Cruzeiro com o Organizado – 5° Dia!

Novamente precisei apressá-lo pela manhã, mas dessa vez meu humor estava 100% melhor rs.

Organizado (o chamei pelo nome), hoje você que irá escovar os dentes primeiro. Então já levanta.

Continuou dormindo.

Organizado, não vou falar de novo. Se você não levantar logo, iremos perder o passeio.

Concordou, mas não se levantou. Eu até poderia deixar para lá, afinal também estava morrendo de sono, (e o interesse maior deveria ser dele que pagou pelo passeio), mas como eu estava bastante curiosa pelo passeio de barco que faríamos, novamente fiz minha última tentativa:

Organizado, vai escovar os dentes logo, vamos perder o passeio!!

Daí ele foi, mas continuou lerdando enquanto se arrumava rs. Pressionei dizendo que se ele continuasse vagarosamente, eu iria tomar o café da manhã sozinha, mas não ajudou muito rs.

De todos os passeios durante a viagem, acho que esse foi o que menos aproveitei durante o trajeto. Eles fizeram um percurso mais longo que o habitual para mostrar mais um pouco da cidade, com uma única parada em uma igreja (até brinquei que não aguentava mais passeio com parada em igreja rs).

Planetário

E como eu estava com muito sono acumulado dos últimos dias, cochilei bastante até chegarmos no destino final (que levou mais de uma hora).

Ao chegarmos na Estação Fluvial de Tigre, a guia de turismo nos deu meia hora para andarmos pelo local (que nem tinha tanta coisa para olhar), e aproveitamos para chupar um sorvete.

Fomos um dos primeiros a entrar no barco, e pudemos escolher entre ficar dentro ou na parte de cima dele. Como o dia estava muito quente, nós, assim como a maioria das outras pessoas do nosso grupo, optaram por ficar na parte de dentro, já que era um barco muito moderno, com ar condicionado e Wi-fi! A voltinha que demos foi de 1h!

No caminho de volta para o navio, sentamos nos últimos bancos do ônibus para podermos namorar. 🤗 Nos beijamos, apalpamos a parte íntima um do outro, e arrisquei uma chupada escondidinha sem que ninguém visse! (Estava mesmo inspirada rs.) Até sentei nele (por cima da roupa, obviamente), e dei duas reboladas, enquanto os demais passageiros permaneciam alheios a nossa perversão rsrs. 😈 Ele ainda brincou: “Agora você pode colocar lá no seu blog que fez um ‘trelelê’ nas ruas de Buenos Aires”. 😏

Já no navio, a intenção era continuarmos de onde tínhamos parado, mas quando chegamos no quarto, de repente bateu aquela fome (de comida mesmo rs), e como estávamos fora do horário de almoço do restaurante chique, nos restou ir para o bandejão.

Nos desencontramos durante o almoço (eu peguei as coisas numa ponta do restaurante, e ele na outra), e almocei praticamente sozinha, só me encontrou quando eu já estava terminando a refeição. 😔

Depois fomos no SPA para eu agendar manicure e pedicure (consegui para o mesmo dia, apenas o pé). Depois fomos pegar um sorvete e então voltamos para o quarto colocar nossas roupas de banho, para na sequência curtirmos a jacuzzi. 🤗

Porém, ao entrarmos no quarto, fiquei afim de transar! 😈 E enquanto ele terminava seu sorvete, já fui me despindo e deitando na cama. O aguardei de bruços. Quando ele veio, se deitou por cima de mim, e ficou roçando seu pau no meu corpo, ao mesmo tempo em que me beijava e acariciava. 💕

Ficou assim por uns bons minutos, até que me virei de frente. Daí ele despiu minha lingerie, se dedicou a minha menina por um bom tempo com sua língua e então encapou o dito cujo, ao que eu quase implorava para que entrasse logo dentro de mim. 🔥

E essa foi a primeira vez na minha vida que gozei sem me masturbar! 😱 Mas não gozei só com a penetração em si, na verdade, foi a posição que favoreceu para que o seu corpo roçasse no meu clitóris enquanto ele estocava. 😯

Eu estava deitada de barriga para cima com as pernas rentes a cama, como se eu estivesse dormindo (ou seja, não fiquei de pernas abertas). Fiquei impressionadíssima com o resultado! 😍 Depois que gozei, revezamos as posições umas duas vezes, até que ele gozou quando estava no papai e mamãe novamente. 🤤

Daí ficamos deitados por um bom tempo curtindo o pós-sexo, e acabei pegando no sono. 💤 Vocês acreditam que o danadinho me fotografou (com o meu celular) enquanto eu dormia?! 😉

Acordei próximo do horário agendado para fazer as unhas, assustada com os hóspedes do quarto ao lado discutindo em outro idioma. Houve até uns barulhos intimidadores, o que nos deixou um pouco preocupados. Cogitamos chamar algum funcionário do navio, mas achamos mais prudente não nos envolvermos.

Ele me acompanhou até o SPA e combinamos de depois nos encontrarmos na jacuzzi, que ele estaria lá. A manicure era cubana. Me sentou numa poltrona alta e acomodou os meus pés numa banheira. A água estava quente demais. Durante todo o processo, intercalou cremes e esfoliante, e também usou toalhas quentes nos meus pés (quentes até demais). Levou uma hora para finalizar tudo. Não fiquei muito satisfeita com a cor do esmalte que escolhi (rosa bebê), mas tudo bem. Nem sempre acertarmos nas nossas escolhas. 😉

Depois me encontrei com o Organizado na jacuzzi, conforme combinamos, conversamos um pouco (ele dentro da água e eu fora) até que voltamos para o quarto. Tomei meu banho e depois descemos para jantar (mega) atrasados. Não fomos muito bem recebidos pelos garçons (chegamos faltando 45 minutos para fechar o restaurante) e não foi nada agradável comer ali naquela noite, pois senti que estávamos incomodando. Estava nítido que queriam nos tocar para fora o mais rápido possível. A parte boa e memorável desse jantar foi só a lasanha bolonhesa, que estava mesmo deliciosa! Fazia tempo que eu não comia uma tão gostosa, macia e saborosa! 😋

Depois ficamos conversando no lounge, enquanto digeríamos a comida. Tínhamos planejado irmos para o bingo mais tarde, mas quando voltamos para o quarto para checar o informativo com o horário do passeio no dia seguinte, verificamos que o bingo já havia acabado, além do que o passeio seria às 08:30. Ficamos pelo quarto mesmo, conversando.

Na hora de dormir, o Organizado me explicou que na sua casa dormia do outro lado da cama e sugeriu invertermos dessa vez. Concordei, mas tive uma série de pesadelos naquela noite. Vários sonhos ruins sem ligações um com outro, tenebroso. O último foi tão pesado que eu me esforçava para chamá-lo, mas as palavras não saíam. Muito bizarro quando você quer falar, querendo acordar, e não consegue pronunciar uma palavra sequer.

Comecei a tentar apertar sua mão enquanto dormia (estávamos dormindo de mãos dadas) e com o esforço que fiz acabei conseguindo despertar mais e falar. Foi mesmo assustador. Quando acordei nem sabia mais onde eu estava. Aos poucos recordei que era num cruzeiro.

Quando enfim consegui chamá-lo, pedi que acendesse o abajur e trocássemos de lado na cama (não sei como era possível aquilo ter influenciado). Dormimos com a luz acesa. Que pesadelo horrível! (Envolvia várias mortes a sangue frio.) Demorei alguns minutos para voltar a fechar os olhos novamente.

Cruzeiro com o Organizado – 4° Dia!

Buenos Aires! ☀

Juro que não sei o que me deu naquela quarta-feira para eu ter amanhecido tão mal-humorada! 😯 Meu palpite é que talvez tenha sido pelo horário, já que eu detesto acordar cedo (tanto que só atendo a partir das 13h) e colocamos o relógio para despertar às 7h.

Eu tinha plena ciência que estava ali a trabalho, mas não sou um robô, e como nossa relação vai além do profissional (realmente nos tornamos bons amigos), certo sentimento aflorou involuntariamente dentro de mim, sendo: a impaciência rs. Lembram quando eu falei no relato do primeiro dia que ele era sossegado e desligado? Foi nessa quarta que me dei conta disto.

Além de eu estar mal humorada e com sono, vê-lo naquela lerdeza para sair da cama quando não tínhamos muito tempo para tomar o café da manhã e irmos para o ponto de encontro do passeio, me irritou imensamente. Enquanto eu penteava o meu cabelo apressadamente, o assisti pelo espelho, sentar-se na cama calmamente e lá ficar sentado contemplando não sei o quê. Fiquei possessa com aquilo rsrs. Ralhei com ele para que agilizasse pois não tínhamos muito tempo e surpreendentemente ele continuava fazendo as coisas devagar, o que me enfureceu ainda mais rs.

Ele não dizia uma palavra, não debatia, nem contestava. Se aquietou perante a fera rsrs. E no restaurante, nem os pobres dos garçons (que não falavam português) escaparam do meu mau humor:

– Posso me sentar nessa mesa? – Perguntei com meu prato em mãos para um deles.

– É isso.

(Isso o quê?!)

– Você entendeu o que eu disse? – Estava na cara que não.

– Isso.

Desisti de tentar me comunicar e sentei na tal mesa de uma vez. Depois esse mesmo garçom veio e disse que eu não podia sentar ali. 😒

– Era exatamente isso que eu estava te perguntando. – Rebati azeda.

Para variar, o Organizado esqueceu a câmera fotográfica no quarto, e lá vai eu na velocidade de um foguete buscá-la, enquanto ele terminava de tomar o seu café da manhã calmamente como se tivéssemos todo o tempo do mundo. 🙄

Enfim entramos no ônibus de viagem, rumo aos passeios. Eu estava morrendo de sono e foi mesmo difícil focar no tour. Toda vez que o guia começava a falar, era como se eu escutasse uma canção de ninar nos meus ouvidos. 💤

Nossa primeira parada foi numa igreja chamada: Templo Nossa Senhora del Pilar que ficava ao lado de um cemitério.

Demos uma passada na igreja e seguimos por uma praça ali próxima.

Nesse momento, avistamos uma linda lanchonete cor-de-rosa.

Atenção: Nunca entre nesse estabelecimento! Apesar da sua beleza e aparência decente, seus funcionários (ou talvez só a caixa) são uns pilantras! 😡

Entramos lá para comprar uma água.

– Quanto custa? – Perguntei.

– ARS 17

– E em dólares?

– US$ 4

Lhe pagamos com uma nota de dez dólares e nos devolveram vinte pesos. Reclamei que gostaria do troco em dólares também e daí a moça do caixa me devolveu mais dez pesos. Entendi aquilo como um “cala a boca” e apesar de a princípio achar que ela estava me pagando a mais, ainda assim não gostei pois realmente preferia o troco em dólares. Até passou pela minha cabeça desistir da água (ela começou a se justificar falando coisas que não entendemos nada), e foi o que eu deveria ter feito. Eles nos roubaram e só descobrimos mais para frente, na segunda parada. 💸

A segunda parada foi na Praça de Maio, onde está a Casa Rosada e a estação de metrô May Plaza. Durante a volta que demos nesse lugar, percebi que nem um ímã de geladeira dava para comprar com míseros ARS 30 e foi quando comecei a desconfiar do golpe.

Após comprarmos algumas lembrancinhas em determinada loja, chamei o guia turístico de canto e contei toda a situação. Ele sacou seu celular, fez alguns cálculos e constatou que de fato nos deram troco a menos. Deveriam ter nos retornado ARS 120. 😠

Fiquei furiosa!! – E olha que o dinheiro nem era meu, tomei as dores do Organizado. – O guia tirou uma foto da tela do meu celular onde aparecia a foto do tal estabelecimento e disse que alertaria seus colegas, mas que nesse caso eu não teria o que fazer (até porquê nem me deram nota fiscal). Péssima impressão dos argentinos! 😤

A próxima parada foi numa galeria (tipo feirinha). Algumas comprinhas ali e depois fomos todos almoçar num restaurante (incluso no passeio), chamado El Viejo Almacén. Lá não tivemos muita opção de escolha. Na verdade, a única escolha que tivemos foi na bebida (suco ou vinho). Nem mesmo os nossos lugares pudemos escolher. Nos acomodaram numa mesa compartilhada com outras pessoas do nosso grupo (mais dois casais) e a comida que viria também já estava pré determinada (bife de chorizo). De entrada trouxeram umas empanadas argentinas de carne super gostosas.

Quando foram servir a bebida, optei pelo suco de laranja e logo em seguida fui ao banheiro lavar minhas mãos. Quando retornei, o Organizado rapidamente me impediu de beber o suco, pois a senhora sentada a nossa frente tinha feito um trambique. 😒

Seguinte, só tínhamos direito a uma bebida, e ela já tinha pedido suco de laranja também. Porém, ela bebeu e não gostou. Daí na sequência pediu um vinho e o garçom largou o copo com o suco de laranja lá, achando que era o meu. Se o Organizado não tivesse prestado atenção nesses detalhes e me avisado, eu teria bebido o copo de uma estranha porque ela quis dar uma de esperta. 😒

O bife estava péssimo. Duro e nada saboroso (o casal a nossa frente também reclamou bastante). Aliás, acabamos iniciando um papo com eles no decorrer do almoço (o casal devia ter entre 50 e 55 anos). Eram simpáticos, até esqueci do episódio com o suco. Teve uma hora que o assunto foi parar em câncer de mama (ele havia perdido sua irmã para a doença há alguns anos) e acabamos rindo quando o senhor, ao se dar conta do que estávamos falando, disse: “Acho melhor mudarmos de assunto, né?” 😅

Ahh uma outra coisa que não gostei muito, foi um fotógrafo surgir do nada, querendo nos fotografar enquanto comíamos, e depois nos interromper novamente, com a foto já impressa em mãos para nos vender. Achei um tanto inconveniente e obviamente não compramos. Até porque o que iríamos querer registrar daquele momento? Um bife ruim? Numa mesa com pessoas que nem conhecíamos? Já tínhamos as fotos que tiramos no navio e estavam de bom tamanho.

Depois seguimos com o passeio, e dessa vez não aguentei lutar contra o sono, ainda mais depois de um almoço. Cochilei nos ombros do Organizado a caminho da próxima parada, que seria na rua Florida para fazermos mais comprinhas.

Mal entrávamos numa loja, apenas para dar uma olhada e os vendedores grudavam igual urubu em carniça. Que desagradável. Mesmo você tendo dito que não, eles continuavam insistindo, cansativos. Quem foi que disse que vendedor precisa insistir pela venda? Eu mesma pego ranço de vendedor desesperado. Por isso que nem mesmo com possíveis clientes eu insisto para que saiam comigo. Sempre os deixo à vontade para decidirem se querem ou não. Um vendedor que se preze confia na qualidade do seu produto e produto bom se vende sozinho.

Continuando com a nossa saga, fomos para o shopping Galerias Pacífico.

Onde fizemos mais comprinhas. 🤗 Encontramos uma loja no estilo da “Daiso”, chamada: “Morph” cheia de cacareco legal e com preços razoáveis, o mais importante! 😉

Depois paramos numa cafeteria, onde o Organizado tomou um “Submarino” (um chocolate mais pomposo) e eu me satisfiz com uma garrafa de água mesmo (estava muito calor para escolher o mesmo que ele, apesar de ter gostado quando provei). Lá ficamos até a hora de voltar para o bus.

Ao voltarmos para o navio, aproveitamos o pouco tempo livre que tínhamos até o jantar e cochilamos por uma hora. 🙏🏻 Nossa noite seria tão agitada quanto foi o dia, pois iríamos a um show de tango e jantaríamos por lá. Partimos às 20h do navio.

Novamente fomos acomodados em mesa compartilhada com outras pessoas do nosso grupo e justo com duas mulheres lindas que já tinham chamado a minha atenção desde a fila, antes de entrarmos no ônibus. Fomos os últimos a serem acomodados e não restou lugar lado a lado, teríamos que nos sentar um de frente para o outro. Sendo que uma cadeira ficava exatamente ao lado daquelas duas beldades (uma até se parecia com a Anahí) e a outra cadeira, ficava ao lado de senhoras da terceira idade.

Pensei rápido e indiquei que o Organizado sentasse ao lado das moças. Pois de lado seria menos pior do que de frente, já que com certeza as olharia ao mesmo tempo em que estivesse conversando comigo (apesar dele dizer que não tinha olhos para mais ninguém rs). E ao lado ficaria até indelicado ficar virando o pescoço para olhá-las. Fui esperta não?! 😁 No final das contas, conversamos com todas da mesa rs.

O show de Tango é meio que obrigatório você assistir se estiver na Argentina. E digo com total satisfação que esse que fomos foi mesmo maravilhoso! No Tango Porteño não havia só dança, mas uma história estava sendo contada durante a apresentação. E mesmo com diversos atores no palco, apenas uma se destacava desde o primeiro minuto em que entrou em cena. Uma mulher loira, linda e que se movimentava com graciosa perfeição. 🤩 Fiquei babando por ela! (Eu e muitos homens, imagino rs). Teve uma dança que ela foi tão excepcionalmente sexy, que provavelmente todas as mulheres presentes queriam ser ela e todos os homens queriam “ficar” com ela.

Mora Godoy era a estrela da noite. Ela sempre fazia uma apresentação fantástica e depois saía de cena, para mais a frente retornar triunfante de novo. Se um dia estiverem por lá, vale muito a pena conferir! 😉

Agora o que a apresentação teve de incrível, o jantar teve de péssimo. Novamente a comida deixou a desejar, os garçons diversas vezes serviam os pratos trocados (isso ocorreu mais de uma vez com diferentes pessoas da mesa), e quando pedi reposição da água, tive que solicitar duas vezes para ser atendida.

Sem contar que eram muito descuidados! Levei três cotoveladas nas costas enquanto eles serviam a mesa de trás (não perceberam ou não se importaram), e teve um que até esbarrou com a bandeja na minha cabeça! Se desculpou só depois que levei a minha mão ao cabelo. Ainda fiquei com a impressão que se eu não tivesse feito tal gesto, ele teria ignorado.

Achei o cúmulo pedirem gorjeta, ao final da apresentação, quando entregaram um envelope para o Organizado (que era o único homem da mesa). A guia de turismo já tinha nos avisado que era educado deixar uma gorjeta, mas não permiti que o Organizado deixasse um tostão sequer! Afinal, também é educado servir as pessoas sem esbarrar em outras. 😉

Depois que voltamos para o navio, tomamos um banho e pedi sua ajuda com o rascunho do dia anterior (na parte em que transamos hehe). E enquanto ele digitava, eu fui lhe atiçando… Beijei sua barriga, e fui descendo até chegar no seu menino. O chupei por pouco tempo, e logo voltei a me deitar por cima dele, enquanto beijava o seu pescoço. Daí ele perdeu a concentração com o que estava escrevendo, colocou o meu celular de lado e então nos beijamos. Com poucos amassos encapamos, e começamos a transar comigo por cima.

Após algum tempo de cavalgadas, pedi que ele me pegasse de quatro (posição que nunca tínhamos feito até então). Ahh que delícia! Ele mandou ver por um tempo, depois me colocou de bruços e ficamos mais algum tempo assim. Depois voltei a ficar de frente, ele continuou no papai e mamãe, comecei a me masturbar e após eu gozar, ele também foi. A transa fechou nossa noite com chave de ouro. Nos limpamos e então fomos dormir. O dia seguinte seria igualmente longo.

Cruzeiro com o Organizado – 3° Dia!

Chegamos em Punta del Este!!! 😍 Que emoção estar em outro país!!

Pedimos o café da manhã no quarto para ganharmos tempo, mas confesso que quando vi as opções que vieram (pão de forma, croissant…), me arrependi de não termos ido no restaurante, pois estava adorando comer ovos mexidos e bacon no pão todas as manhãs (não engordo de ruim rs).

Por conta disso não me alimentei direito, sem me dar conta que só iríamos voltar para o navio às 17h e que talvez não tivéssemos como nos alimentar durante todo este tempo! 😳 Seria mesmo um grande desafio para mim, já que costumo ficar mal humorada quando estou com fome. 😣

Quando nos encontramos com os demais passageiros que também fariam o passeio, no ponto de encontro especificado pelo navio, nos deram um adesivo com o número 4 para que colássemos em nossa roupa (seria essa a numeração do nosso grupo). Depois pegamos um “ônibus” aquático (que apesar de levar esse nome era um barco) até o porto. E se você me perguntar o que eu mais gostei nesse momento, lhe direi que foi a imagem do navio estando fora mas ao mesmo tempo perto dele. ❤

Chegando na praia, aproveitamos para tirar mais fotos! 📸

Depois seguimos para o ônibus de viagem que continha a numeração “4” colada em seu vidro e após nos acomodarmos, a guia de turismo (que era uma senhora) perguntou se algum casal gostaria de sair primeiro no ônibus 1. Acabei tomando a iniciativa para que fôssemos nós, mas quando nos levaram até o ônibus mencionado, o casal que estava atrasado já havia chegado.

Nesse momento senti como se fôssemos uns sem teto rs, já que nem pudemos voltar para o ônibus 4, pois os nossos lugares rapidamente foram preenchidos também. Nos encaminharam então para o ônibus 7. O que não me agradou em nada. Havíamos colaborado com eles e agora tínhamos virado bolinha de pingue pong.

O bom é que nesse primeiro momento nos sentamos nos dois bancos da frente (aqueles preferenciais) pois eram os únicos disponíveis (estão vendo como quase ficamos desabrigados? Rs). Foi bom para os primeiros vídeos, porém na primeira parada uma senhora com um menino sentou no nosso lugar, o que consequentemente nos fez sentar no lugar de outras pessoas, e na segunda parada, essas “outras pessoas” (que eram duas mulheres) recuperaram seus assentos e nos olharam feio quando passamos. 🙄

A primeira parada foi na Plazoleta Gran Bretaña, também conhecida como Praça Los Ingleses. Tivemos 15 minutos para as fotos.

Depois seguimos para a Casa Pueblo! Chegamos lá por volta das 14h30 e o guia nos deu uma hora para explorar todo o local, até que nos encontrássemos novamente no ônibus.

Logo que entramos dentro da casa, avistei uma mini lanchonete com salgados a venda, e imediatamente fui para a fila do caixa, imensamente feliz e aliviada por poder comprar algo para comer durante aquele passeio extenso. A fila estava um pouco grande e percebi o desconforto do Organizado com receio de não conseguirmos explorar toda a casa a tempo. Eu até sugeri que ele fosse na frente, pois eu não abriria mão de colocar alguma coisa no meu estômago, mas ele preferiu esperar comigo.

Compramos um croissant e um sorvete que dividimos e então seguimos explorando o local, que era a antiga casa do artista plástico e arquiteto uruguaio Carlos Páez Vilaró. 

E sim, deu tempo de explorar tudo! 💪🏻😃

A terceira parada foi na famosa “La Mano” situada na Praia Brava! Novamente tivemos pouco tempo para explorar. Dessa vez nos deram apenas quarenta minutos para fotografar e fazer compras na Av. Gorlero, que ficava próximo.

Nas lojinhas me limitei a comprar apenas ímãs de geladeira e chaveiros, todos com alguma referência ao país.

Quando nos deixaram no porto novamente, havia uma fila gigantesca para os ônibus aquáticos que nos levariam de volta ao navio.

Quando enfim chegamos aos nossos aposentos, estávamos cansados e mortos de fome. Então nos banhamos rapidamente e descemos para o jantar, já trajados de acordo com a festa que ocorreria mais tarde: A festa do branco!

No restaurante pedimos tudo que tínhamos direito! Sopa, queijos, e ainda comemos lagosta! – Esqueci de contar que no jantar da noite anterior, um garçom muito simpático (e brasileiro) nos ofertou uma lagosta, que acabamos adquirindo para o próximo jantar. – A iguaria não estava muito boa na minha opinião (seca, sem gosto) mas o Organizado gostou. 😛

Depois seguimos para o teatro, onde teve uma apresentação chamada: “Pura Passion”. Eu acabei cochilando no ombro do Organizado, enquanto o apresentador careca não parava de dar instruções para a noite seguinte em que estaríamos em Buenos Aires. E quando enfim começou a apresentação, eu já não estava mais tão animada em assistir. Ora eu abria os olhos, ora eu cochilava. Tinha sido um dia cansativo de passeio. Precisava entrar no ritmo logo.

Depois voltamos para o quarto hiper, mega cansados. Me joguei na cama e descansei um pouco enquanto o Organizado lia o jornal diário informativo sobre as atividades que teríamos no dia seguinte. Depois ele incentivou a darmos uma volta pela piscina, onde estava ocorrendo a festa do branco. Pela primeira vez os papéis se inverteram rs. Ele que estava tentando me arrastar para a festa, enquanto eu queria que fôssemos para a cama mais cedo rs.

O que vocês não sabem e eu levei pouco tempo para descobrir, é que na verdade ele tinha um plano! 😼 Havia um certo interesse por trás daquele pedido. Ele sacou um brinquedinho da sua mala e disse que queria introduzir em mim, para logo em seguida darmos a tal “voltinha” com a coisinha lá dentro.

Ele contou que as bolinhas eram originais do filme Cinquenta Tons de Cinza (tanto que eram metalizadas) e o efeito esperado era que eu sentisse pequenos choquinhos sempre que elas se chocassem dentro de mim.

Confesso que não me animei muito com a ideia (não curto brinquedos sexuais introduzidos, até mesmo vibradores em formato de pinto só uso no meu clitóris), mas não deixei transparecer e fomos adiante. Ele me excitou primeiro, e nesse meio tempo acabamos transando, pois me excitou além da conta. 😛 Mas a transa foi breve, uma rapidinha, com ele por cima de mim. Não trocamos de posição e estocou até gozar. Já eu não gozei (sequer me masturbei), e guardei a excitação para quando voltássemos. Na sequência ele introduziu as bolinhas e lá vai eu desfilar com elas dentro de mim! 😌

Mas infelizmente não houve o efeito esperado. Eu não senti absolutamente nada, exceto quando voltamos para o quarto. De repente comecei a sentir uma sensação estranha, como se as bolinhas estivessem saindo de dentro de mim. Checamos, mas elas permaneciam dentro. Então o efeito era aquele? Era diferente, mas não sei se consideraria prazeroso. 🤔 Alguém aí já experimentou? Com a(o) parceira(o) ou em si mesmo(a)? Compartilhe o que achou!!

Ahh, antes que eu me esqueça! Não usamos lubrificante comum como o KY, pelo que ele pesquisou a experiência seria mais confortável e duradoura se usássemos um lubrificante a base de silicone e não de água. Tanto cuidado e referências, mas ainda assim acabei gritando quando ele puxou a última bolinha de dentro de mim. Senti como se ela tivesse grudado e puxado minha pele junto quando saiu. 😖 Essa experiência não repetirei jamais!! 👎🏻

Tentamos transar depois disso, mas ele não estava conseguindo dar a segunda, então acabei gozando com o meu vibradorzinho mesmo. 🤷🏼‍♀️ Na sequência fomos dormir. 😴

Cruzeiro com o Organizado – 2° Dia!

Que difícil sair da cama tendo dormido tão tarde! Colocamos o celular em soneca por quase uma hora, o sono estava tremendo! E quando resolvemos sair da cama, foi uma correria, pois tínhamos pouco tempo até encerrar o café da manhã naquele restaurante chique. No final das contas, os garçons estavam quase nos tocando para fora, pois fomos os últimos a terminar de comer e eles já estavam arrumando as demais mesas para o almoço.

Saindo de lá fomos direto para o SPA agendar o horário daquela massagem gratuita que tínhamos direito. O plano era marcar para aquele mesmo dia, por volta das 16h, mas como estava sem disponibilidade, agendamos para o dia seguinte às 10h. Depois voltamos para o quarto, colocamos nossa roupa de banho e fomos curtir a jacuzzi! Nos deram chaves individuais para guardarmos nossas roupas no vestiário (separadamente o feminino do masculino) e então seguimos só com a toalha (e a chave) em mãos para a jacuzzi. Ahh que delícia de manhã. 🤤

Após quase meia hora dentro daquela água maravilhosa com aquela vista para o mar incrível, resolvemos curtir a sauna! Lá ficamos menos tempo, até que entramos juntos (escondidos) no mesmo chuveiro! 😈 Não tomamos banho pelados, já que ali não era tão privativo e havia outros chuveiros ao lado, separados apenas por uma parede, mas ainda assim tentei tará-lo durante o banho. 😈 E ele todo tímido se conteve por receio que outras pessoas nos flagrassem rs.

Quando saímos de lá, era hora do almoço e lá fomos nós voltar naquele restaurante no qual tomamos o café da manhã. O Organizado pediu uma refeição do cardápio, já eu me aventurei nas opções do self-service mesmo. E ao retornar para a mesa, pedi ao garçom que me trouxesse um belo energético, na tentativa de combater aquele sono que teimava em se apoderar de mim (e funcionou 🙏🏻).

Dali a pouco, acomodaram uma família na mesma mesa que a gente. Eram três pessoas: a mãe, o marido e o filho (que também já era adulto). E de repente, a mãe começou a puxar papo comigo.

– Nossa, como você consegue tomar isso? – Ela perguntou.

– Ahh, só assim pra ver se esse sono passa rs. – Respondi simpática.

– Tentei uma vez e embrulhou o meu estômago. – Ela continuou.

E assim o papo engrenou. Percebi que ela gostava de conversar. Quando um assunto morria, ela já partia para outro, animada e imbatível. Logo o marido também entrou na conversa e mesmo tendo acabado de conhecê-los, em menos de dez minutos descobrimos que ele já havia feito redução de estômago há 17 anos e várias cirurgias plásticas posteriormente. Detalhes que olhando para ele ninguém imaginaria. Eram brasileiros, também residiam em São Paulo e veteranos em cruzeiros.

Analisando-os, avaliei que o pai se achava, a mãe era um tanto carente de atenção, e o filho mais parceiro do pai do que da mãe. Falavam de outras viagens que já fizeram e pelo que narravam os dois rapazes sempre davam perdido nela, que muitas vezes ficava sozinha. Ela dizia não ser consumista (raridade uma mulher que não gosta de comprar) e por conta disso muitas vezes ficava de fora dos passeios deles.

Certo momento, o pai começou a dar indicações de lugares para eu e o Organizado irmos quando estivéssemos em Buenos Aires, sem saber que já havíamos fechado um passeio rs. Deixamos que ele continuasse com as suas peripécias, para só no final revelarmos o que já tínhamos planejado. E após a sobremesa, se despediram, nos deixando a sós. Muito interessante conversar com eles. Foi nossa primeira interação com estranhos a bordo. 😊

Após o almoço fomos explorar outros andares do navio, enquanto a comida fazia digestão. Estávamos no quinto andar, então o exploramos por completo, depois o sexto, e quando chegamos ao sétimo (onde ficava a “Photo Gallery“), aproveitamos para olhar as nossas fotos que já estavam prontas. Foi difícil não ficar com todas, mas me contive por conta do valor rs. Adquirimos algumas (inclusive uma que eles tiraram assim que entramos no navio) e seguimos passeando.

 

Quando retornamos para a suíte, e guardamos as fotos, resolvemos curtir uma piscina. Pegamos nossas toalhas e fomos empolgados para uma que era coberta (no navio haviam duas piscinas), no qual uma plaquinha em frente à ela, informava que era aquecida. Eu até pensei em checar a temperatura da água com a mão primeiro, mas desisti considerando que poderia confiar naquela informação. Então tivemos todo o trabalho de tirar nossas roupas e chinelo, e só quando coloquei meu pé dentro da água, me dei conta que aquela plaquinha era a maior enganação. A água estava mega fria, o que nos acovardou, apesar do dia estar quente.

Tentamos voltar para a jacuzzi, mas naquele horário todas (exatamente todas) estavam cheias de gente. Comecei a ficar frustrada, mas daí o Organizado teve uma ideia fantástica, ao recordar que tínhamos uma banheira (totalmente privativa) na nossa suíte! 😈 Minha dose de ânimo foi suprida no mesmo minuto e então voltamos rapidamente para o nosso cafofo! E enquanto a banheira enchia, minha atenção foi sugada para aquele pôr do sol maravilhoso na nossa varanda e resolvi aproveitá-lo para tirar umas fotinhos… Gostaram?? 😛

Aquele momento na banheira foi mesmo único. Ficamos um de frente para o outro curtindo aquela água morna sobre os nossos corpos, até que nos beijamos e apesar de novamente estarmos com o tempo apertado (a essa altura já faltava pouco para o jantar), ele fez questão que eu gozasse, usando o vibrador no meu clitóris. Me senti um pouco egoísta por não poder retribuir naquele momento (e até um tanto pressionada a gozar logo por conta do horário), o que dificultou um pouco o meu orgasmo, mas ele veio! Rs.

Naquele dia teríamos sessão de fotos com o comandante, e o traje sugerido era de gala. Nos banhamos rapidamente e então descemos alguns andares. Ao chegarmos esbaforidos, descobrimos que na verdade estávamos adiantados uma hora. 🤦🏼‍♀️ Daí já ficamos por ali mesmo bebendo um champanhe horrível que serviram para os que já haviam chegado, e convenientemente fomos um dos primeiros a fotografar com a celebridade do navio.

O comandante Francesco Saviero Veniero era um coroa todo bonitão, charmosão e falava outro idioma. Adoraria tê-lo como cliente também. 😬 O momento da foto foi bastante rápido e genérico. Quando chegava a sua vez ele te cumprimentava, então posávamos ao seu lado, dois cliques e acabou. Educadamente se despedia, e nos indicavam por onde sair. Parecia até um “meet & greet” com algum artista. Depois venderam a foto por um valor superior às outras que tiramos a bordo. (Que compramos mesmo assim.)

Depois nos encaminhamos para o restaurante e novamente fotografamos com aqueles fotógrafos que ficavam de tocaia em pontos estratégicos esperando pelos hóspedes. Dá-lhe fotos!

Nessa noite eu não curti o nosso jantar. Primeiro que passei mais frio que na noite anterior com aquele ar condicionado horroroso. Segundo que as opções do cardápio não estavam tão boas. (Cada dia dispobilizavam opções de refeições diferentes e limitadas.) Até a bebida que o Organizado escolheu (um vinho vermelho) não me agradou. Nem a sobremesa escapou do meu crivo. Ao final acabei pedindo uma sopa para comer com pão. Era isso ou ficar com fome. – Ou recorrer ao bandejão mais tarde rs. –

Depois seguimos direto para o teatro e lá ficamos por quase uma hora, aguardando o início da apresentação daquela noite (outra vez nos enganamos com o horário rs). Eu continuava com frio e o Organizado me cedeu seu paletó (cavalheiro). Aproveitamos aquele tempo ocioso para rascunhar o relato do dia. 🤓

Ao contrário do jantar, a apresentação me agradou bastante!! Me lembrou quando fomos ao Burlesque Paris 6, neste encontro, muito bom!!

 

 

Ao final, o apresentador careca falou de um concurso “garota maginífica” que aconteceria dali a pouco naquele espaço em que ocorreu a festa dos anos 70 na noite anterior. O Organizado brincou que me inscreveria e na hora o meu lado competitivo despertou rs.

Voltamos para a suíte para que eu trocasse de roupa (estava me incomodando sentir tanto frio), coloquei um vestido com manga longa e um salto mais baixo. Depois seguimos para o salão indicado, mas quando chegamos o concurso já havia começado e  as candidatas estavam no palco.

A princípio fiquei frustrada por ficar de fora (adoro um desafio), mas quando estudei as candidatas, me dei conta que a gincana era zoeira, já que 95% das mulheres eram senhoras da terceira idade, havendo apenas três que fossem jovens e sensuais. E conforme o desafio começou, me senti aliviada por não ter ido rs.

A apresentadora – que era uma loira linda -, chamou a “Gisele” – a Gisele na verdade era um homem gay, vestido de mulher com bexigas por baixo da roupa, simulando seios e bunda fartos. Sua maquiagem também era chamativa – e instruiu que as candidatas o acompanhassem numa dancinha. Os movimentos eram bem escrachados, e só ele fazia com tanta perfeição. E mesmo sendo uma dança totalmente cafona, aquelas três jovens continuavam se esforçando em continuarem lindas rs. Mas isso não lhes garantiu lugar na próxima etapa rs.

Quando a música parou, eles haviam distribuído uma rosa para três senhoras. Daí a apresentadora anunciou que somente as que ganharam uma rosa, foram classificadas para a próxima fase. – Uma das candidatas jovens saiu com cara de decepção rs. –

Ahh mas eu tenho certeza que depois essas moças deram graças a Deus por não terem continuado na competição rs. O que veio a seguir foi uma grande pagação de mico! 😂 Primeiro puxaram cada senhora individualmente para se apresentarem dizendo seus nomes e de onde eram. Depois cada uma teve que dançar individualmente com a “Gisele” uma daquelas dancinhas cafonas e nada condizentes com senhoras que provavelmente já eram avós rs.

Somente uma delas se destacou. A que foi mais fidedigna aos movimentos que a Gisele fazia. Enquanto as outras duas se limitavam a balançar os braços e as pernas, essa foi além e até rebolou com as mãos no joelho! 😁 Foi engraçado e fofinho ver uma senhora dançando igual uma adolescente rs. Ela fez tanto sucesso que a plateia começou a gritar em coro: “Já ganhoou! Já ganhoou!” 

Mas essa dança foi só para aquecer e não valeu como critério de avaliação. – Apesar de já ter ficado claro quem era a queridinha de todos nós, que seríamos os jurados. 😉 – Depois a apresentadora perguntou para cada uma das senhoras quem era o ator ou cantor que elas mais gostavam (sexualmente falando). A primeira respondeu: “Roberto Carlos”, a segunda (a tal preferida), disse: “Daniel” e a terceira: “Reynaldo Gianecchini”. E sempre que uma dizia o nome da tal celebridade, a apresentadora dizia que era uma coincidência, pois o tal estava presente na plateia e pedia que a Gisele fosse buscá-lo. Daí escolhiam um homem aleatório para que subisse ao palco e se passasse pelo ator/cantor.

Curioso que para as duas senhoras menos aclamadas, escolherem rapazes com a idade parecida com a delas. Já para a que se destacou anteriormente, escolheram um “Daniel” bonitão e jovem rs. Essa se deu bem desde o princípio! 😏

A próxima etapa era um tanto humilhante, eu teria vergonha de prosseguir com aquela gincana se estivesse no lugar delas rs. A Gisele começou a demonstrar o que teria que ser feito. Ela com um outro rapaz da animação, fizeram par (assim como as senhoras estavam em par com os rapazes da plateia) e executaram as obscenidades que elas teriam que executar também. O objetivo era estourar três bexigas. Uma teria que ser estourada num abraço, outra teria que ser com a mulher sentando no colo do parceiro (até colocaram uma cadeira no palco) e para estourar a última, o rapaz teria que ficar meio que de quatro apoiado na cadeira, enquanto a mulher viesse por trás com a bexiga entre a parte da frente dela e a bunda dele. Ou seja, posições que simulavam uma transa. E como dificilmente as bexigas estouravam de primeira, imaginem a cena das vozinhas fincando nos rapazes até explodirem as bexigas?! 😂😂😂

É claro que todo mundo caiu na risada assistindo aquilo (eu também ri, confesso), mas ao mesmo tempo achei um pouco humilhante para as senhoras que estavam sendo motivo de chacota para os demais. E ainda bem que eram senhoras, porque se fossem aquelas três moças bonitas, provavelmente daria briga depois rsrs.

E por final, tiveram que interpretar. Haviam três envelopes. A fã do Roberto Carlos sorteou “choro”. Lhe deram o microfone para que ela chorasse. A segunda teve que dar risada, e a terceira (a favorita) teve que fazer justo o que? Simular o som de quando sentimos prazer. 🤦🏼‍♀️ A princípio foi bem ruinzinho, pois ela não gemia e sim gritava. Até que foi pegando o jeito, reduzindo aquele som agudo e também fez os movimentos de vai e vem. Santo pai! 😂

A vencedora nem foi a que estourou a bexiga mais rápido, ou a que interpretou melhor, mas sim a que fez a plateia se divertir mais. Decidiram pelo nível de aplausos e assobios direcionados a mesma. A ganhadora ganhou um certificado, uma mochila e uma miniatura do navio. Já as demais só uma mochila como prêmio de consolação.

Depois o local ficou caído, tocando músicas de axé antigas que um dia fizeram sucesso. E tratei de arrastar o Organizado para a discoteca.

 

Lá estava incrivelmente muitooo melhor! Quando chegamos tocavam músicas internacionais antigas, mil vezes melhor que músicas de axé. Pedi uma caipiroska para mim, e quando ele pediu o seu suco sem álcool, o garçom tirou um belo sarro. 😂 Zombando por ele querer permanecer ali careta rs.

– Aqui está bem melhor né?? – Perguntei animadíssima com o canudinho na boca.

– Não.

– Não??! Por que?? 😰

– Lá pelo menos eu conhecia as músicas, essas aqui eu não conheço. 🤷🏻‍♂️

(Estava tocando “Girls Just Want To Have Fun” da Cyndi Lauper)

– Não acredito que você não conhece essa música! 😱 Como é possível se você é mais velho do que eu??? – Perguntei incrédula.

Ele riu rs.

Eu estava adorando as músicas, o lugar, a companhia, a bebida subindo. Em pouco tempo fiquei bêbada rs. Também fomos para a parte externa certo momento, onde pudemos conversar sem tanto barulho, tendo como paisagem a parte traseira do navio.

Acho que ficamos por pelo menos uma hora lá. O arrastei para a pista e mesmo sem graça ele tentou dançar um pouco, mexendo o pé para lá e para cá rs. Ele deixou que eu determinasse quando fosse a hora de ir embora, e isso só aconteceu quando eu fiquei extremamente apertada. Não cabia mais nenhum líquido em mim e precisava dar um pulinho no banheiro. Ainda assim teimei em terminar o meu copo primeiro (mesmo ficando cada vez mais apertada a cada golada).

– Eu não entendo. Quanto mais eu bebo, mais tem líquido no meu copo. – Eu me queixava por não conseguir terminar a caipiroska.

– É porque o gelo está derretendo. – Ele solucionou o mistério rs.

Até então eu não tinha visto que havia um banheiro na entrada da discoteca e falei para irmos embora, para que eu usasse o banheiro da nossa cabine mesmo. Daí quando vi o banheiro mais próximo fui logo, mas ainda assim fomos embora, já que tinha curtido o suficiente e ainda precisaríamos de tempo para transar. 😈 Tontinha tontinha, senão fosse por ele teria me perdido no caminho de volta rs.

 

Dessa vez não teve camisolinha sexy. Fiquei totalmente peladona para ele. Não precisou de muitas preliminares pois eu já estava super acesa do álcool e ele, modéstia à parte, não precisa de muito para se excitar comigo. 😇 Então após poucos beijos e amassos, já estava encapando e colocando para dentro de mim no papai e mamãe. A transa foi bastante tradicional, sequer houve troca de posição. E foi uma delícia assistir seus olhinhos virando para trás quando ele gozou! Nunca reparei que ele virava os olhos daquele jeito antes rs. Eu devo ter gozado poucos minutos antes dele, me masturbando enquanto o sentia dentro de mim. Estava bêbada então dessa parte não lembro muito bem rs.

Depois fomos dormir, novamente abraçados. 💕

Um episódio engraçado (e trágico) que ocorreu durante esta noite, é que lá pelas tantas da madrugada (nem sei que horas eram) acordei com meu nariz tampando. Como sou uma pessoa muito prevenida, tinha levado o meu Neosoro para o caso de isso acontecer. Então me levantei para pegá-lo, dentro da minha necessaire que estava em cima da pia no banheiro.

Levantei sonolenta, mas segura de que conhecia aquele quarto como a palma da minha mão para poder caminhar no escuro. Porém fui imensamente surpreendida pela minha mala deitada no chão (não lembrava de tê-la largado ali). Tropecei feio e caí de joelhos em cima dela, que era de plástico com ondulações. Acabei gemendo com a dor, ele escutou, acendeu o abajur e rapidamente me acudiu. Vocês acreditam que até agora os meus joelhos ainda estão roxos?! 😢 Brinquei com ele que ia espalhar por aí que fui espancada nessa viagem rs. Tadinha de mim. 😰

Cruzeiro com o Organizado – 1° Dia!

Olá!!

ESTOU DE VOLTA!! 🤗

Que semana MA-RA-VI-LHO-SA essa que passei em alto mar! 😍 A viagem foi especial por vários motivos! Primeiro que eu nunca tinha viajado para fora do Brasil, segundo que nunca tinha entrado num navio (que dirá ter feito cruzeiro); E terceiro que também nunca havia passado tanto tempo direto com um cliente! – O máximo que tive foi um fim de semana com o Perguntador. –

Como o Organizado é meu cliente há bastante tempo (completamos um ano recentemente ❤), fiquei mais tranquila em aceitar a sua proposta. Afinal, passar uma semana ao inteiro dispor de alguém nessa situação, só sendo uma pessoa muito agradável e que me inspirasse total confiança para isso. Sem contar que uma semana não é 4 horas e com a convivência qualquer um pode se revelar um ogro, sem que eu tivesse para onde fugir (literalmente).

Felizmente tudo ocorreu às mil maravilhas. Claro que ocorreram alguns desentendimentozinhos aqui e ali (coisa de casal), mas nada que estragasse o nosso convívio ou diminuísse o bem querer um pelo outro. Na verdade, até ajudou para que nos conhecêssemos e nos aceitássemos ainda mais. Descobrimos que o que eu tenho de mais, ele tem de menos, e o que eu tenho de menos, ele tem de mais.

Aprendi a lidar com o seu jeito mais sossegado (um tanto desligado e devagar rs) e ele se vacinou contra o meu jeito mais agitado (um tanto mandona e nervosa rs). Então, posso dizer com toda a certeza que foi uma das melhores experiências que tive desde o momento em que entrei nessa vida! Pareceu uma lua de mel sem estar casada rs. Me senti dentro de um conto de fadas em tempo integral!! 💕

Ele me buscou em casa por volta das 10h40 num domingo (mais precisamente dia 28/01) e seguimos para o porto de Santos com seus pais no carro (me passei por namoradinha 👧🏼). Assim que chegamos, fomos direto para uma fila onde deixaríamos nossas malas, e na sequência nos despedimos de seus pais, que tinham pressa em voltar para São Paulo com receio de pegar trânsito no caminho.

Depois fomos para o saguão, onde aguardamos por muuuuito tempo (o navio atrasou) até o horário do embarque. Felizmente, o Organizado havia adquirido uma “experiência” (é assim que a MSC fala no seu site rs) mais elevada daquele navio (Aurea), o que nos poupou tempo na hora do check-in, e tivemos prioridade no embarque. O que foi mesmo ótimo, pois aquela altura o lugar estava um inferno, com bastante tumulto por conta do atraso.

Ao passo em que nos aproximávamos do navio, minha emoção só aumentava! Ainda não dava para vê-lo, e também foi preciso pegarmos um ônibus (aqueles de viagem) para que nos levasse até onde o navio estava (muito grande lá dentro do porto). E conforme aquela coisa gigante e bonita começava a entrar no meu campo de visão, eu só conseguia pensar numa coisa: 🤔💭  Como algo tão enorme e pesado não afundava??

Havia duas formas de entrar no navio: pela rampa ou pela escada, e eu fiz questão que fôssemos pela escada (mesmo a fila dela estando maior), para que a foto que eu pediria para ele tirar de mim ficasse ainda mais interessante. 😏 (Foto essa que não postarei, anexada ao meu arquivo pessoal. 😬)

Após o funcionário do navio passar o meu cartão da cabine num leitor de código de barras e tirar uma foto do meu rosto, ao me devolver o cartão, pronunciou o meu nome real em inglês, mostrando que a maioria dos funcionários ali falavam outro idioma (o que era legal nos momentos de lazer, mas dificultoso quando precisávamos pedir alguma coisa rs).

Lá dentro parecia um sonho! Tudo era muito lindo e perfeito. Me surpreendi com a beleza interior! 😯 E olha que não sou chegada em chão com carpete, mas no navio caiu super bem! (Depois descobri que apenas em áreas selecionadas o chão era daquele jeito.)

Continuamos seguindo em fila mesmo depois de já termos entrado (estava cheio), até que nos dispersamos e procuramos por um elevador. Suíte 14032. Jamais irei esquecer essa numeração!

Corri para a varanda, já imaginando a visão incrível que teríamos quando estivéssemos em alto mar! 😍 A cabine era mesmo muito bela! Ele caprichou na escolha! ❤ Ainda passeando com os olhos pelo quarto, reparei num balde de gelo com alguns docinhos ao lado. Até isso ele havia providenciado! 💕

Experimentei um dos docinhos enquanto ele abria a garrafa (dividi com ele, lhe servindo na boca) e após ele encher as taças até a metade, corri para colocar uma música de fundo na minha caixinha de som (que levei na bagagem de mão) para imortalizar ainda mais aquele momento! 💕

Brindamos ao passeio, demos o primeiro gole (o vinho era mesmo divino! Um dos melhores que já tomei!) e sentamos no sofá vermelho, comigo engalfinhada no meio das suas pernas. Descansamos um pouco enquanto bebericávamos, já que também estávamos um pouco exaustos com toda aquela espera no saguão, somado aos procedimentos de embarque.

Após nos recompormos e zerarmos o líquido em nossas taças, deixamos a suíte e fomos para o andar de baixo (décimo terceiro) onde seria servido um coquetel (não alcoólico) de boas vindas apenas para passageiros “Aurea”.

O local onde fomos servidos se chamava “SPA”. Havia a recepção de frente para um bar, e duas entradas de cada lado. Do lado esquerdo acesso ao salão de beleza, três jacuzzis exclusivas, academia e mais ao fundo, sauna; e do lado direito ficavam as salas  de massagem.

Terminei o meu coquetel (um gelado de morango delicioso) antes do Organizado e enquanto ele terminava o dele, fui dar uma olhada em alguns itens de maquiagem que estavam expostos para a venda ao lado da recepção. Não conhecia a marca dos produtos (depois fui informada que era italiana) e nesse momento acabei fazendo a minha primeira compra a bordo. Dois esmaltes! 💅🏻

Todas as compras efetuadas dentro do navio eram “pagas” com o cartão da cabine, e só no final do Cruzeiro que as pendências seriam descontadas no cartão de crédito cadastrado. Mas também poderíamos efetuar depósitos em dinheiro (no caso dólar) no cartão da cabine para que fossem abatidos os gastos. Ressalto que apesar de estar tudo vinculado ao cartão de crédito do Organizado, eu o reembolsaria das minhas compras depois, e as compras em terra usei meu cartão mesmo e/ou os dólares que também levei na viagem.

Voltando a falar daquele setor em que estávamos, como nossa “experiência” era “Aurea”, tínhamos acesso livre e sem custo adicional a tudo aquilo (com exceção das massagens que só tínhamos direito a uma gratuita), e os demais passageiros que quisessem usufruir da jacuzzi, sauna e academia, teriam que pagar a parte.

Depois que ele terminou a sua bebida e exploramos todo aquele espaço sem pressa, fomos para a parte externa do navio, explorarmos muito mais! 😋

Havia outro acesso exclusivo para o nosso plano do lado de fora, na parte superior, onde continha mais duas jacuzzis e alguns estofados.

Repentinamente tivemos que interromper o nosso pequeno tour, quando ouvimos o alarme do treinamento obrigatório de emergência e daí retornamos a suíte para pegarmos os coletes salva-vidas.

Depois seguimos para o Casino, conforme havia sido pré-determinado no folheto de instruções em nossa suíte. – Dividiram os passageiros em diversas áreas do navio para que não houvesse muita aglomeração. – E lá o treinamento não durou nem cinco minutos (foi mais demorado as pessoas chegarem do que o treinamento em si). Nessa parte achei que teria sido bem mais inteligente e ágil um vídeo explicativo dentro da suíte de cada um mesmo rs.

Depois voltamos para o quarto a fim de nos arrumarmos para o jantar, mas daí começou a partida do navio e ficamos um bom tempo na varanda acompanhando maravilhados. Foi um dos momentos mais emocionantes da viagem! – Depois do embarque. – ✨

Foi engraçado que passamos por diversas lanchas dando festinhas a bordo, e não teve uma em que os seus passageiros não acenaram e gritaram empolgados para nós! 😃 Nos saudavam amistosamente como se fôssemos amigos de longa data, mesmo sem nos conhecermos ou conseguirmos distinguir os seus rostos rs.

Ficamos um bom tempo na varanda, até que fomos surpreendidos por uma funcionária do Cruzeiro já dentro da suíte (disse que bateu, mas como não ouvimos, precisou entrar), trazendo uma segunda surpresa que o Organizado tinha solicitado, mas que na verdade não era para ter sido entregue naquele momento rs. – De qualquer forma, aproveitamos do mesmo jeito. 😉 – Se tratava de uma garrafa de champanhe, acompanhada de morangos com cobertura de chocolate. Pirei quando vi (os morangos). 🤪

Imediatamente comecei a comê-los, até que após a funcionária nos explicar o porquê do atraso do navio e se retirar, voltamos para a varanda, ainda namorando a paisagem e degustando o docinho (a bebida ficou para depois, já que tínhamos tomado aquele outro vinho não muito tempo atrás).

Uma coisa que aprendemos rápido dentro do navio é que lá o tempo passa muito rápido (a galope). E se não nos adequássemos rapidamente a ele, perderíamos muita coisa a bordo, já que tudo tinha o horário certinho para acontecer.

Os jantares, por exemplo, nos restaurantes chiques ocorriam em dois turnos: às 19h e às 22h. Se perdêssemos esses horários, nos restaria o chamado “bandejão”, que funcionava 22h por dia e seu acesso era livre a todos os passageiros do navio (consequentemente mais lotado e menos glamuroso).

Já nos restaurantes sofisticados (que só tinham dois) éramos servidos por um garçom, enquanto no bandejão era self-service com mesas muitas vezes compartilhada, dependendo do fluxo do momento.

Quem era “Aurea” tinha acesso exclusivo aos restaurantes chiques, quem não era, só pagando a parte. Então assim que o navio entrou em alto mar e nos demos conta do horário, corremos para o banho para não perdermos aquela exclusividade rs.

Foi nesse momento inclusive que descobri que na nossa suíte também tinha banheira!! Impressionante como ele pensou em cada detalhe!! 🤩 Só que infelizmente nem pudemos aproveitá-la naquele minuto, pois estávamos mesmo com o horário apertado, além de famintos pois sequer tínhamos almoçado (comemos apenas um salgado quando ainda estávamos no saguão aguardando a liberação do check-in).

Fomos surpreendidos por fotógrafos ágeis no meio do caminho até o restaurante, e mesmo com pressa paramos para os cliques. Eles no fotografavam juntos e individualmente (todos sempre sugeriam as mesmas poses rs) para depois venderem as fotos. – Fotos essas caríssimas, US$ 20 as pequenas e US$ 30 as grandes. – E quem quisesse adquiri-las, era só dar um pulinho no local indicado no dia seguinte que estariam lá, impressas e expostas num mural, prontinhas para levar embora. – Mesmo com o preço salgado compramos algumas, o que é uma viagem sem recordações em papel? 😏 –

O plano era jantarmos rapidamente e pegarmos a segunda sessão do teatro. – Todas as noites havia alguma apresentação para assistirmos, que assim como o jantar ocorria em dois turnos, no caso às 20h e às 22h. – Mas devido ao grande fluxo de pessoas querendo jantar ao mesmo tempo (muitas vindas da primeira sessão do teatro inclusive), só conseguimos nos sentar à mesa e sermos atendidos muito em cima da hora para a próxima apresentação.

E acredite, você não consegue jantar em menos de uma hora naquele restaurante. Não por ser lento ou algo do tipo, mas porque o momento ali é projetado para o casal usufruir com calma e sem pressa. Aproveitando o máximo possível com as refeições seguindo a sua ordem: entradas, prato principal e sobremesa. Aliás, reparei que tudo vinha em pequenas porções (é a mais pura verdade quando dizem que gente rica come pouco rs).

Nesse dia pedimos de entrada sopa de ervilha para mim e maionese de atum para ele. Peixe grelhado como prato principal para ambos e de sobremesa torta de maçã para mim (que não curti muito) e banana caramelizada para ele. Para beber, um vinho espumante maravilhoso que até tirei foto da garrafa no último dia.

Assim que terminamos de jantar, pensei em propor voltarmos para o quarto e transarmos um pouco, já que não me interessava pegar a peça pela metade como ele sugeriu. Mas no caminho de volta acabamos parando em algumas lojinhas (em cada compartimento do navio havia alguma coisinha vendendo, seja em lojas ou balcões intitulados “área de promoção”) e acabei fazendo mais algumas comprinhas a bordo. Um relógio de pulso (a propósito, havia esquecido o meu em casa), numa lojinha mais à frente uma bolsinha lindérrima cor-de-rosa da Guess! 🤩 Também compramos lembrancinhas na loja da MSC e depois ainda paramos numa loja de chocolates. 😉

Ao final, com as sacolas de compras na mão, sugeri darmos uma olhada na festa dos anos 70 (aproveitando que estávamos vestidos a caráter com roupa de estampa florida), antes de irmos para o quarto, pois sabia que voltando para lá dificilmente daria coragem de sair de novo rs. Ele topou e lá fomos nós! 💃🏼

A festa estava bombando, e ficamos lá por um bom tempo (mais precisamente até acabar rs). Nos sentamos em uma das mesas, pedi uma caipiroska para mim e uma bebida não alcoólica para ele. E foi uma delícia estar ali. Apesar daquele tipo de festa não ser a sua preferida (rapaz muito reservado que nem gosta de beber rs), curtiu comigo da mesma maneira! Rimos, conversamos, cantamos e fomos os últimos a ir embora. 😬

O caminho de volta para a suíte fizemos pelo deck externo, que estava totalmente deserto. Acho até que se tivéssemos transado ali ninguém teria visto. 🙊

Esqueci de mencionar que desde que o navio zarpou, sentíamos balançar sutilmente (e até isso achei o máximo rs). Era como se eu estivesse bêbada sem ter bebido rsrs (depois que bebi então, ficou ainda mais intenso)! 😈

Ao entrarmos no quarto, trocamos de roupa (vesti uma camisola sexy e ele um pijama de algodão, que por acaso eu que lhe dei de presente no seu aniversário 😊), escovamos os dentes, e enquanto ele fazia a barba, adiantei o rascunho daquele dia.

Quando ele veio para a cama, eu já estava caindo de sono, não conseguindo continuar com o rascunho. Então propus um trabalho em equipe, passei meu celular para ele digitar enquanto eu ditava. 😬 Ele todo solicito me ajudou prontamente, só que certo ponto, eu já estava pescando. 💤💤💤

– Onde você parou? – Perguntei depois de um tempo, quando me dei conta do silêncio.

– Já terminei, estou esperando você dizer.

– Há quanto tempo você está esperando?

– Você cochilou por 15 segundos.

Cai na risada. 😂😂😂

– E você não ia me acordar para continuar??

– Você estava dormindo tão bonitinha…

Muito fofo ele! 🙈

Tratei de me recompor, pois precisaríamos fechar a noite com chave de ouro transando, e ele não aparentava estar com o mesmo sono que eu. Então coloquei meu celular no criado-mudo, e ele me beijou, deitando por cima de mim. 😎 Como eu estava mais para lá do que para cá de sono, adorei ele ter tomado a iniciativa.

Dos lábios foi para os meus seios, ficou neles por algum tempo, até que continuou descendo com seus beijos pelo meu corpo rumo a minha menina, fazendo com que qualquer resquício de sono fosse embora completamente. Me chupou maravilhosamente e ainda passou um gelzinho que esquenta no meu clitóris. 🔥

Continuou chupando e conforme fui ficando mais empolgada, pegou uma daquelas bolinhas gelatinosas que estouram dentro da gente, a lubrificou e introduziu com cuidado dentro de mim. (Tudo previamente combinado e consentido.) Após introduzi-la por completo, nos amassamos mais um pouco, então encapou e veio por cima no papai e mamãe, entrando devagar e aumentando a velocidade gradativamente.

Enquanto ele estocava, comecei a sentir pegando fogo dentro da minha vagina, uma sensação que eu não soube identificar se era boa ou ruim. Digamos que foi diferente rs. Estocou por um tempo considerável e gozou antes de mim. Assim que ele foi, peguei o vibrador que havia deixado de fácil acesso ao meu lado no criado-mudo, o liguei e deixei que fizesse todo o trabalho, me poupando os dedos rs. O aparelhinho vibrou no meu clitóris deliciosamente e me fez gozar antes que seu pau adormecesse por completo dentro de mim.

Depois fui rapidamente me limpar, pois a bolinha havia estourado e estava escorrendo tudo na cama. Já ele se banhou, pois também tinha suado durante a atividade. Quando retornou fomos logo dormir, que já era quatro e pouco da manhã! Dormimos abraçados (ele de barriga para cima e eu de lado com a cabeça deitada em seu peitoral). Quando acordei com a claridade da varanda (esquecemos de fechar as cortinas durante a noite), gostei de ver que ele estava abraçado a mim, sendo que dormimos comigo abraçada a ele. 💞

Despedida de Solteiro!

Não aguentei esperar para postar na ordem dos encontros, então resolvi antecipar esse aqui, aproveitando que o evento ainda está fresquinho na memória de vocês! 😎 Vamos ao começo de tudo!

O noivo da festinha é um cliente meu (recente que ainda irei relatar), e alguns dias após o nosso encontro, me enviou uma mensagem convidando eu e a Manuela Trindade para participarmos da sua despedida de solteiro. Analisamos a proposta com cuidado (nunca havíamos participado de uma) e então aceitamos! 🤗 Depois começamos a tratar os detalhes da festa com seu amigo, um japa muito simpático, que também estaria na despedida.

Passados alguns dias, ele me pediu ajuda para arrumar também uma ruiva e uma oriental (pois teve dois cancelamentos), e foi quando postei o pedido de ajuda no Twitter:

As gps ruivas que vieram na minha cabeça na mesma hora, foram: Melina Artois e Emma Lolli! Resolvi tentar primeiro com a Emma, por termos maior afinidade – já atendemos em dupla algumas vezes, enquanto com a Melina eu só havia trocado algumas mensagens -, e ela topou adiar a extração do dente do siso mais um pouquinho! 😁 Já a GP oriental foi difícil encontrar uma disponível para esta data. E após muita procura, consegui uma mestiça, sendo a Nina Takashi. Educadíssima e muito simpática.  😊

Mais dias se passaram e o japa precisou de mais  três meninas (teve novos cancelamentos). Foi quando chamei uma outra mestiça que tinha ficado em stand-by quando a Takashi aceitou (que não vem ao caso eu dizer quem, já que ela acabou não indo), mais a Nina Bardot e minha amiga Agatha Galluci!

Pouquíssimos minutos depois de eu conseguir essas três, o japa me ligou e explicou que precisava de mais sete!! 😳 Fazendo com que eu me sentisse a top organizadora de eventos rsrs. Foi quando finalmente chamei a Melina ArtoisRenata Paes, Sofia ProençaAnny Ambrósio (amiga da Agatha, iniciante no ramo), e Helena Becker (amiga da Manu, iniciante também). Não consegui as sete como ele pediu, pois nem todas que chamei quiseram, puderam ou me responderam a tempo, mas consegui uma boa parte! 💪🏻

Criei o grupinho no whats e foi uma delícia ver as meninas interagindo umas com as outras, empolgadas com a festa e a possibilidade de nos conhecermos pessoalmente. 💃🏼

As regras eram simples:

  • Não teria suruba, nem sexo grupal; (ufa!)
  • A projeção era de duas meninas para cada homem, ou seja, não seríamos exploradas sexualmente; (ufa de novo!)
  • O evento iria ocorrer numa chácara alugada em Atibaia; (com serviço de traslado e tudo);
  • Seria em torno de 8 rapazes;
  • Teríamos que nos fantasiar com aquelas fantasias de sexy shop.

Enfim chegou o grande dia!

Meu cliente ofereceu de eu ir junto com ele em seu carro, o que acabei topando, levando comigo a Agatha Galluci (que dormiu na minha casa na noite anterior ao evento) e a Manu Trindade. Em paralelo, as demais meninas iriam todas juntas de van, sendo o ponto de partida no queridíssimo hotel Lido rs.

Torci para que todas as meninas fossem, afinal a maioria eu que tinha agitado, e não queria passar vergonha com as minhas indicações rs. A única que desapareceu, sem ao menos cancelar antes, foi uma das que o japa tinha escolhido e pedido para eu chamar, sendo ele o dedo podre na escolha rs.

Após pegarmos a Manu, seguimos então para Atibaia, com aquele trânsito infernal de São Paulo em pleno sábado. Chegamos na casa (que era gigantesca) por volta das 16h. Fomos acomodadas numa suíte com uma imensa cama de casal, guarda roupa de parede e uma sacada que dava para a entrada da casa. Parecia que estávamos numa colônia de férias rs, excursão da escola, ou casa da playboy rs.

Ficamos lá no quarto conversando e separando as coisas que usaríamos mais tarde, até que de repente (após meia hora da nossa chegada) a van que trazia as outras meninas, finalmente chegou! 😍

Ai que empolgação! Eu estava super curiosa para conhecer as Gps que seguia e não fazia a menor ideia de como eram seus rostos! Logo descemos para vê-las de perto. E lá estavam todas as que eu chamei e mais algumas que o japa chamou. E assim como ele fez com a gente, as conduziu para o segundo andar e as acomodaram numa outra suíte um pouco menor (com beliche, cama de solteiro e uma cômoda com espelho), com exceção da Nina Takashi, Helena Becker e Anny Ambrósio que vieram para o mesmo quarto que a gente. 😊

Não deu para conversar com ninguém neste primeiro momento, e depois o japa nos chamou para o segundo quarto também, para que pudesse dar um recado para todas ao mesmo tempo. Falou poucas coisas, mais como um discurso de boas vindas e explicou resumidamente o que poderíamos esperar da festinha. E então pediu que descêssemos para comer algo, sem que precisássemos nos trocar por enquanto.

Fomos então para fora da casa, onde ficava a churrasqueira. Os rapazes já estavam lá bebendo e conversando. Havia bartender (que eram duas mulheres) preparando nossos drinques. Se formaram várias rodinhas de Gps conversando, cada qual com as que mais encontraram afinidade. Todas aproveitamos para conversarmos umas com as outras, um dos melhores momentos do dia. ❤️

Fiquei na mesma rodinha em que estavam a Melina Artois, Nina Bardot, minha amiga Emma Lolli, Anny Ambrósio e Helena Becker. Depois a Anny foi para outra rodinha em que estava a Agatha, e daí a Manu também se juntou a nós.

Me dei super bem com a Melina e a Nina Bardot! Nossa, como adorei elas! ❤️ A Melina parece uma bonequinha! Imaginava seu rosto de um jeito, e conseguiu superar minhas expectativas! Olhos claros, carinha de menina inocente. Lhe dava uns quinze anos!! A Nina é exatamente como eu imaginava! Também muito bonita e estilosa! Como ultimamente temos conversado bastante por aúdio no whatsapp, dava para ter uma boa noção do que esperar dela pessoalmente. Muito gente boa. Ambas são uns amores! Me senti no clube da Luluzinha dentro daquela rodinha rs.

Minha amiga Emma não conhecia ninguém além de mim (até então) mas não teve dificuldades em se enturmar (a essa altura já estava bem enturmada até rs), já que ali os perfis se pareciam muito. A Helena Becker é outra que também me dei super bem, apesar de não ter dado para conversarmos muito. Não houve muita interação com os rapazes neste momento (pelo menos não de todas), já que primeiro estávamos nos familiarizando com nós mesmas.

Após um tempo de “happy hour” aos poucos as meninas foram sumindo, conforme subiam para se trocar. E lá fomos nós! Seis moças (eu, Manu, Agatha, Takashi, Helena e Anny) dentro de um quarto se trocando ao mesmo tempo. Se tivessem câmeras, os rapazes teriam se deliciado rs.

Quando a Nina Takashi tirou seu vestido, não tive como não reparar e elogiar sua lingerie. Que era azul bebê toda delicada e enfeitadinha. Sem contar seu corpo escultural. Substituiu a roupa que estava por uma fantasia de chapeuzinho vermelho.

Anny Ambrósio era outra que tinha um corpo de dar inveja. Siliconada e sarada. Ela estava na dúvida entre as fantasias de odalisca, empregada e marinheira, e lhe ajudamos a optar pela de odalisca, que valorizava muito mais o seu corpo. 😌

Agatha Galluci sofreu para se decidir também, pois havia levado uma fantasia de dama da noite (que mais parecia roupa de balada de tão coberta) esperando que fizesse frio, quando na verdade estávamos todas suando dentro daquele quarto. Acabou decidindo pela fantasia de marinheira, que também valorizava o seu corpo sarado.

Manu se fantasiou de enfermeira sexy, ficando ainda mais linda do que já é; Helena Becker passou um tremendo calor enquanto vestia sua fantasia de comissária rs; E eu, vesti a minha de policial, pronta para prender quem me desobedecesse.

Após algumas de nós já estarmos prontas, aproveitamos o momento para tirarmos fotos enquanto outras terminavam de se arrumar. Depois todas desceram, e calhou de eu ficar para trás, pois estava postando a foto no Twitter. 🤓 Daí quando cheguei na porta da casa e já ia me preparar para descer as escadas até o gramado, meu cliente estava subindo bem nesse momento e estendeu os braços para mim. Eu correspondi no mesmo minuto e quando chegamos perto, demos aquele beijão! 👄

Parecia até que foi combinado de tão sincronizado que foi a cena rs. Depois ele continuou subindo e eu descendo rs. Uns dois rapazes que estavam perto da piscina viram, e começaram a bater palmas enquanto eu descia, complementando com: “Já foi dada a largada?” rsrs.

Enfim me juntei as meninas e já pedi mais uma caipirinha. Agora tínhamos até DJ (que também era mulher) tocando diversos gêneros musicais, que iam de funk a eletrônico. As gps estavam lindas com suas fantasias, pena que não deu para tirar foto com todas, já que não circulávamos com nossos celulares, que ficaram guardados na bolsa.

Da esquerda para a direita: Emma Lolli, Melina Artois, eu, Nina Bardot, Manu Trindade e Sofia Proença.

Novamente fiquei na rodinha com a Nina Bardot, Melina e Helena, e brinquei: “Será que vamos ser escolhidas?!” rsrs. Não demorou muito para que fôssemos. Um rapaz extremamente bêbado de blusa branca, parou entre mim e a Nina, chamando: “Vocês duas“. Achei que ele estivesse falando da Nina e Melina, e perguntei: “Elas duas?” e ele: “Não. Vocês duas”, apontando para mim e para a Melina, que pediu que ele aguardasse, pelo menos até ela pegar o seu drink que já estavam fazendo. Nesse meio tempo meu cliente nos salvou, dizendo que íamos com ele. Daí não entendi se o rapaz de branco estava apenas nos selecionando para o dono da festa, ou se ele foi passado para trás mesmo rs.

A primeira transa

Uma outra Gp foi levada conosco (que até então eu não conhecia), chamada Michele, e enquanto íamos para o quarto com ele, nos demos conta que éramos que nem as Três Espiãs Demais: uma loira, outra morena e uma ruiva rs. Ele queria nos levar para o “seu quarto” (que era aquele maior em que eu e as meninas estávamos quando chegamos), porém, o alertei que para lá seria inviável, pois a cama estava repleta de bolsas e o quarto todo zoneado rs. Ele abortou a missão e nos levou então para um dos quartinhos que tinham ali embaixo mesmo. Quartinho esse que podia ser chamado de forninho. Passamos o maior calor lá dentro (literalmente).

O encaminhamos para o banho (era suíte) e enquanto isso fomos tirando nossos calçados. A Melina revelou que não tinha muita experiência em interagir com outra mulher e por conta disso estava um pouco receosa. Mas falei para não se preocupar que focaríamos só nele. Quando ele veio, encarnei a policial mandona, fiz ele se deitar, e me sentei por cima, algemando seus braços na altura da sua cabeça. Coloquei a Melina para beijá-lo e desci com a morena para chupá-lo. Fiquei no pau e ela nas bolas. 👅

Ficamos algum tempo assim, depois eu subi e a Melina desceu. Depois ele pediu que elas se chupassem, enquanto eu também o chupava. A Michele foi super bacana nessa hora, pois sabendo que a Melina não se sentia confortável interagindo com outra mulher, tomou a iniciativa e rapidamente desceu para a xaninha dela.

Ficamos mais um tempo assim, até que ele disse para mim que queria “ela”, se referindo a Melina. Daí já peguei a camisinha e fui encapando o menino, enquanto a Michele me ajudava, abrindo o sachê de lubrificante. Ela fez o serviço completo e também lubrificou para que a Melina só sentasse. Trabalho em equipe total! Rsrs. Daí me posicionei ao lado da Melina e fiquei sensualizando, passando as mãos pelo corpo dela, para que ele tivesse uma ótima visão enquanto a sentia por dentro. Várias vezes tentei chupar os seios dela ou beijar ele, mas como ambos estavam fazendo movimentos rápidos e bruscos, não deu muito certo rs.

Depois a Melina começou a pegar no pescoço dele e reparei que o safado gostou. Fui na dela e também simulei um enforcamento, ao que os olhos dele se perdiam pulando de mim para ela enlouquecidos. Começou a ficar ainda mais empolgado e nos mostrou que também gostava de tapa na cara. Daí eu e a Melina o estapeamos (uma de cada vez), sem dó. Depois ela abaixou para beijá-lo e fiquei sem ter muito o que fazer rs. Me juntei a Michele e ficamos fazendo carinho nas outras partes do corpo dele. Diversas vezes me sobressaltei com ele dando uns tapões com as mãos juntas na bunda da Melina. “Eita porra” pensei, quando vi o bumbum branco que ela tinha, ficando mais vermelho a cada tapa. 👋🏻

Ficaram um bom tempo transando, até que, de repente, ele disse: “Sua vez” para mim. Ah bom! Achei que fosse me deixar chupando dedo! Rapidamente peguei outra camisinha, tirei a anterior e a Michele eficiente já foi lubrificando para mim também. Comecei bem devagar, pois ele já devia estar quase gozando e muitas vezes pedia para eu ir com calma. Quando eu estava por cima, não deu para as outras meninas interagirem, pois nos beijamos ao mesmo tempo e meus cabelos caíram em volta do seu rosto, lhe tampando a visão do quarto.

Como era de se esperar, comecei a me masturbar, um pouco acanhada no começo com as meninas olhando, mas depois foquei só em nós dois, e consegui gozar gostoso. 😛 Depois acelerei com vontade, e após alguns segundos ele avisou que ia gozar também.  Me senti honrada por ter escolhido gozar comigo. ❤️

Depois que gozou ficou totalmente arriado. Fiquei um tempo lhe fazendo carinho, até que o encorajei a ir tomar outro banho para dar uma acordada, afinal a festa estava só começando! O deixamos se banhando e subimos para o quarto juntas, indo nos arrumar também. Todas estávamos descabeladas, pois além do esforço físico não ventilava no quarto, passamos muito calor.

Peguei minhas coisas no quarto maior, e fui para o outro quarto me arrumar com elas. A Michele se banhou primeiro, depois eu, e por último a Melina. Sempre conversando e dando muita risada entre a gente. A parte ruim é que o chuveiro não esquentava, mas ainda bem que estava calor, então não foi tão sofrido rs. Mais meninas se juntaram a nós nesse meio tempo e demoramos um pouco mais para voltar para a festa, já que conversar com as colegas de trabalho também fazia parte do break. 😎

Quando voltei para a churrasqueira, meu cliente já estava por lá, jogando sinuca com umas três gps e dois caras. Fui ver se tinha algo para comer (depois do esforço físico bate aquela fominha), mas só consegui me sentir atraída por uma salada de maionese. Um senhor que estava apoiado no balcão perto da pia (depois descobri ser o tio do noivo), gentilmente me ajudou, lavando um garfo para mim.

Me juntei a Emma e Sofia, que estavam sentadas ali perto, comi minha salada e pedi outro drink. De repente, os caras estavam na maior agitação perto da piscina e eu a Manu chegamos mais perto para olhar. O alvoroço se deu porque as gps que estavam jogando sinuca com eles perderam a aposta e iam se jogar na piscina. Nossa fiquei feliz de não estar na pele delas, pois a água deveria estar gelada (apesar do calor), sem contar que não seria nada glamuroso ficar nua na frente de todos e estragar a maquiagem com a água rs.

De repente olhei para o lado e vi a Manu no maior beijão com um rapaz de óculos. Fiquei com vontade de tascar o beijo no japa que estava na minha frente também (aquele que eu conversava com frequência sobre os preparativos da festa), mas fiquei sem graça de me insinuar para ele. Sem contar que meu cliente estava perto, e não sei se ficaria chateado. (Não que eu fosse exclusiva de alguém, mas tínhamos acabado de transar, não é mesmo?! Rs.)

A segunda transa 

Dei a sorte de ser com um outro rapaz que também tinha me chamado bastante a atenção durante a festa. Estávamos do lado de fora da casa (numa das entradas que dava para a cozinha) conversando eu, ele, a Manu e o tal rapaz de óculos citado acima. Estava rolando o maior clima e quando a Manu e o de óculos se beijaram novamente, olhei para o loirinho e lhe dei um beijo, que imediatamente foi correspondido.

Ficamos um bom tempo nos beijando com ousadas passadas de mão, cada casal de um lado da parede. Eu e a Manu parecíamos duas amigas que tinham saído da balada cada qual com o seu affair da noite rs. Às vezes eu abria os olhos para ver em que pé estava o casal da frente, e quando vi que os amassos estavam quentes, quis botar o meu para ferver ainda mais! Desci para o pau do loirinho e já comecei a chupar ali mesmo (mulher é mesmo muito competitiva rs).

Depois vi meu cliente chegando com uma GP, se instalando em outra parede próximo de nós. Fiquei curiosa em saber quem era a moça que estava com ele, mas entre uma chupada e outra não consegui indentificar rs. Dali a pouco, o loirinho gostoso chamou: “Vamos para o quarto?”. Era tudo o que eu estava esperando ouvir naquele momento! 😈

Ele estava um pouco bêbado e me pareceu perdido, sem saber em qual quarto poderíamos entrar (os tais quartos ficavam do lado de fora da casa, similar aos de motéis, com as portas enfileiradas). Mostrei um que de longe dava para ver que a porta estava aberta, e pedi que fosse na frente, enquanto eu pegava as camisinhas e o gel lá na mesa.

Quando entrei no quarto escuro, ele estava tomando banho. Rapaz higiênico, gosto assim! 😌 Abri a porta do banheiro, e fiz um charme, dizendo: “Oi… Vim checar se entrei no quarto certo”. Para o meu azar ele entendeu outra coisa, e por um instante quase abortamos a missão. Achou que eu não queria transar com ele e que estava dizendo que ele não era o cara certo. 🤦🏼‍♀️ Em contrapartida, eu também pensei que ele tivesse desistido de transar comigo, quando percebi que a minha frase inicial não tinha surtido o efeito esperado. Uma confusão! Rs.

Felizmente resolvemos o mal entendido, e sim, ambos queriam transar um com o outro. 😋  Ele saiu do banheiro nu e já o agarrei ali na porta. Muitos beijos, desci para seu pau de novo e tratei de deixá-lo duro. Depois ele me encaminhou para a cama e já pediu pela camisinha. Encapamos, gel, veio no ppmm.

Nossa que delícia transar com ele! Pedi que não gozasse rápido, mas ele falou que estava difícil, que eu era muito gostosa e que meus gemidos estavam te dando muito tesão. De repente, ele parou de transar e avisou que ia tomar banho. Não entendi direito o porquê, mas imaginei que fosse para evitar que gozasse rápido, uma vez que o menino amoleceria com a água do chuveiro.

O aguardei na cama, me masturbando, sedenta para gozar com ele dentro de mim. Ele voltou com o menino mole e retomei o oral para endurecê-lo na minha boca. Seu pinto parecia uma montanha russa, ora estava pra cima, ora estava pra baixo, e comecei a ficar frustrada por não conseguir mantê-lo duro por muito tempo.

Enfim consegui encapá-lo e fui por cima, mas a transa não vingou. Para piorar, eu só tinha pegado duas camisinhas, e tive que sair descabelada e descalça que nem uma louca, pra pegar mais lá na mesa da sala. Voltei correndo e já caí de boca de novo. Chupei, chupei e nada. Dessa vez não estava mais conseguindo trazê-lo à vida. 😩 Pior que eu estava super afim, mas pelo jeito tinha buscado mais camisinhas para nada.

Daí ele acabou se dando por vencido e disse que achava que não conseguiria, ainda mais depois de ter gozado. (!!!) Nessa hora me sobressaltei, pois eu não tinha percebido que ele tinha gozado aquela hora! Ele gozou tão quietinho e foi se banhar tão rapidamente, que eu achei que ele só tivesse ido amolecer o menino pra sair da linha de fogo e aguentar mais tempo. Agora se ele já tinha gozado, isso explicava tudo! Imediatamente me senti menos pior, já tinha cumprido a minha missão e agora só restava lhe dar o devido descanso rs.

Ele sugeriu transarmos de novo mais tarde, mas nem levei a sério, pois era óbvio que ele queria pegar todas e não ficar repetindo a mesma rs. Nos vestimos e saímos do quarto juntos. Passamos pela sala e foi inevitável os olhares das Gps que estavam por lá. “Acabamos de transar” estava escrito em nossas testas rs.

A festa estava chegando na reta final. 💔 Faltava pouco para às 23h e o Uber nos buscaria meia noite. Voltei para o encontro das meninas e fiquei conversando com a Manu, enquanto bebericávamos nosso último drink. Vimos o japonês subindo com a Melina, e me diverti com o comentário da Manu: “Ela terá trabalho para fazê-lo gozar, pois ele acabou de gozar comigo!” 😅😅

Meu cliente se aproximou da gente, e deixei escapar que ainda não tinha comido a carne desde a hora que cheguei. Ele mudou de fisionomia na mesma hora, como se aquilo fosse uma grande ofensa à minha pessoa rsrs. Nos explicou que o churrasqueiro desmarcou em cima da hora, e que estavam tendo que se virar entre eles, pedindo desculpas por isso. Que homem educado e gentil! Não nos devia nenhuma satisfação e mesmo assim se preocupava em não causar uma impressão ruim rs. Ainda serviu a carne para nós! ❤️

Quando estávamos subindo para nos trocar, fizemos uma paradinha na cozinha, e ficamos papeando com a Nina Bardot e a Helena, até que mais rapazes foram chegando e entrando na prosa. Eu já estava descalça, com as botas na mão, então não me prolonguei muito, e fui saindo de fininho logo depois da Nina Bardot.

Quando cheguei no quarto, peguei meu celular para ver se o meu colega que faz Uber já tinha chegado e sim, ele já estava lá! Corri para avisar as meninas, porém, não encontrei a Manu! 🤦🏼‍♀️ Fiquei desesperada porque o motorista do Uber já tinha nos alertado que não poderia esperar muito tempo, pois, como já sabíamos, ele teria outra corrida particular logo em seguida.

Ficou visível o desconforto entre todas as meninas (a Emma também ia voltar com a gente) com receio de perdermos o Uber. Fiquei sem entender a razão dela nos deixar na mão… Que vontade de mostrar serviço era aquela quando já tinha passado do horário combinado, quase nos deixando à mercê dos rapazes da festa que não estavam em condições de dirigir? 🤔

Sem contar que o menino do Uber ficaria putissímo de rodar até Atibaia (ele saiu de Guarulhos) para voltar sem as passageiras e o principal: sem o dinheiro combinado para aquela viagem! Pois é, até no final da festinha tinha adrenalina! 😅 Felizmente consegui enrolá-lo até ela aparecer, e após todas recebermos nossos envelopes com o cachê, nos despedimos do pessoal e partimos.

Pedi as meninas, antes que entrássemos no carro, para que não comentassem nada da festa durante o trajeto, pois o menino era um conhecido civil meu e não fazia a menor ideia do que eu fazia. Comentar elas não comentaram, mas soltaram um “Sara” aqui e ali me deixando congelada quando ouvia rs. 😳 Espero que ele não tenha notado… 🤦🏼‍♀️

Dia com o Empenhado!

Nos encontramos por volta das dez da manhã. Lhe abri exceção quanto ao horário de início – apesar de detestar acordar cedo – pois me adiantou que faríamos uma pequena viagem, e que quanto mais cedo caíssemos na estrada, mais tempo poderíamos aproveitar chegando no destino final.

Ele não me revelou muita coisa desse passeio, só disse que era meu presente de aniversário adiantado. E como no ano passado ele fez uma grande surpresa em comemoração a esse meu dia (para lê-lo clique aqui), fiquei bastante apreensiva do que esperar deste outro rs. Já havíamos feito uma pequena viagem para Jundiaí em outro repeteco, mas ao que tudo indicava esse novo passeio seria ainda mais emocionante! E assim como na viagem anterior, entrei em seu carro sem saber para onde estávamos indo, tendo como dica apenas os pequenos enigmas dentro de cada sacola que me entregava ao longo do dia, para que eu descobrisse aos poucos o que iria me acontecer. Juro que até hoje fico abobada em como ele tem paciência e criatividade para bolar tanta coisa legal para mim! 🤗

Daí me entregou a primeira sacola, que continha um papel retângulo com a figura de um casal dançando tango de um lado e com suas palavras escritas do outro. Resumidamente sua carta dizia que o lugar para onde iríamos tinha a ver com o tango, com os alfajores que estavam juntos na mesma sacola, e também com a garrafa de água que eu já havia bebido antes, sem ter lhe dado a devida atenção. Rapidamente a peguei de volta, curiosa em descobrir que dica uma simples garrafa poderia me dar rsrs. E na vedade, ela foi bem mais reveladora de que todo o resto, pois nela estava escrito: “Campos do Jordão” !! 🙀 Fiquei mega eufórica quando descobri, mas confesso que lá no fundinho, uma parte de mim já sabia que era lá, quando ele disse que poderia estar frio rs.

Durante o percurso conversamos bastante, mas também acabei cochilando, por ter saído da cama mais cedo que o habitual. Chegando na entrada da cidade, paramos para que eu tirasse algumas fotos e fiquei mesmo besta com o modelo das casas de lá! Parecia que eu estava em outro país!! 😯

Fomos para um estacionamento e quando ele desligou o carro, um funcionário do lugar avisou que onde paramos caía muito pinho, sugerindo que estacionasse em outro canto. Nessa hora tivemos uma desagradável surpresa, deixando o Empenhado super preocupado, nunca o vi daquele jeito. O carro simplesmente não queria ligar, sem nenhum problema aparente. Pedi que ele se acalmasse, mas era visível a sua preocupação, temeroso que tudo o que havia planejado viesse por água abaixo. Demorou alguns minutos e foi preciso várias tentativas até que o carro finalmente voltasse a vida. Quando ele manobrou e estacionou novamente, quis religar o carro na mesma hora para testar, mas pedi que deixasse isso pra lá e prosseguíssemos com o passeio, pois se o carro não ligasse outra vez, não adiantaria de nada e só estragaria o nosso humor. Então que deixássemos esse possível problema para depois. Sabiamente ele seguiu meu conselho e então fomos andando para o local, que era… um restaurante! 🍽

A caminhada acabou sendo mais longa do que o previsto, pois nos perdemos rs. Paramos para pedir informação a um senhor que estava passando, e esse apesar de solicito, também acabou sendo um pouco deselegante, quando resolveu falar mal do restaurante que íamos, dizendo que era caro demais, podendo não ser lá essas coisas. Segurei o riso nessa hora, pois estava menosprezando a surpresa que havia sido planejada para mim, sem se dar conta rs. Mas o Empenhado soube lhe responder com elegância, dizendo que em datas especiais considerava aceitável certas extravagâncias. Não que o senhor fosse compreender ou concordar com o seu ponto de vista, mas também o que ele tinha que se meter opinando sobre onde iríamos comer?! Rs.

O restaurante em questão se chamava Libertango, localizado no bairro Capivari. Todo decorado no estilo das casas de Tango Argentinas, com  uma culinária inspirada nas Parrillas também Argentinas. Ao contrário do que aquele senhor amargo disse, o atendimento lá foi perfeito a comida também! Deixei que o Empenhado escolhesse os nossos pratos, pois como eu não conhecia, não teria muito o quê opinar rs. Ele escolheu então: “Ojo de Bife”, Arroz com Brocólis e uma “Parrillada de Vegetables” (legumes grelhados). Para beber escolhi a Capirinha de limão de novo e ele um suco de laranja (senão me engano). Junto com a carne, vieram diversos molhos (vinagrete, pimentão pelado, morango com blueberry, barbecue, manga com gengibre e chimichurri) e experimentamos cada um (gostei mais do de morango!). A carne estava deliciosa, apenas os legumes grelhados (mais especificamente o tomate e o pimentão) que estavam com o sabor estranho. Comemos, rimos, conversamos sem a menor pressa e foi tudo muito legal!! 😊

Saindo do restaurante, andamos pelo bairro, rumo ao próximo passeio. No caminho paramos numa lojinha a meu pedido, pra que eu comprasse algumas lembrancinhas. Comprei dois imãs de geladeira lindos (no formato das casas de lá), um enfeite de estante (um cachorrinho de porcelana super fofo) e três chaveiros.

A próxima parada foi andar de teleférico!!! 😍 Que nos levou ao Morro do Elefante. Chegando no alto dele, fomos ao mirante e lá ficamos um bom tempo apreciando a linda vista da cidade e das montanhas. Simplesmente demais!

Morro do Elefante - Campos do Jordão

Depois voltamos ao teleférico, que nos levou de volta às ruas, e novamente passeamos pela região. Quando estávamos quase voltando para o estacionamento, tive vontade de comer fondue, e fizemos um pequeno desvio no percurso. Depois acabamos parando em outra lojinha, onde comprei uma blusa de frio para mim. Enfim entramos no carro e a hora da verdade chegou! 😳 Será que ele estragaria o restante do passeio? 🤔 Felizmente aquele imprevisto não se repetiu e ligou na mesma hora. Ufa, foi só um susto mesmo! Inclusive até hoje ele não sabe o que aconteceu exatamente rsrs.

Daí o Empenhado me entregou a segunda sacola, que continham duas flores e a segunda carta, dessa vez com a imagem de um jardim florido de um lado e do outro algumas dicas, dizendo que o local que estávamos indo tinha uma enorme beleza. Beleza essa que – segundo suas palavras – combinaria demais com a minha rs. 😬 Lhe enchi de palpites tentando adivinhar, até que chegamos no “Parque AmantikirJardins que falam“. E o lugar era mesmo lindo! Diversas flores e vegetações foram usados para fazer um paisagismo fantástico!

Parque Amantikir - casa da arvore

Parque Amantikir

Ele comprou os ingressos lá na hora e passeamos por toda a extensão do parque. Até havia um labirinto, que fiz questão de entrar, cética de que seria impossível nos perdemos ali. Mas me enganei hahaha. O bendito nos roubou uns bons minutos tentando sair dele! 😅

Ficamos cerca de uma hora no parque, e na última parte que exploramos (com cenário oriental), ousei tirar uma foto mais sensual para o blog, já que só havia nós dois por ali! 🙊

Parque Amantikir cenário oriental

Assim que voltamos para o carro, me entregou a terceira e última sacola, que havia mais uma carta (essa já era pessoal) e dois presentes. Sendo: o livro “Atlas de Nuvens” do David Mitchell e um conjunto de calcinha/camisola sensuais.

A última parada seria no Motel Flowers em Jacareí. Dessa vez dormi bastante no caminho, já que anoiteceu e eu estava um pouco cansada, afinal andamos o dia todo e visitamos vários lugares. Mais uma hora de estrada, até que chegamos no local.

Quarto 30. O motel em questão, concordamos que era bem feinho, com um visual cafona e antigo. A porta da garagem sequer era automática, o teto solar em cima da piscina também era manual, fora a própria piscina que tinha um aspecto estranho, não me animei em nada entrar nela rs. Mas é claro que não seriam esses detalhes que estragariam o nosso encontro. Até porque, na verdade o que nos interessava mesmo era a TV, já que além da transa, também assistiríamos um filme! – Chamada de Emergência que eu mesma havia indicado -. 😁

Primeiramente fomos tomar um banho – o chuveiro também demorou uma vida para esquentar rs – e então fomos para a cama, brincar um pouquinho hehe. Começamos a nos beijar, com ele roçando bem gostoso seu pau no meu clitóris. Hummm. Depois desceu para a minha xaninha, distribuindo vários beijos no caminho. Me chupou por um tempo, e então voltou a me beijar, me masturbando com seu pau. Como o tesão estava gritando, logo encapou e veio por cima, no papai e mamãe. Na mesma hora comecei a me masturbar, ao que ele acelerava e intensificava, me fazendo gozar bem gostoso. 😏 Depois trocou para frango assado, e após alguns minutos não resisti e voltei a me masturbar (mas não cheguei a gozar). Daí trocamos de posição de novo, e dessa vez eu que fui por cima. Ele já estava quase gozando, mas antes sugeriu de tirarmos determinada foto e gravarmos tal vídeo, que eu tinha pedido mais cedo, para o blog.

E como já havíamos tirado a camisinha e estava super engajada no oral, ele gozou assim, me avisando antes para que finalizasse nos meus seios. Depois nos banhamos de novo e voltamos para a cama. Ele conectou o USB do celular, que já estava com o arquivo do filme previamente baixado. O gênero era suspense e enquanto o assistíamos, comemos alfajor, e uma porção de salame com azeitonas, que pedimos. 😋

Quando o filme terminou, já era quase meia noite e eu estava começando a ficar com sono. O Empenhado queria transar outra vez, e confesso que fiquei feliz quando ele broxou rs, pois eu já não estava mais com tanto pique (assim como ele, que broxou até mesmo por isso, pois o cansaço acabou se sobressaindo ao tesão). Ele ficou chateado achando que eu ficaria desapontada, mas a verdade é que só me animei de transar de novo porque ele havia feito um oral caprichado, mas no fundo no fundo eu não estava tão afim rs.

Então tomamos outra ducha, arrumamos nossas coisas e caímos na estrada. Eu consegui voltar a dormir no caminho, já ele teve que ficar com o olho bem aberto todo o tempo rs. O encontro acabou sendo de 14 horas! 😯 Dia mais que especial! Muito obrigada por cada minuto!! ❤️

Vista do Parque Amantikir

Cliente 211 – “A Poderosa”

Essa foi a primeira vez que fui contratada apenas para acompanhar! E ainda por cima por outra mulher! Olha que demais! 🤗 Ela havia me contatado um mês antes desse encontro, para pedir informações sobre sexo a três (atendimento à casal), e quando me contatou de novo, achei que fosse para definir a data. Porém os planos haviam mudado, e agora precisava da minha companhia em um evento. Fiquei um pouco apreensiva a princípio, pois nunca havia feito algo assim, mas ela foi super esclarecida e até transferiu o dinheiro antecipadamente! 😯 Além de também ter sido generosa com o cachê, me acertou por duas horas, sendo que o combinado foi só uma hora.

Abri exceção em lhe atender num sábado à noite, e me pegou de carro na Augusta. Foi um pouco confuso para nos encontrarmos, mas quando deu certo e entrei no seu carro, me surpreendi com uma mulher linda de 40 e poucos anos (lhe dava uns 10 a menos). Imediatamente pensei comigo mesma: “Espero chegar nessa idade com toda essa beleza também!”. Era linda, loira, também usava óculos e parecia ser muito inteligente. O percurso durou alguns minutos e conversamos bastante no trajeto.

Quando chegamos no evento, ela estacionou um pouco mais a frente e se trocou dentro do carro. Antes de ir encontrá-la, eu havia lhe perguntado como pretendia se vestir, e fui com uma roupa parecida. Contudo, ela estava trocando para uma ainda mais chique, e comecei a ficar sem graça pela minha roupa. 😅 Ela explicou que achava que não daria tempo de se trocar, mas que eu podia ficar tranquila, pois também estava linda rs. – Eu usava vestido e botinha, enquanto ela um macacão chiquérrimo e saltão. – Demoramos um pouco para sair do carro, pois ela também se maquiou. Eu estava ali, mas até então não entendia o porquê da minha presença ser tão importante.

Quando entramos no local foi que entendi. Ela tinha ido para o evento do paquera, e por motivos pessoais, foi mais seguro me levar como sua “amiga”, do que uma amiga civil mesmo. Não posso dar muitos detalhes a respeito, então não estranhem se a história tiver alguns pulos rs. Comprou um drink para si e perguntou se eu também queria, mas recusei prontamente, não queria lhe dar gastos. E então fomos para onde ele estava! O rapaz estava muito ocupado com o evento então não lhe deu muita atenção nesse momento. Daí procurei distraí-la falando sobre filmes, músicas e afins. Após um tempo de conversa, ela voltou a me oferecer um drink e dessa vez aceitei. 😬

Depois ele conseguiu dar uma escapada e veio nos cumprimentar. Conversaram brevemente e ela me garantiu que ele não sabia quem eu era rsrs. Conforme eu fui bebendo, fui ficando mais alegrinha e fiz valer o cachê a mais que ela pagou, fiquei pelas duas horas mesmo, sem fazer nenhum esforço. O evento estava agradável e repleto de gente bonita! Sério, não consegui encontrar uma pessoa feia naquele lugar! Rsrs. E o papo com ela fluía naturalmente, parecíamos mesmo duas amigas. 😊

Perto de irmos embora, ele voltou a conversar com ela, e dessa vez por bastante tempo. Quis lhes dar privacidade, e fiquei mexendo no celular quando não estava bebendo. Às vezes quando os olhava, ele direcionava a conversa à mim também, como se eu estivesse por dentro do assunto kkkkk, mas a música estava alta e eu não estava tão próxima deles, então só mexia a cabeça afirmativamente, quando na verdade não estava entendendo nada kkkkk.

Depois ela gentilmente chamou um táxi para mim, e acertou a minha viagem de volta até em casa. Definitivamente esse foi o trabalho mais sossegado que eu já tive. Pena que não é sempre assim! 😬

The Week (Depois)

TAXI

Após entrarmos no táxi, começamos a conversar sobre a nossa noite incrível. Daí perguntei para os meninos, o que eles tinham achado das meninas. O R – apesar de ter reparado que as unhas do pé da B não estavam pintadas rsrs -, só disse elogios; Já o D criticou a N, dizendo que pela sua foto do perfil no face, ela parecia uma modelo, e pessoalmente não era nada daquilo. Claro que gosto cada um tem o seu, mas o D estava sendo crítico demais, pois não se referia ao fato dela ser bonita ou feia, mas sim ao seu peso. Falei para ele que estava sendo preconceituoso e que ele também era gordinho (e era mesmo). Imagina que coisa hilária, um gordinho falando mal de outro por também ser gordinho, aquilo não tinha nexo! O R riu da minha sinceridade, e por um momento achei que o D fosse ficar ofendido, mas daí ele disse: “Sim, eu sei disso! Mas não fico mostrando uma coisa que não sou”. Como assim gente? Ele estava se baseando só pela foto do perfil, qualquer um que visse as outras fotos dela, veria que não era tão magra assim, suas coxas eram bem grossas, típicas de uma mulher com mais corpo.

Não me aprofundei muito nesse assunto, pois logo lembrei de algo muito mais importante: “Gente, cadê a cinta da N????” Perguntei alarmada, e imediatamente o R também ficou preocupado. Nos viramos para o D (afinal foi ele que retirou nossas coisas na chapelaria). Ele estava boiando pois nem sabia da existência da cinta (não sei mesmo em que mundo ele estava durante a balada rs), e disse: “Não sei de cinta nenhuma, a mulher só me entregou isso”. Daí o R caiu em si, e lembrou que quando foi levar, a moça disse que não iria abrir a sacola para colocar junto com as nossas coisas, mas que ia deixar em cima. Então quando o D foi retirar, a moça deve ter achado que não era nosso por não estar dentro, e como ele também não disse nada, adeus cinta! “Puts, e agora??!” exclamei preocupada. Daí o R, desencanado como sempre, falou:  “Relaxa! Elas compram outra! O que é uma cinta pra elas?!” E como as meninas são super bem de vida (a B até tem carro), acabei me tranquilizando.

Ahh mas não foi só isso que deixamos para trás não. Lembram na primeira parte da história, quando eu disse que perdemos algo que estava dentro da minha bolsinha? Pois então, ainda viriam mais catástrofes!

Quando chegamos na estação de metrô em que pegamos mais um ônibus, eu e o R fomos para um lado da estação, e o D para o outro. Daí o R comentou que queria comprar uma água de coco, e paramos para eu pegar seu dinheiro na minha bolsinha. Daí bem nesse momento, meu celular começou a tocar, e como eu estava super atrapalhada procurando o dinheiro, a pessoa que estava ligando preferiu vir ao nosso encontro, que era o D.  “Minha chave!”, ele disse enquanto se aproximava, tirando o celular do ouvido, me lembrando que estava comigo.  Procurei na bolsa e lhe entreguei.

Assim que ele foi embora, o R percebeu que após eu lhe entregar a chave, não restou mais nenhuma na minha bolsa. “E a minha, cadê???”  😳  Ele perguntou desesperado. Puts! Revirei aquela bolsinha mais de cinco vezes, como se ela fosse uma bolsa gigante com muitos bolsos escondidos, e nada, nem sinal de outra chave! Procurei no bolso da minha jaqueta, e nada também, nela só havia meu fone e a minha chave de casa. “Não acredito que você perdeu minha chave de casa” 😖 se lamentava, o R. Tanto eu, quanto ele, já estávamos sonhando com o momento em que chegaríamos em sua casa e nos deitaríamos para  descansar, e sem as chaves, parecia ainda mais desesperador não podermos fazer o que planejávamos.

chaveiro

Enquanto esperávamos a condução, pensamos em soluções! O que faríamos sem poder entrar na casa dele? Sua mãe estava viajando e também falaria um monte de merda, se soubesse que ele perdeu a chave numa balada. Sem contar que estávamos cansados, não queríamos ter que lidar com uma situação daquelas naquele momento. Falei de irmos para a minha casa, mas por minha mãe estar em casa, o R não quis, já que não teríamos nenhum tipo de privacidade.

Lembramos que há um chaveiro perto da nossa casa, e quando chegamos fomos direto lá. Eles cobrariam R$60 para abrir a porta, e depois fariam o orçamento da cópia da chave. A moça falou o valor com pesar, como se até ela achasse caro demais. O R disse que tudo bem, e perguntou se já poderiam ir com a gente naquele momento. Nos responderam que sim, mas depois voltaram atrás, alegando que a peça usada para destrancar a porta, não estava lá. Explicaram que teriam que ligar para tal pessoa, pedindo que fosse lá levar. Também foram vagos quanto ao tempo, o R tentava arrancar deles um horário preciso para irem na sua casa, mas eles diziam que dependia dessa outra pessoa levar a peça. Aff, que porcaria de pós-balada.

Novamente falei ao R para esperarmos na minha casa, mas ele estava irredutível, disse que queria a sua casa, a sua cama, e etc. Lembrou que sua vizinha tinha uma cópia da chave do portão (a mesma usa sua garagem para guardar o carro), então falou que conseguiríamos entrar, daí ficaríamos no quintal conversando, até o chaveiro chegar. Particularmente achei que seria bem mais confortável esperarmos na minha casa, mas como ele não concordou com a minha sugestão, não o deixaria sozinho nessa, até porque eu que perdi a chave, né? Falei então para passarmos na minha casa só para eu tirar aquelas botas e colocar um chinelo. Ele topou. Minha mãe achou que eu estava bêbada, e era melhor que pensasse isso do que saber a verdade rs. Realmente não seria legal ficarmos na minha casa com ela nos enchendo de perguntas.

Como uma grande brincadeira de mau gosto do destino, sua vizinha não estava em casa (para variar né), segundo seu filho, ela tinha ido ao mercado. Legal. O R não aguentou esperar até que ela voltasse e deu um jeito de pular o portão. Eu também pulo o portão da minha casa quando necessário, mas para mim era impossível pular o da casa dele rsrs, então fiquei esperando do lado de fora, enquanto ele tentava de várias formas abrir a corrente e o cadeado, sem sucesso.

Demorou cerca de trinta minutos para sua vizinha voltar, e me senti uma sem teto esperando todo aquele tempo do lado de fora rs; O chaveiro demorou ainda mais para vir. O R pediu para eu ligar lá questionando, mas, quem disse que eu achava o papel com o telefone?? Rsrs. Desconfiava tê-lo esquecido dentro do bolso da minha jaqueta, em casa.

Mandei mensagem para uma amiga nossa que morava praticamente do lado do tal chaveiro, perguntando se poderia nos ajudar, pedindo que fosse lá e pegasse o número de telefone, de novo para a gente. Ela nos respondeu que estava acabando de acordar, mas que nos ajudaria sim, toda solicita. Disse que levaria apenas alguns minutos para se trocar e escovar os dentes. Acreditem ou não, a queridinha demorou mais de uma hora para nos responder com o número de telefone!

Vendo que a menina não respondia e que os minutos estavam passando, o R decidiu que voltaria no chaveiro. Eu não fui com ele, pois me dava preguiça só de imaginar o percurso rs (e quem andou à noite toda de salto fui eu). Fiquei deitada num tapete pegando sol, enquanto ele foi e voltou.

Assim como eu, o R ainda estava fritando, e voltou com a maior cara de louco, dizendo para eu ligar em outro chaveiro, pois naquele não iriam resolver nada. Ainda contou que reclamou com eles, pois sequer nos ligaram para dar alguma satisfação da demora. Em sua defesa, eles disseram que não estavam conseguindo contato com a pessoa que estava com a tal peça, estando assim impossibilitados de nos atender.

Daí foi nesse momento que a queridinha nos respondeu com o número de telefone. 😒 Quase a respondi com um: “Se fosse pra morrer já teríamos morrido” mas o R me interceptou, dizendo: “Só diz pra ela que obrigado e tá bom”. Como podem ver, ele é bem mais sensato do que eu rs.

Pesquisei na internet e liguei em outro chaveiro. Na verdade eu liguei em um mercado que eu sabia que havia serviço de chaveiro do lado, perguntando humildemente se eles poderiam nos passar o telefone do chaveiro. A moça, muito simpática, pediu para eu aguardar, pois desconfiava ter o número anotado em alguma parte da sua agenda. Fiquei uns bons minutos esperando, e enquanto isso o R estava inquieto naquele quintal, tentando de várias maneiras entrar dentro de casa.

Ele conseguiu escalar até o andar de cima (sua casa é um sobrado), e deu muita, mas muita sorte, de uma das janelas de cima (justo a que ficava do lado da porta) estar destrancada! Daí ele abriu a janela, enfiou o braço e conseguiu pegar a chave que estava na porta. Primeiro ele tentou girá-la, mas como não conseguiu, a puxou (com muito sacrifício para que não escorregasse entre seus dedos) e então abriu por fora!

Seu quintal tem uma parte coberta, então não consegui ver o que ele tinha aprontado, só ouvi ele gritando feliz que tinha conseguido, descendo as escadas eufórico, me desafiando a adivinhar qual foi sua proeza rs. Quando a menina voltou comigo em linha, no mesmo momento o R abriu a janela da sala por dentro, para que eu pulasse. Daí, antes que ela me passasse o número, a interrompi, lhe agradecendo e dizendo que não precisava mais, pois tínhamos dado um jeito. Ela grosseiramente mudou seu tom, como se não tivesse gostado nada de eu tê-la feito procurar por um número que simplesmente não precisava mais. Sei o que você deve estar pensando, que eu poderia fingir que estava anotando e tal, mas vejam pelo meu lado, ela também me deixou um tempão na linha enquanto meus créditos iam embora, então se foi em vão para ela, para mim também tinha sido! Rsrs.

O R ficou todo feliz e satisfeito, por não ter sido preciso gastar dinheiro com isso. Quando sua mãe chegasse, lhe diria que não estava encontrando a sua chave, ela deixaria a dela, ele tiraria uma cópia rapidamente, e pronto, tudo estava resolvido!

Deitamos e relaxamos, ufa, agora sim dava para descansar! Lembram  lá na primeira parte (The Week – Antes), quando eu disse que fiquei super desgostosa por ter de ir para a balada com um brinco sem graça? Nesse momento em que relaxávamos, passei os dedos pela minha orelha e percebi que havia perdido um dos brincos também!  “Você tá perdendo tudo hein?! Mas veja pelo lado bom, ainda bem que você não foi com o brinco novo afinal, senão já teria perdido!” Avaliou o R no final das contas, e ele tinha razão rs.

Cerca de meia hora depois de termos entrado em casa, me ligaram do chaveiro (aquele perto de casa que estavam sem a peça), perguntando se o chaveiro poderia ir hahahaha. Falei: “Não precisa mais minha querida, demos um jeito aqui”, e assim que desliguei, o R finalizou: “Otários,  perderam R$60”.

Essa questão estava resolvida. Mas tinha uma outra pendente:

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Aquela cinta era bem mais importante do que imaginávamos!

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Esse assunto rendeu até o dia seguinte, as meninas estavam desesperadas.

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Por sorte a cinta ainda estava lá! Ufa, já tava achando que ia sobrar pra eu comprar uma nova. 😓 Nunca subestime a cinta de alguém! Rsrs.