ele disse aquela frase de praxe que todos dizem quando levam visita em casa: “Não repara na bagunça” e como se tivesse lido os pensamentos de Sara, perguntou:

– Pensou que fosse só um cômodo com banheiro, né?

Ela riu, mas negou. E sim, realmente pensou exatamente isso! Como ele adivinhara?

Entraram, e nada aconteceu. Ela esperava que começassem a se beijar e que rolaria naquele exato momento, mas Henrique estava tranquilo, sabia como tratar uma mulher e não bancaria o esfomeado. A convidou para comer a pizza que havia comprado, e Sara sem jeito, acabou aceitando, mas comeu empurrando, tamanha era sua vergonha que a visse comendo. Quando terminou, conversaram bastante sobre trabalho, Henrique gostava muito do que fazia e mostrou para a moça, vídeos de inauguração da loja em que ela trabalhava. Sara, por ser funcionária nova estava com todo o gás, ficou muito empolgada com tudo que ele lhe mostrava no computador, e nem parecia que tinha ido até lá para fazerem outra coisa.

Entretanto certa altura da noite, Sara começou a ficar impaciente, afinal, porquê não começavam logo? Que tanto papo de trabalho era aquele?? Ele só bebia cada vez mais, e ela chegou a cogitar que talvez ele não estivesse tão interessado assim e que se estava bebendo tanto era pra tomar coragem. Disposta a agilizar o processo, começou a atiçá-lo, perguntando em que momento iriam “ficar juntos”, Henrique procurando se desvencilhar da situação, repetia sempre a mesma coisa “Calma Sara…” ela estava ficando irritada, não acontecer no momento em que chegaram já foi estranho, agora toda aquela enrolação, após horas e horas falando de trabalho, já era demais!! Henrique percebendo a insatisfação da moça, a pegou no colo e a levou para o quarto, a colocou na cama e resolveu provocá-la ainda mais, se demorando a começar. Ela só faltou implorar para ele começar logo. Sara não parecia mais a mesma pessoa do feedback que disse a si mesma que não se interessaria por ele. Com ele ali, diante dela, quase nu, não parecia mais aquele homem feio e sem nenhum atrativo, parecia um homem muito atraente e que lhe causava muita excitação, o beijo dele ainda não era bom como ela gostaria que fosse, mas aprendeu a se deliciar com ele independente de como fosse.

Henrique a chupou nesse momento, mas o que Sara queria era outra coisa, queria senti-lo duro dentro dela, então mesmo que o sexo oral estivesse bom, pediu que ele se apressasse. Quando ele finalmente a penetrou, novamente ela se sentiu no céu! Transar com Henrique lhe causava uma sensação diferente, ela não sabia explicar, era muito prazeroso! A forma como entrava, como saía, como pegava velocidade, Sara, estava em êxtase, como se tivesse usando uma droga proibida. Ele era bom naquilo, a penetrava com força e agilidade, mas algumas vezes reduzia a intensidade, ela sentia tesão por ele ser seu chefe e por estar sendo sua naquele momento. As posições sempre variavam, mas nunca Henrique a comia no papai e mamãe, a preferida dele era com ela de quatro, então revezavam entre essa, ela por cima e frango assado. Como todo homem que tem vontade de fazer sexo anal, ousadamente ele pediu, mas Sara recusou, e respeitosamente ele não forçou a barra.

Quando Henrique ejaculou, um tempo razoavelmente depois, Sara queria mais, ela não tinha chegado ao orgasmo, mas queria que continuasse não por isso, mas sim pela diferente sensação que sentia durante o sexo. Henrique que já estava mais para lá do que para cá com tanta bebida que ingeriu, não aguentou mais uma naquela noite. Deixando Sara mais uma vez desapontada. A moça adormeceu antes dele. Durante a noite, Sara não dormiu muito bem, sonhava que a ex namorada de Henrique, chegava e pegava os dois no flagra.

Na manhã seguinte, Henrique foi muito gentil, preparou o café da manhã para Sara e lhe serviu bisnaguinhas rs. Enquanto Sara comia, Henrique que já havia tomado o seu enquanto ela tomava banho, ficou recostado na porta da cozinha que dava para a área de serviço, fumando seu cigarro. Sara o olhava e o achava mais bonito do que jamais achara. Ele estava vestido com uma roupa comum, de camiseta e bermuda, era um magro muito atraente ela pôde constatar. Após o café, Sara, foi se ajeitar para ir embora, percebeu que Henrique não estava empolgado para mais uma rodada, e resolveu que já era hora de ir. Ainda sentindo um leve desapontamento pela noite anterior, pois apesar de ter sido incrível o “durante”, ela queria ter feito mais vezes, e Henrique deixou a desejar. Sara nunca gostou, nem se envolveu com homens que bebiam, e pôde perceber que devido a bebida, sua performance não tinha sido tão duradoura como esperava. Deram mais alguns beijos e ele a levou até o portão. Henrique não a acompanhou até a estação, pois como era dia, alguém da empresa poderia vê-los, não que ele morasse próximo, mas todo cuidado era pouco.

Após aquele dia, Sara desanimou em relação ao Henrique. Ela havia gostado de ficar com ele, mas não foi o que esperava de fato. Ele demorou muito naquela noite para tomá-la como mulher, e bebeu tanto que só fizeram uma vez. Decidiu que ia deixar para lá e até mesmo firmou seu namoro.

Henrique percebeu que Sara estava mais distante, e sabia que tinha sido culpa da sua bebedeira. Não queria que ela ficasse com aquela impressão, pois sabia que podia fazer muito melhor. Então na semana seguinte, quando calhou de ficarem sozinhos na loja, e estavam na cozinha interna, começou a beijá-la! Sara tentou se esquivar dizendo que não queria, mas Henrique a ignorava, ele sabia que tinha um poder de sedução sobre ela e acabou conseguindo vencer as barreiras da moça. Novamente transaram e Sara, de novo sentiu aquela sensação fantástica de quando ele a penetrava.

Aproveitando o momento pós sexo, Henrique pediu que ela fosse de novo até sua casa, dizendo que dessa vez seria melhor, e que sabia que ela não tinha curtido muito da primeira vez, mas que queria compensá-la…

Será que mais uma vez, Sara vai se aventurar com Henrique? 😉

“A Subordinada” – Parte 2

misteriosa

Primeiramente gostaria de agradecer a participação de algumas pessoas na primeira parte! Obrigada pelos “que bosta”, “gostei!!!” e pelo último textão rs, achei que fosse ficar no vácuo rsrs, obrigada mesmo pelos comentários!! 🙂 Logo abaixo continuo com a parte 2, e quem quiser e puder participar nos comentários também (ou de novo), vou adorar!! 🙂

Parte 2

No dia em que foi encontrá-lo, Sara mentiu para seu colega de trabalho que ia encontrar uns amigos, já que nunca se trocava no serviço para ir embora. Foi vestida bem menininha, usou uma calça jeans rosa bebê, sapatilha, uma blusinha xadrez e casaquinho preto. Estava bastante ansiosa. Quando se encontraram à uma estação dali, ele a levou para uma daquelas lanchonetes estilo padaria, só que sem o pão, sabem? Sara ficou levemente desapontada pois ele havia dito “barzinho”, e não achou aquele lugar apropriado para um encontro. Mas obviamente guardou suas queixas para si. Ele pediu cerveja, e ela optou por Smirnoff Ice. Henrique atenciosamente perguntou se ela gostaria de comer algo, mas a moça estava envergonhada em lhe dar algum gasto e recusou brevemente.

Conversaram bastante sobre trabalho, afinal era o que tinham em comum. Ele lhe contou dos seus outros subordinados, falando de suas personalidades, qualidades e defeitos. Contou de suas funções e responsabilidades como supervisor, de como funcionava as premiações, e ela não achava chato aquele assunto, ouvia tudo com muito interesse, pois para ela era bom estar por dentro do que acontecia no seu ambiente de trabalho. Ficaram um bom tempo conversando sobre isso, até que Henrique começou a mudar o foco da conversa para o lado pessoal.

Certo momento o celular de Henrique tocou. Era a namorada. Sara só ficou observando ao vivo um cafajeste entrar em ação. Ele disse a namorada que estava tomando umas “brejas” com o pessoal do serviço, a mulher do outro lado da linha, pelo jeito não acreditou, e estava bastante desconfiada (e com razão) pois ele a respondia com frases como: “claro que não, vai começar com esse ciúme?!” ela não desligava nunca, e Sara em nenhum momento ficou com raiva da moça, ela só pensava “homem nenhum presta”. Sabia que tinha sua parcela de culpa, mas não podia fazer nada a respeito.

O momento em que aconteceu o primeiro beijo entre eles, não foi nada de especial. Estavam sentados na mesa, Henrique achou que já tinham papeado o suficiente, e Sara sentiu o gosto da cerveja em sua boca. Para ele foi bom, para ela, nem tanto. Na verdade ela não curtiu nada o beijo de Henrique, mas dada as circunstâncias não se importou, só ficou um pouco desapontada.

Quando resolveram que era hora de ir, pararam em um lugar qualquer na rua para se beijarem mais, e ele lhe perguntou, na lata:

– Sara, seja bem sincera comigo. Você está ficando comigo só porque sou seu chefe? Você espera tirar algum proveito disso?

Sara foi surpreendida pela forma direta como ele lhe perguntou, mas não pestanejou em responder:

– Claro que não.

Era verdade que se ela o conhecesse em outra circunstância, talvez nunca tivesse surgido algum interesse. O fato dele ser seu chefe contribuiu muito! Não por querer tirar algum proveito disso, mas porque tinha uma fantasia, como se fosse um fetiche, que era ficar com alguém numa posição de poder acima da sua, se sentir submissa. Perante a resposta dela, Henrique voltou a beijá-la, até que o celular dele tocou. Novamente a namorada ciumenta. Dessa vez deu mais trabalho para ele desligar, a moça do outro lado da linha, não acreditava em nada do que ele dizia. E com aquela linda jovem na sua frente o rapaz estava pouco se importando se seria pego ou não. Após finalizar a ligação se voltou para Sara, e não muito depois disso, foram andando até a estação de metrô enquanto conversavam. Quando chegaram na estação, Henrique se deu conta que tinha feito uma grande merda! Seu celular não tinha desligado! Sua namorada ouviu toda a conversa dos dois e estava se sentindo arrasada, traída e furiosa! Quando ele percebeu já era tarde demais. Ela havia percebido que ele estava ficando com uma funcionária e mandou mensagens furiosas esculachando o caráter de Henrique. Ele ficou triste por ela, que tinha passado por aquela situação humilhante, mas por ele estava pouco se importando. Há tempos se sentia sufocado com tanto ciúme, e achou que já estava mais do que na hora de acabar com aquela relação. Ao entrarem na estação, Henrique se sentia desinibido e despreocupado, ficaram trocando alguns beijos em público, sem nenhuma preocupação que alguém os vissem. Já era 23h00 e devido ao horário ficaram menos receosos. Sara, estava começando a ficar excitada com toda aquela situação, mas recusou o convite de Henrique para irem até sua casa. Ele também estava excitado e queria terminar a noite com glória. Ela sabia que não pegava bem transar logo no primeiro encontro, ainda mais sendo com seu chefe, então não aceitou. Sara só tinha um mês de empresa.

No dia seguinte, ele foi para a loja. Claro que iria, a recusa da moça na noite anterior só tinha o deixado com mais vontade, e após o expediente ela não lhe escaparia! Quando todos foram embora, calhou dos dois ficarem sozinhos. A loja já estava fechada, e Sara estava fazendo a conferência do caixa. Quando terminou, Sara foi até a parte interna da loja, que continha uma cozinha e um banheiro, ajeitar as suas coisas para ir embora. Ao sair do banheiro, se deparou com Henrique a esperando casualmente na cozinha, como se também estivesse fazendo algo e até fingiu beber um copo de água, quando Sara se aproximou da pia, para beber água também, ele a prensou na pia. Sara não estava muito interessada, pois não tinha gostado do beijo, mas ele era persistente e aquela situação acabou virando o jogo a favor de Henrique. Ela acabou se deixando levar, e começaram a se beijar. Dessa vez os beijos foram mais ardentes e ele começou a apalpar a bunda de Sara por cima do vestido do uniforme. Logo a arrastou para a mesa e tentou despi-la. Como o vestido era bem justo, Henrique só teve o tempo de abaixar o zíper, estava com seu pau pulsando e não podia esperar mais! Se sentou em uma cadeira e pediu que Sara sentasse em seu pau de costas para ele! Sara estava muito excitada e não pensou se ele era seu chefe, se estavam dentro do ambiente de trabalho, se ainda estava na experiência, se aquele era um segundo encontro, e nem o que ele iria pensar dela depois. Ela só pensava no momento, e que era muito prazeroso. Quando ele a penetrou e começou a conduzir seu corpo para cima e para baixo, sentiu uma das sensações mais incríveis da sua vida! Talvez fosse o perigo, a submissão ou a novidade mesmo. Ele meteu por um tempo considerável naquela posição até que resolveram trocar. Tentaram no chão, mas era desconfortável para Henrique ficar por cima dela naquele chão duro, então pediu que ela ficasse de quatro em uma cadeira. Sara ficou com os joelhos doloridos da cadeira dura no qual se ajoelhou, mas não se importou, o prazer era maior! Apesar de não chegar a um orgasmo, ela estava se deliciando com aquele sexo no trabalho. Quando Henrique ejaculou, foi passar uma água no seu pau, na pia do banheiro, enquanto Sara ajeitava sua roupa, que não teve tempo de sair totalmente do corpo. Quando Henrique voltou, ambos ficaram sem graça, e mediante ao silêncio constrangedor, ele disse, com sua voz ecoando na cozinha:

– Não precisa ficar diferente não hein Sara, isso não vai mudar em nada.

Ela concordou dizendo o mesmo. O medo dele era que o ocorrido prejudicasse a performance dela no trabalho, já que era uma de suas melhores vendedoras, e o medo dela era como ele poderia tratá-la dali para frente. Será que a trataria com respeito? Será que a mandaria embora tamanha fora sua falta de profissionalismo em menos de dois meses? Saíram da loja em silêncio, agindo como se nada tivesse acontecido. Durante o caminho até a estação, percebendo que Sara continuava calada, Henrique tentou puxar assunto, novamente dizendo para ela ficar tranquila que ele não faria nada que a prejudicasse por conta do ocorrido, e até arriscou perguntar se ela tinha curtido. Sara lhe deu uma resposta positiva. Ela não sentia culpa, só tinha receio das consequências. Ele se mostrou bastante satisfeito com o que ocorreu e ainda a convidou para ir para a sua casa, pois nada como uma cama para terem mais conforto, além do quê esperava fazer com que a moça também chegasse ao orgasmo, não se sentia bem sabendo que somente ele tinha conseguido.

No dia seguinte para a surpresa de Sara, ele cumpriu com o que disse e a tratava da mesma maneira como antes, com gentileza e simpatia. Ela as vezes até esquecia que ele era seu chefe e ao se dirigir a Henrique, parecia mais íntima do que deveria, e ele inclusive lhe deu um alerta quanto a isso, para que os outros funcionários não percebessem.

Eles continuavam trocando mensagens a noite, e Henrique ainda queria levá-la para sua casa para poder aproveitar mais que uma “rapidinha”. Ela sempre dava um jeito de recusar, pois ao mesmo tempo que queria, não tinha essa coragem. Uma coisa era ela ficar com ele em um ambiente familiar e que poderia ir embora a qualquer momento, e outro era ir para a casa dele e passar a noite.

E aí, será que Sara vai aceitar ir até a casa dele?? 😮

“A Subordinada” – Parte 1

misteriosa

Enquanto continuo off, gostaria de postar para vocês um conto erótico que escrevi. Postarei alguns capítulos esporadicamente e gostaria de verdade que me dessem a opinião de vocês nos comentários, sobre o que estão achando, se a história os prende, se acham interessante, podem criticar também, quero que sejam sinceros! 🙂

Parte 1

“Meu Deus como esse homem é feio! Nunca me interessaria por um cara desses” – Sara estava recebendo um feedback do seu novo chefe. Com seus 22 anos tinha conseguido um ótimo emprego e trabalharia com vendas. Estava muito feliz, realizada, e aquela era sua primeira semana. Seu chefe, que era alto, magro e doze anos mais velho, aos seus olhos não tinha nada de interessante, nariz grande, boca extremamente pequena, e beleza era mais um quesito que lhe faltava. Se lembrava da primeira vez que o viu, quando fez uma breve entrevista após ser pré aprovada pelo RH, e o achou estranho com uma forma tão agitada de falar, enquanto explicava como seria sua rotina e horários. Mas logo percebeu que ele parecia ser muito gente boa, em comparação ao seu chefe anterior que era um carrasco.

Conforme os dias foram passando Sara, se sobressaía muito bem em suas funções, e o Henrique, seu chefe, a elogiava bastante. Era muito bom ver seu trabalho sendo reconhecido, e isso só fez com que Sara ficasse cada vez mais satisfeita e motivada. Ela não soube explicar quando aconteceu e como foi. Talvez fosse a convivência, por ter percebido que ele era muito simpático com todos e nem parecia chefe e sim amigo, que começou a pensar secretamente na sua mente devassa, como seria ficar com ele. Obviamente não estava apaixonada, pensava mais como uma grande aventura sexual. Sempre ouvira histórias de mulheres que ficavam com seus chefes, e achava um tanto sexy uma situação dessas. Como Henrique supervisionava outras lojas também, não era todos os dias que ele ia para a loja em que Sara atuava, mas quando ia, e sentava uma mesa após a dela, Sara prestava atenção nas coisas que ele dizia, e conseguiu perceber que ele não tinha papo de homem casado, pôde reparar também que ele não usava aliança, e começou a cogitar se sua aparência o prejudicava tanto assim com as mulheres.

Até que uma noite, acabaram indo embora juntos, andando até a estação de metrô mais próxima, e sentiu a maior curiosidade em saber mais sobre aquele homem. Sara então lançou a primeira pergunta, da maneira mais casual possível:

– Henrique, você mora sozinho? Tenho um amigo que está querendo sair de casa, mas eu vivo dizendo pra ele tomar cuidado, pois imagino que morar sozinho deve ser a maior barra, imagina, arcar com tudo sozinho, móveis, aluguel e tudo mais…

– Moro. É realmente no começo não é fácil. Minha família mora em Santos, e vim de lá muito cedo, vim sozinho, mas deu pra me virar.

– Nossa você veio sozinho?? Quantos anos você tinha?!

– Tinha meus vinte e poucos. Fiz faculdade aqui, no começo fiquei morando com um amigo, rachávamos os gastos, até que uma hora pude arcar sozinho, em uma casa só para mim.

Nessa conversa, Sara pôde descobrir que ele morava de aluguel, e já imaginou uma casa com apenas dois cômodos e um banheiro, como muitos solteiros vivem. Não perguntou se ele namorava, pois achou que seria inapropriado, mal o conhecia e essa era uma pergunta pessoal demais. O que havia descoberto até então estava de bom tamanho. Pelo menos por enquanto.

Certo dia, seus colegas de trabalho iriam participar de uma premiação de vendas, ela por ser nova, não poderia ir, e foi solicitado pelo Henrique que cumprisse o restante da carga horária em outra loja. Nesse dia, Sara trabalhou mais tempo do que deveria, e quando ainda estava no ônibus voltando para casa, Henrique lhe mandou uma mensagem no celular, a agradecendo por ter ficado até mais tarde, que não precisava, e que ela estava de parabéns pelo trabalho que estava fazendo. Ao ler aquilo, ela imediatamente pensou: “nossa como ele é rápido! Como sabe que fiquei até mais tarde se não estava lá?” Eram tantos elogios vindos dele que ela consequentemente foi ficando mais encantada, e começou a reparar também que apesar de não ser bonito, ele tinha charme. Isso, ele era charmoso!

Tudo se desencadeou numa noite em que ela estava em sua casa, e ele lhe mandou alguma mensagem falando sobre o trabalho, a conversa seguiu normalmente, até que ele se despediu, dizendo que iria ver o jogo. Ela querendo que o papo se prolongasse, perguntou interessada: “que jogo? Em que canal?” Ele disse, e como ela também tinha TV por assinatura, encontrou facilmente o canal mencionado e descobriu para qual time ele torcia, mais uma descoberta, ponto para ela! Henrique percebeu o interesse da moça em prolongar a conversa, não se despediu mais, e continuaram conversando. Ele estava no sofá de casa, assistindo ao jogo, tomando cerveja e conversando com ela. Tudo que ela respondia, ponderava suas palavras, não queria passar uma má impressão e tinha medo de que quando o visse na loja, lhe aplicasse alguma advertência por ser abusada em conversar com ele aquela hora da noite. Conversaram até de madrugada, e havia um sútil flerte ali. Ele muito sorrateiro, em certo momento da conversa, disse a moça:

– Você é gatinha, mas eu já sou comprometido. Desculpe mas tô sendo sincero.

Ele estava jogando com ela. Realmente era comprometido mas aquela altura isso não fazia a menor diferença para ele. Queria ver qual  seria a reação dela e com sua resposta saberia se ela tinha caído na sua rede ou não. Ela respondeu, que ele se achava, e quem disse que ela estava interessada nele? Ele debochou, sabia que estava interessada sim. Sara foi se sentindo cada vez mais segura na conversa, principalmente quando ele pediu que toda a conversa que estavam tendo ficasse em sigilo, e acabou devolvendo a frase de Henrique, certo momento depois:

–  Eu também te achei gatinho, mas também sou comprometida. Só estou sendo sincera.

Que ela o achava gatinho não era verdade, mas precisava desse álibi para mostrar que estavam falando a mesma língua. E sim, era comprometida, mas queria um pouco de aventura e aquilo era muito emocionante. A conversa que se seguiu foi de mais flertes. Nada muito escancarado nem besteiras sexuais foram ditas, mas eles sabiam que para isso só seria uma questão de tempo.

No dia seguinte, que era um domingo,  ele se comportou como aqueles jovens irresponsáveis, que depois de tudo insano que fazem jogam a culpa na bebiba ingerida.

– Nossa eu tava muito chapado ontem! Tava lendo a nossa conversa aqui e ri demais! Apaga a conversa hein!

Sara sabia muito bem o que aquela frase queria dizer, e tinha mil significados. Ele não estava tão chapado assim, pois se fosse o caso, não teria coordenação motora para digitar tudo que conversaram, mas estava alcoolizado sim, pois estava desinibido com tal situação. Mas agora estava com remorso e medo que ela usasse aquilo contra ele. Talvez até tenha chegado a conclusão que não estava tão interessado assim, e não queria que ela ficasse com uma impressão errada. A vontade de Sara era de responder algo mal criado. Se sentiu usada, igual aquelas mocinhas que transam com um homem em uma noite e no outro dia são descartadas. Mas se conteve afinal, ele era seu chefe, e se era isso que ele queria, ela entraria no jogo.

– kkkkkkkk pode deixar, já apaguei.

E não se falaram mais durante a tarde. A noite, acredita ela que após ele beber mais cervejas, a contatou como se o recado dado mais cedo, não tivesse acontecido e novamente ela entrou no jogo dele.

Quando ele apareceu na loja, pela primeira vez depois de suas conversas, ambos agiram normalmente. Se tratavam com respeito, e se comportavam como se nada tivesse acontecido. Ela o via com maior interesse, e começou a achar que ele não era tão feio assim afinal.

Mesmo nos dias em que Henrique não ia para a loja, se falavam quase todas as noites, e sempre era ele que a procurava começando com um “boa noite”. Ele contou a Sara que tinha uma filha adolescente que era 6 anos mais nova que ela, não era um pai muito próximo devido a distância. Henrique possuía dois anos de empresa, e namorava há um ano, com uma mulher do seu antigo trabalho, que era linda e loira (durante a conversa enviou fotos da filha e da atual namorada para que Sara visse). Após ver a foto da namorada dele, no seu íntimo, Sara não entendia como ele, que não era nenhum galã, tinha uma namorada tão bonita.

Certa noite Henrique a convidou, por mensagem, para irem em um barzinho. Sara aceitou de boa vontade, e ele que não estava acostumado a conseguir as coisas tão fáceis, tirou um sarro da resposta da moça, dizendo:

– Como você é fácil! Nem pra dizer um “vou consultar minha agenda”.

“Que abusado! Além de eu ter aceitado sair com ele!” Pensou Sara, já ficando envergonhada. Mas diante de toda a situação, se estava na chuva era pra se molhar e se fosse pra bancar a difícil que nem tivessem conversado sobre assuntos pessoais desde o princípio então.

E aqui encerra o primeiro capítulo… No próximo, será quando Sara se encontra com Henrique no tal barzinho…

E aí?? O que acharam?? 😛