“O Deleitante”

Querido diário…

Eis um homem extremamente paciente e persistente. Precisei cancelar com ele duas vezes e mesmo assim não desistiu de sair comigo! 🙏🏻 Combinamos no motel Astúrias, suíte 8. Vinho gelando à minha espera, ele havia deixado tudo preparado. Com poucos beijos, já pude perceber que ele era bastante carinhoso, o que foi um verdadeiro alívio, ainda mais se tratando de um encontro de três horas. Um atendimento longo logo de cara é um tiro no escuro, para ambos os lados e ele foi um verdadeiro lorde! Me paparicando primeiro, antes que eu fizesse qualquer coisa nele. Em pouco tempo estava de cara na minha menina, me mostrando toda a sua habilidade linguária. 👅

Ao chegar a minha vez, mal me deixou ficar lá embaixo, pois estava a perigo e não queria queimar largada. Sendo assim, voltou para a minha menina, ficando bastante tempo nela! Certa altura, perguntou pelo meu brinquedinho e me assistiu gozar de camarote, lhe deixando com ainda mais vontade de entrar dentro de mim. 😈

Logo mais encapamos e começamos comigo por cima. Foi rápido. Ainda que ele tivesse comprado uma camisinha especial que retardava o orgasmo masculino. Mas foi bom. Gosto mais quando gozam rápido do que os que demoram uma vida. Até mesmo em transa civis. Talvez por isso era tão maçante transar com o meu ex. #momentosincera

Ele foi se lavar e o aguardei na cama. Bebi mais vinho e assim que ele retornou, papeamos por algum tempo. Era gostoso conversar com ele. Ideias parecidas, gostos em comum, como é bom quando o papo flui naturalmente. Nem percebi esses minutos passarem, até que ele já estivesse de volta com a minha menina na sua boca, um delicioso prelúdio do que logo se sucederia. 😏

Desta vez me deixou chupá-lo por mais tempo e me empenhei, sem a menor pressa, até que me pedisse pela camisinha. Depois veio no papai e mamãe, fazendo com que eu também gozasse a minha segunda, com o auxílio do meu brinquedinho. Ele durou mais nessa, nada como um segunda bem dada. Novo banho, mais conversas e o terceiro round desenrolou com a mesma naturalidade, similaridade e aproveitamento dos rounds anteriores. Esse era disposto! E a cada round ele demorava mais para gozar. Nesse terceiro rolou até revezamento de posições. Já eu estava satisfeita com as minhas duas gozadas e a terceira ficou na promessa.

A conversa pós-sexo depois da terceira rodada foi mais longa e despretensiosa. Me mostrou algumas músicas que ele gostava, que eu não conhecia, e ficamos lá minutos a fio trocando experiências de viagens. Fiquei com ainda mais vontade de conhecer o Texas, depois de conversar com ele. 😃 Ao término, partiu antes de mim, levando consigo o meu livro de presente.

Ainda teve a gentileza e disponibilidade de me enviar o feedback do meu livro depois: 🤗

Respondendo as perguntas dele publicamente, para o caso de mais alguém ter ficado curioso pela resposta, o personagem do livro desconhece a publicação, como também não sabe da minha vida dupla como acompanhante. Eu seria muito louca se abrisse isso para ele rs. E sim, ele me procurou mais vezes, ouso até trazer um print de uma de suas mensagens, para que possamos zombar dele mais um pouquinho rs: 🤭

Sim, não são só os clientes desagradáveis que levam esporro rs

Conhecendo-o como o conheço, narcisista como ele é, se soubesse do livro, talvez se acharia ainda mais o tal, visto que alguém dispensou seu precioso tempo para escrever sobre ele. Tipo a música do Charlie Brown Jr: “Falem bem, falem mal, mas falem de mim”. Mas, quem sabe, algum dia tomo coragem de enviar de presente para ele, pode ajudá-lo.

Lembrando que esse meu livro que tanto cito em alguns relatos, também está disponível para venda aqui no blog, no menu Loja e a versão em e-book também pode ser adquirida direto no site da Amazon. Mas, para aqueles que se aventurarem em sair comigo, o livro será um presente, como lembrança do nosso encontro. 😏❤️📖 

“O Dotado”

Querido diário…

Homem de passagem por São Paulo. Combinamos no hotel Sheraton WTC. Nunca tinha ido lá. Ele me encontrou na entrada e seguimos de mãos entrelaçadas para o elevador. Primeira vez (que eu me lembre) que o cliente faz questão de pegar na minha mão daquela maneira já num primeiro momento.

O achei simpático, apesar de ter ficado um pouco confusa em como ele conseguia ter clima para transar, tendo vindo para São Paulo por conta da internação de seu pai, com sua mãe hospedada no mesmo corredor. Ele me contou tudo isso enquanto caminhávamos para a suíte.

Ao adentrarmos no quarto, me ofereceu uma bebida – um vinho branco que tinha no frigobar do quarto – e após o ‘timtim’ das taças, nos beijamos. Ele me encoxou ao mesmo tempo em que me beijava e pela primeira vez acertei o tamanho do dote, só de senti-lo sendo pressionado, ainda que estivéssemos de roupa. O dele parecia ser grande, muito grande e temi pela minha menina.

Foi preciso mais algum tempo de beijos e amassos para que eu tomasse coragem em constatar a verdade, o acariciando por cima da calça com uma de minhas mãos. “Ainda bem que é só uma hora”, pensei comigo. O dele parecia uma lata de Coca-Cola. Tá, admito que estou dramatizando um pouco, mas é totalmente verdade quando digo que mal consegui chegar na metade dele enquanto o chupava. Tentei compensar-lhe fazendo beijo grego, que ele apreciou.

Eu também fui chupada e então chegou o grande momento de encapar. Peguei o meu arsenal de camisinhas – desde o começo desse mês resolvi comprar de todos os tipos e marcas – procurando pela camisinha ideal para aquele tamanho todo. E a escolhida foi: Preserv Extra, com o slogan “Conforto na medida certa”. Assim eu esperava que fosse mesmo.

Meninão devidamente encapado, pedi que viesse por cima, para que a sua entrada fosse o mais confortável possível. Geralmente os clientes costumam gozar em pouco tempo comigo. Um ou outro que demora além do que considero saudável para uma transa. E esse gostava de aproveitar cada minuto.

Transamos em várias posições. Começamos com papai e mamãe, depois eu fui por cima – nesse momento consegui gozar com o auxílio do meu vibrador clitoriano -, depois que gozei ele quis me chupar, sentir o melzinho e então voltou a vir por cima de mim. Nesse momento, confesso que eu gostaria que ele também tivesse chegado lá, pois além de ser extremamente grande e grosso, eu estava mais sensível depois de ter gozado. Mas o rapaz estava bem controlado, ainda que me dissesse estar sentindo bem apertado.

Me pediu pela posição de quatro, que após algumas estocadas, delicadamente me deitou para que eu ficasse de bruços. Estava começando a ficar muito desconfortável aquela imensidão dentro de mim e acho que minha fisionomia em certa altura me entregou, quando ele me perguntou se estava me machucando. Estava, mas eu não queria interromper pois sentia que ele estava próximo. Menti e aguentei mais um pouco, afinal era um desconforto suportável.

Prestes a gozar, ele começou a fantasiar que sua mulher estava junto com a gente e colocou sua mão, virada com a palma para cima, próximo da minha boca, para que eu lhe mostrasse como eu a chuparia se estivéssemos fazendo um ménage. Achei bastante leal ele introduzir sua mulher nesse momento. Funcionou e ele gozou assim, imaginando que eu a chupava enquanto ele estivesse me comendo.

Se deitou de lado, ainda dentro de mim. Comentei que achei bacana ele somente gozar quando sua esposa estivesse “inserida” na brincadeira e ele compartilhou a modernidade do seu casamento. Eles fazem umas aventurinhas de vez em quando a três, o que, segundo ele, mudou completamente o seu casamento, para melhor. Ainda que nessas brincadeiras ele não tenha permissão para interagir com a outra mulher e apenas assistir. Fica a dica para os casados que precisam apimentar a relação. 😉 Daí pedi licença para ir ao banheiro e senti um completo alívio quando minha menina ficou livre. Ela só voltaria a ver um pau de novo no dia seguinte, com toda a certeza.

“O Ardiloso”

Querido diário…

Essa foi a primeira vez em toda a minha vida de passageira de Uber, que recebi R$ 10 em moedas. Sempre faço minhas corridas no cartão, mas desta vez fiz no dinheiro e quando lhe entreguei uma nota de R$ 50, para uma viagem de R$ 20, ele se desesperou. Me respondeu que só tinha R$ 20 de troco e ficamos em silêncio, um esperando o outro se pronunciar primeiro. Eu não poderia deixar R$ 10 para lá. Foi então que, ao ver que me calei, ao invés de dizer: “Tudo bem, pode ficar”, ele perguntou se tudo bem me dar R$ 10 em moedas. Contanto que não fosse em balinhas.

Daí o motorista do Uber viu o meu cliente parado na calçada há alguns metros de distância e não sei porque deduziu que ele me conhecesse. “Será que ele não tem?” Como assim? Eu não pediria para que ele pagasse a minha corrida sem ser algo previamente combinado. “Não ele não tem”, até porque, mesmo que tivesse, o dinheiro estaria no apartamento e não em seu bolso. “Mas será que ele não troca?” O motorista insistiu. “Acho que não…”, mas resolvi perguntar, vai que…

E a primeira frase que troquei pessoalmente com esse cliente, não foi um: “Oi, tudo bem?”, “Boa noite” ou “Prazer te conhecer”, mas sim: “Você troca R$ 50?”. E como eu já desconfiava, ele não tinha. O jeito foi receber o meu troco em moedas mesmo. O motorista procurou em cada buraco daquele carro. Foi uma situação tão estranha que quase reconsiderei e falei que não precisava. Quase. Óbvio que nem me preocupei em conferir, só queria subir para o apartamento logo. “Quer que eu coloque nessa sacola?” O motorista perguntou e agradeci pela prestatividade, seria muito bom que aquelas moedas não se perdessem na minha bolsa.

Enfim, tudo resolvido, saí do carro, cumprimentei o cliente, que gentilmente me esperava na calçada do seu prédio, e ele comentou com bom humor sobre o ocorrido. Pois, notou o desespero do motorista procurando as moedas, mesmo acompanhando tudo de fora.

Seu prédio é da mesma rede que o apartamento do Sugarman. Eu não sabia que existia uma rede de condomínios  residenciais similares como se fosse uma franquia de hotéis. O desse era um pouco menor, afinal a região que ele mora é zona norte e o outro zona sul, mas ainda assim achei bastante sofisticado, despojado e bonito.

Quando abriu a porta, o silêncio que estava até um segundo atrás, foi acalentado por “Somebody That I Used To Know” do Gotye. Achei um maravilhoso presságio começar aquele encontro com algo que eu conhecia e gostava muito. Amo essa música. Comentei com ele do som que estava tocando e percebi que ele ficou feliz em ter acertado, mesmo sem planejar.

Me apresentou todo o apartamento, como se eu fosse uma pessoa ilustre (acho muito fofo quando atendo em domicílio e os clientes fazem questão de me mostrar tudo, como se eu fosse uma amiga e não uma estranha que está ali só para dar pra ele). Me deu uma rosa, que estava repousada num copo com água em cima da estante – que acabei esquecendo de levar quando fui embora – e então me ofereceu uma bebida.

Ele queria me preparar uma caipirinha de morango – inclusive fez a maior propaganda dos seus dons em fazer drinks – mas, estava tão fria aquela noite, que quis evitar tomar algo gelado. Ele então me persuadiu a tomar um vinho e não consegui resistir quando vi que ele tinha uma garrafa específica de um que aprendi a gostar muito, graças ao meu Cliente 407 (que ainda irei relatar). Vou inserir a foto da garrafa abaixo, mas saibam que a imagem não é deste encontro e sim de quando eu mesma fui atrás de comprá-la depois de conhecê-la em outro atendimento.

Vinho Moscatel CASA PERINI
Vinho Moscatel CASA PERINI

Daí fomos para o sofá com as nossas taças em mãos e começamos a conversar. Sabe, geralmente quando atendo em domicílio (que nem é tantas vezes assim), os clientes sempre costumam fechar 2h, pois a primeira hora é de conversa – eles querem ter a sensação de que realmente sou uma convidada e não que é uma situação de sexo pago – e a transa só desenrola no segundo tempo.

Já esse tinha fechado apenas 1h e via-se que gostava bastante de conversar. Eu já previa que o sexo só ia desenrolar perto do tempo acabar, consequentemente eu não teria coragem de interromper e ficaria naquele dilema interno se ele seria honesto de me pagar pelo tempo que excederíamos. Sem contar uma outra questão que será revelada na próxima estrofe.

Então procurei fazer com que as coisas andassem mais rápido, interrompendo suas falas com beijos. Às vezes funcionava, outras não, até que tive que apelar um pouco mais e sentei em seu colo de frente para ele. Em pouco tempo percebi que ele curtia uma preliminar mais caprichada e que não partiria para os finalmentes tão cedo, o que costumo adorar, mas que naquele momento me deixou preocupada. Eu tinha outro cliente uma hora depois e não poderia me dar ao luxo de passar do tempo com esse, ainda que ele me acertasse o tempo excedido.

Enquanto ele beijava meu pescoço, espiei o meu relógio de pulso e faltava quinze minutos para acabar o nosso tempo. Apenas quinze minutos e ele não era homem de rapidinhas. Fiquei tensa. Mesmo assim procurei me concentrar e focar neste encontro, ainda que este me prejudicasse a encontrar o de depois. “Vamos para a cama?” Tomei a iniciativa, numa tentativa inútil de acelerar o processo.

Ao chegarmos no quarto, ele quis me fazer uma massagem, que eu teria apreciado ainda mais se a minha mente não estivesse procurando soluções para aquele momento. Até que, certa altura (talvez quando ele estava com a boca na minha menina) seus carinhos começaram a captar ainda mais a minha atenção e me permiti relaxar. Quantas vezes os caras não marcavam comigo e desapareciam? Eu não poderia me recriminar por fazer igual pela primeira vez em quatro anos de profissão, não é mesmo? E outra, se passasse do tempo com esse, seria mais do que ético ele me acertar pelo tempo extra também. Isso compensaria o preju que eu teria não indo atender o outro. Ficaria elas por elas. Pensei. E relaxei.

Certa altura, depois de ambos fazer sexo oral no outro, tive a ideia de lhe retribuir a massagem também e fiz a tântrica, mas fui interrompida em pouco tempo, para que ele não gozasse. Foi então que tomei a iniciativa de transarmos, pois, as preliminares para mim já tinham sido suficientes. Ele concordou, pegou o seu preservativo, encapou e veio por cima, no papai e mamãe. Entrou com um pouco de dificuldade, já que a sua cabeça era mais grossa que o resto, mas então ficou gostoso e imediatamente estiquei o braço para pegar o meu brinquedinho dentro da minha necessaire que eu já tinha deixado perto.

Gozei lindamente após alguns minutos. Ele continuou mais um pouco e então foi também. Foi uma bela transa. Acreditam que do momento em que fomos para a cama, já havia se passado mais uma hora? Novamente não mencionei a questão do tempo pois, o vi mexendo em seu celular quando voltei do banheiro, me remetendo a ideia que ele tinha visto a hora e estava ciente que estávamos além do que tínhamos combinado.

Voltei para a cama, ele trouxe as nossas taças reabastecidas, que haviam sido largadas na sala, e voltamos a conversar. Conversamos por mais quarenta minutos, até que tive um clique em te falar do tempo, estava ficando estranho toda aquela tranquilidade dele em relação a duração do nosso encontro. “Já estamos indo para três horas… você viu?” Não. Ele não tinha visto ou pelo menos fingiu não ter visto. Perguntei se ele estava preparado (financeiramente falando, se é que vocês me entendem) e ele disse que não, demonstrando uma certa preocupação. Ops… tínhamos um impasse.

Eu considerava justo ele me acertar por 3h, já que, afinal, faltavam vinte minutos para isso. Mas, ele argumentou que estávamos apenas conversando, propondo um meio termo. Nesse momento ele disse algo que considerei bastante grosseiro até, que foi: “Entende o meu lado, estávamos conversando e se fosse para conversar, eu conversaria com um amigo, concorda?”

Como é?? “Mantém a compostura”, me ordenei mentalmente, enquanto me esforçava para não mudar a minha fisionomia ouvindo o que ele estava dizendo. Ele não parava de conversar desde o momento que cheguei e estava mesmo querendo tirar o seu da reta? Por um segundo me pareceu que ele estava insinuando que eu fiquei conversando de propósito para que o tempo passasse e eu ganhasse ‘sem estar trabalhando’. Quando, na verdade, o que eu mais queria era ter ido embora no término exato do tempo.

“Mas você que começou a conversar, você que conduziu, eu apenas te acompanhei”. Falei para ele. “O que seria um meio termo para você?”, perguntei tentando resolver aquilo logo. Duas horas. Ele considerava justo me acertar por apenas duas horas, transformando aqueles quarenta minutos de conversa pós-sexo num brinde. Francamente. Internamente não concordei, mas externamente sim, pois queria evitar mais mal estar e acabar logo com aquilo. “Vou me vestir então”, arrematei depois que ‘concordamos’ com aquele desfecho.

Deixei para tomar banho na minha casa, ainda que tivesse a sua saliva por todo o meu corpo, de quando ele me beijou inteira. Dei mais alguns goles na taça de vinho enquanto ele me transferia a diferença – pois é, ainda teve mais essa, tive que passar a minha conta, revelar os meus dados, para não ficar sem o restante do pagamento – e aproveitei para também autografar o meu livro, que lhe dei de presente. Ele teve a gentileza de me acompanhar até a calçada novamente, assim como quando cheguei.

Não vou dizer que gostei 100% do encontro, pois essa parte final me chateou um pouco. Por mais que eu estivesse curtindo seus carinhos, as sensações e etc, a parte financeira continuava sendo a mais importante. Eu não estava ali porque o conheci na night e fiquei com tesão em dar para ele. Estava ali à trabalho e dificilmente ele me conheceria fora daquela situação. Claro que, o meu trabalho é tornar esses encontros sexuais o mais orgânico possível, mas calma, nem tanto assim. Se eu faço a minha parte, então faça a sua. O cliente não paga pelo meu sexo e sim pelo meu tempo. O que ele quer fazer durante esse tempo, seja transar, conversar ou pintar uma parede juntos, é problema dele.

Então, deixo aqui um conselho a todos os homens que saem com acompanhantes: Tenham o bom senso quanto ao término do tempo. Muitas – e eu sou uma delas – não gostam de interromper o momento, não porque querem ganhar mais em cima da sua desatenção, mas sim, porque há muitos homens que detestam essa atitude da acompanhante, como se estivéssemos sendo mercenárias em ficar de olho no tempo. Será que, por acaso, todos estarão sempre dispostos a arcar com o tempo excedido então? 

Dupla com Manu e o Árabe

Querido diário…

Entre todas as mudanças que venho fazendo no blog desde junho, há mais uma novidade que trarei para apimentar ainda mais a leitura por aqui. Voltarei a relatar os encontros em dupla! Ou seja, ménage à trois com um cliente e uma amiga minha, também acompanhante. Começando por este, com a deliciosa Manu Trindade. Essa não é a primeira vez que atendemos juntas (já perdi as contas na verdade), mas, a partir de agora vocês também participarão desses momentos mágicos que vivenciamos entre quatro paredes com algum sortudo.

Vou chamar esse cliente de “Árabe”, pois, ele possuía descendência e achei tal característica super marcante nele. Combinamos no motel Astúrias, suíte 6. Me atrasei alguns minutinhos e assim que terminei de subir as escadas daquela suíte com piscina e adentrei no quarto, os flagrei seminus! Manu trajava uma lingerie de renda preta para lá de sexy, com um buraco proposital na bunda e ele uma cueca boxer preta. Ambos seguravam suas respectivas taças, abastecidas de champanhe.

Educadamente me desculpei pelo atraso, pousando minha bolsa no criado mudo. Quando retornei para eles que estavam em pé próximos a porta, o Árabe bonitão já foi me entregando uma taça também e fizemos um brinde. Logo Manu se ocupou de tirar o meu vestido, revelando minha lingerie também preta de renda, só que com detalhes rosa – e olha que nem foi combinado rs -.

Após um comportado gole em minha taça, cada um pousou a sua em cima da mesa e nos juntamos para um beijo a três, com o cliente posicionado no meio de nós duas. Depois ele beijou apenas a mim – já devia ter beijado bastante a Manu enquanto eu não chegava – e enquanto isso a Manu beijou outras partes do corpo dele, formando um delicioso sanduíche. Ela atrás, ele no meio e eu na frente.

Não muito depois de algumas trocas de carícias com todos ainda de pé, Manu conduziu para que fôssemos para a cama. Despiu a cueca dele e nós duas descemos para chupá-lo ao mesmo tempo. Eu nas bolas, ela no pau, depois as duas no pau, até que revezamos. De repente, ele teve uma ideia ainda melhor e disse que queria nos ver se chupando.

Manu é muito ativa nos nossos atendimentos e raramente me deixa chupá-la, sempre tomando a frente para me chupar primeiro. – Já me deixou mal acostumada, inclusive. – Então, enquanto ela me chupava bem gostoso, ele se ajoelhou próximo da minha boca, para que eu o chupasse também. E não só isso! O safadinho pegou a minha mão e a levou até a sua própria bunda, me deixando um pouco confusa do que ele queria que eu fizesse. Levei poucos segundos para entender que o danadinho também curtia um fio terra. 😏

Não cheguei a introduzir o meu dedo completamente, até porque a posição que eu estava não me favorecia muito, mas consegui lhe fazer esses dois carinhos – um com a minha boca e o outro com o meu dedo – enquanto ele a assistia me chupar de camarote. De repente, ele perguntou se podia gozar na minha boca e foi o tempo de eu responder que não. Logo ele batizava o meu ombro. 💦 Sua primeira gozada foi mesmo bem rápida rs. Credo, que delícia! 🤩

Fui ao banheiro me limpar, enquanto a Manu aproveitou para se servir de mais champanhe. Depois fomos para a parte externa da suíte, onde ficava a piscina, apenas tomar um ar, mas, tão logo já estávamos emaranhadas nele de novo. O cercamos e nos agachamos ali mesmo para chupá-lo outra vez. Sim, ele já tinha se lavado. Após algum tempo revezando com o seu pau entre a minha e a boca dela, Manu foi até o quarto buscar um preservativo.

Continuei o chupando até que ela retornasse e então, após encapá-lo, já foi conduzindo para que ele a penetrasse, com ela empinada, apoiada em uma daquelas cadeiras. Não deu muito certo, pois durante as estocadas ele deu uma desconcentrada e seu menino amoleceu. Tentaram então com ele sentado e ela indo por cima, o que também durou pouco tempo. A essa altura eu estava posicionada atrás dele, mordiscando sua nuca, quando Manu levantou e tentou sentar de costas para ele, porém, o dito cujo teimava em amolecer. “Vamos para a cama que lá talvez seja melhor”, ela conduziu e lá fomos os três.

Nos quarto eles retomaram a transa no papai e mamãe e eu, sem ter muito o que fazer, peguei meu brinquedinho e fiquei me masturbando enquanto os assistia, na esperança que ao me ver fazendo aquilo, ele ficasse ainda mais excitado. Ajudou por um tempo, mas a transa realmente não vingou e lhe demos mais um tempo de descanso. Pelo visto ainda não estava completamente recuperado da primeira gozada.

Bebemos mais um pouco e então voltamos a chupá-lo. Daí foi a minha vez de mostrar os meus talentos. Quando ficou duro novamente, peguei uma nova camisinha, vesti o menino e sentei toda disposta. Subi e desci de todos os jeitos que sei. Ajoelhada na cama, agachada, rápido, fundo, mais devagar quando cansava e nem assim não foi possível manter a ereção do rapaz por muito tempo. Ele estava exausto e agora eu também rs. Voltamos para o sexo oral.

Enquanto Manu mandava ver com o pau dele em sua boca, eu intercalava entre beijá-lo e chupar seus mamilos (tem homem que gosta). Até que, após algum tempo revezei com ela e fui para o pau dele, enquanto ela subia para os seus lábios. Quando Manu desceu para os mamilos dele e os ficou mordiscando, intercalei chupada com punheta, até que… ele gozou de novo! 💦 Manu brincou que eu era “encantadora de paus”, mas estava sendo generosa, já que ela que o havia deixado em ponto de bala e eu apenas retomei de onde ela tinha parado.

Novamente fui no banheiro me limpar – lavar as mãos – e voltei com um papel para que ele se limpasse também. Daí sugeri que fôssemos para a piscina. Todos concordaram e lá fomos nós. Eles se sentaram na beirada, apenas com os pés dentro da água, já eu me aventurei e entrei logo. A água estava deliciosamente quente – gosto da piscina do Astúrias, mais do que de qualquer outro motel, pelo aquecimento da água ser mesmo excelente – e os incentivei que também entrassem.

Após algum tempo em que todos estavam com seus corpos completamente imersos naquela água quentinha, tentamos seduzi-lo, o cercando, mas ele foi sincero e disse que não aguentaria mais uma rodada. Retrocedemos para nossos lugares discretamente, com aquela deliciosa sensação interna de missão cumprida. Engatamos mais conversas até o término do tempo.

“O Fenomenal”

Querido diário…

Não consigo me lembrar de quando foi a última vez que um encontro com um cliente conseguiu ser tão impactante desde o primeiro instante. Não estou dizendo que os anteriores não tenham sido incrivelmente bons, mas este me surpreendeu a nível Secreto (Cliente 258). Logo mais irão entender melhor o porquê, já que com este outro, eu nunca relatava os encontros.

Motel Astúrias, suíte 1. Ele era monstruosamente bem mais interessante pessoalmente que na foto do whatsapp. Que era simpático eu já sabia, pois conversamos por mensagens em alguns momentos, mas aquela foto definitivamente não fazia jus a sua aparência, ao vivo e a cores.

Ele pediu que eu avisasse quando estivesse na frente da garagem, que ele me receberia na porta, mas a funcionária do motel já abriu a garagem para mim e nos topamos repentinamente, quando eu já estava quase na porta. Ele trajava uma roupa social, super elegante. O traje mais sexy que já inventaram para um homem. Subi a escada na frente dele e lá em cima, dentro do quarto, conversamos mais.

Ele é do Rio e era sua primeira vez naquele motel, que foi sugerido por mim, já que era o mais próximo de Congonhas, que eu conhecia. Então comecei puxando assunto sobre isso, do que ele tinha achado do recinto, já que sempre se mostrou preocupado em nos encontrarmos num lugar bacana. Daí se prontificou a servir um vinho Moscatel para mim (tinha me perguntado com antecedência sobre a minha preferência) e perguntou se tudo bem ele continuar tomando o saquê que já bebia. Até então ainda não tínhamos nos beijado.

Quando ele abriu a garrafa de vinho, aconteceu algo completamente inesperado, que me fez levar o maior susto. Enquanto ele ainda desembrulhava o papel alumínio que ficava em volta da tampa – detalhe, ele ainda iria tirar a proteção de arame – a rolha explodiu, batendo no teto, como se ele já tivesse chegado na etapa de tirá-la, quando ainda estava toda embrulhada. Foi muito bizarro! Rs. Começou a transbordar espuma e ele levou um segundo para decidir o que faria, deixando cair um pouco no chão, para então levar a garrafa de volta ao balde de gelo. Mas o que foi tudo aquilo? Que susto! Rs.

Eu estava sentada na cama nessa hora e levantei para pegar as coisas que tinham voado pelo quarto (tampa, arame e rolha). Daí, quando nos esbarramos na porta do banheiro – ele tinha ido lavar as mãos do vinho que escorreu e eu indo jogar as coisas no lixo – me roubou um beijo! 😯 Antes do brinde, assim de repente. Foi bom, mas por ter sido tão repentino, não deu tempo de eu curtir como deveria, me pegou de surpresa.

Enfim brindamos, bebericamos, conversamos brevemente e dali a pouco voltamos a nos beijar. Desta vez com maior calma e intensidade. Nosso beijo era mesmo excelente, nesse momento pude sentir melhor. Encaixou direitinho, pelo menos pra mim rs. Sabe quando a pessoa beija do jeitinho que você gosta e o encaixe dos movimentos da língua são incrivelmente sincronizados? Então, foi exatamente desse jeito.

Ainda comigo de pé, tirou o meu vestido, despindo o por cima e com uma habilidade assustadora, abriu o fecho do meu sutiã com apenas uma mão! E olha que eu usava um de três fechos! Brinquei com ele que aquilo tinha sido mesmo surpreendente, visto que a maioria dos clientes levam mais de cinco segundos para abrir (alguns nem conseguem), e ele, modestamente, disse que não foi tão rápido assim, pois precisou fazer dois movimentos – tirando dois fechos no primeiro e o último no segundo -. 

Foi para os meus seios e que visão linda foi aquela, vista de cima, dele com a boca e língua no meu mamilo. Depois voltou para os meus lábios e nesse momento me dei conta que eu já estava seminua, vestida apenas com uma minúscula calcinha, enquanto ele ainda trajava sua camisa, calça e sapato. Reclamei manhosamente que aquilo estava injusto e comecei a desabotoar seus botões. Quando revelou seu peitoral, via-se nitidamente que ele já fez academia em algum momento da vida, pois os traços definidos continuavam ali, ainda que não tivesse os gominhos na barriga. Bonito corpo, gostei ainda mais do que vi.

Na sequência também tirou a calça, revelando coxas tão exuberantes quanto o resto que eu já tinha visto. Daí me deitou na cama, se deitou por cima de mim, retomando os beijos e, posteriormente, a chupada nos meus seios. Depois começou a distribuir beijos pelo meu corpo inteiro e nesse momento me senti uma rainha. Novamente tive uma daquelas sensações que a situação era inversa e que eu que estava pagando para receber todos aqueles mimos.

De repente, habilmente me virou de costas, distribuindo mais beijos pelo meu cangote, me fazendo comentar o quanto aquilo estava gostoso. E sua resposta, ao pé do meu ouvido foi: “Você me inspira”. Ele sabia mesmo como seduzir uma mulher. Tirou a minha calcinha ainda comigo de bruços e então me virou de frente, se encaminhando para a minha menina. Ameaçou me chupar e então voltou a me beijar. Por um segundo achei que ele tivesse desistido, mas, após o beijo me puxou bruscamente para a beirada da cama – bruscamente, mas de maneira sexy e não violenta – me encarando enquanto lentamente se posicionava com a boca lá.

Nesse momento confesso que quase entrei em parafuso. Fazia muito, muito, muito tempo que eu não me deparava com uma chupada daquela! Ele chupava absurdamente gostoso, a nível Língua de Seda (Cliente 306). Chupava com movimentos ágeis, mas ao mesmo  tempo extremamente macios, com a mesma suavidade e cuidado como se estivesse chupando devagar. Foi mesmo algo de outro mundo. Eu costumo demorar horrores para gozar no oral, mas como ele a vontade vinha a todo momento e me frustrava não conseguir chegar lá por tão pouco, já que várias vezes eu sentia tão perto.

Aquela chupada me deixou com um tesão tão absurdo, que fiquei com uma vontade louca de sentir ele dentro de mim. Ainda que eu não tivesse lhe retribuído o oral, quis pular essa parte e pedi para transarmos logo. Ele perguntou pela camisinha e gaguejando ofegante, apontei para a minha necessaire rosa espelhada que jazia em cima da mesa, ao lado da minha bolsa. Me levantei para pegá-la com o clitóris latejando de quase ter gozado várias vezes e ele veio atrás de mim, feito um imã.

Nesse momento, tomada pelo instinto mais selvagem que em mim habita, me agachei para chupá-lo, puxando sua cueca como se ela fosse uma intrusa naquele quarto. Até aquele instante eu não tinha visto o seu membro e até ele era perfeito. De tamanho e grossura mediana, do jeito que eu mais aprecio num encontro civil. Não grande o suficiente para me machucar, nem tão pequeno que eu não possa sentir. Geralmente começo pelas bolas calmamente, mas eu estava sedenta e chupei seu pau com tanta empolgação como se fosse a última gota de água no deserto.

Era macio e delicioso de chupar, não cansava a minha boca, poderia ficar chupando por horas sem me incomodar. Nesse momento, enquanto o chupava com o maior fervor, aconteceu outra coisa que nunca tinha acontecido num atendimento antes. Foi a primeira vez que o homem pelo qual estava em pé a minha frente, não ficava parado apenas recebendo o oral.

Ele começou a ficar todo curvado para a frente, não aguentando ficar sem me tocar, independente de qual fosse o motivo que o tivesse impedindo, de modo que suas mãos alcançassem o meu corpo e pudessem me alisar ao mesmo tempo. Foi engraçado rs. Ele pareceu aqueles tatuzinhos quando se embolam. E para mim também foi muito gostoso ele não conseguir ficar sem me tocar, foi como se tivéssemos dentro de uma bolha só nossa.

Curti aquilo por algum tempo, até que comecei a me preocupar com a sua postura toda torta e me levantei, conduzindo-o para a cama. Fiz a mulher dominadora e o joguei na cama bruscamente, me jogando por cima dele logo em seguida. O beijei mais e voltei a descer, para aquela delícia gostosa de chupar que ele possuía no meio das pernas.

Depois ele também me chupou de novo, mas era só ele encostar aquela língua habilidosa no meu clitóris, que imediatamente voltava a vontade avassaladora de transar.  Estiquei o braço para pegar a camisinha e na hora de encapar aconteceu aquilo que detestamos. Ele ficou meia bomba, nos contrariando totalmente. Ele não entendeu o motivo, mas fiquei com a sensação que foi por conta do preservativo. Por mais que a nossa situação exija o seu uso, não dá para negar que se pudéssemos teríamos deixado de lado.

Ele voltou a me chupar como forma de me compensar por aquele imprevisto e quando eu  menos esperava, já estava duro de novo. Rapidamente encapamos e ele veio no papai e mamãe. Q-u-e t-r-a-n-s-a g-o-s-t-o-s-a!! Fantasiei que estávamos fazendo no pelo e fiquei com mais tesão ainda. Comecei a me masturbar durante as suas fincadas e estava quase gozando, mas continuava faltando algo a mais para que eu chegasse lá.

Após um tempo considerável, ele anunciou que ia gozar e era exatamente isso que me faltava. Imediatamente o meu orgasmo veio com mais força do que antes, ao perceber que ele também estava vindo. O que foi muito louco, pois isso geralmente me acontece em transas civis. Precisar assistir o outro gozando para conseguir alcançar o meu ápice também. E foi maravilhoso. Ele pode ter achado que foi “muito conveniente” eu gozar naquele momento também, como se fosse algo ensaiado, mas não foi. De fato eu só consegui vir quando ele também veio.

Uau. Que transa! Nos olhávamos como se nos perguntássemos: “o que foi tudo isso?”. “Preciso de mais um gole de vinho”, foi o que consegui dizer depois daquilo tudo. Ele foi jogar a camisinha fora e quando retornou, sugeri aproveitarmos a piscina. Percebi que ele deu uma leve hesitada, talvez pensando que eu estava querendo inventar coisa para não transar com ele de novo, mas sinceramente não era isso. Ele nunca tinha ido naquele motel antes e achei que seria interessante aproveitarmos tal benefício do quarto, uma vez que estava pagando a mais por aquilo. Daí ele colocou uma música para nós, que trarei abaixo. Gostei bastante da voz do cantor. Afinada, gostosa, tom harmonioso, uma delícia de ouvir. Foi a nossa trilha sonora para enquanto estávamos na piscina.

Não é um trilha sonora muito sexy, confesso, por isso trouxe no final do post uma música mais condizente, que me serviu de inspiração enquanto eu escrevia esse post. 😏

Curtimos um pouco a água separadamente, mas quando nos reaproximamos, voltamos a nos beijar no mesmo instante e inevitavelmente seu membro ficou rijo outra vez. Não preciso nem dizer que voltamos para a cama imediatamente, né? Desta vez eu que fui por cima, após deixá-lo devidamente encapado. Conduzi por algum tempo, até ele me pedir pela posição menos requisitada: de ladinho. Que foi uma delícia, não sei porque os homens não apreciam tanto. Lhe ajudei com os movimentos, até ele conduzir para que eu ficasse de bruços. Eita que o segundo round estava rendendo!

Ele deixou para finalizar no papai e mamãe, com nossos corpos e rostos de frente um para o outro. Incrível. Não gozei dessa vez, sequer me masturbei durante a transa, pois ainda estava satisfeita da primeira. Na sequência já fui para o chuveiro, infelizmente nosso tempo tinha chegado ao fim – combinamos 2h – e eu tinha outros compromissos.

Conversamos muuuuito enquanto cada um se banhava – conversar com ele é muito fácil, natural e fluído -, e quando fui até minha bolsa pegar algumas coisas para me arrumar – escova de cabelo, de dente e etc -, avistei um envelope branco que antes não estava lá. Até na hora de pagar ele era diferenciado. Ao término, chamei o Uber para mim e ele esperou que eu partisse para que também chamasse o táxi para si. Me acompanhou até a garagem de novo. Cavalheiro, bonito, charmoso e gostoso. O que mais uma modesta acompanhante pode esperar de um cliente?

Comunicado Importante

Boa tarde.

Eu pretendia escrever apenas um twitte resumidamente sobre esse assunto, mas, como o Twitter tem limite de caracteres e, mesmo fazendo todos os tipos de abreviações possíveis, não consegui fazer caber naquele pequeno espaço tudo o que eu queria dizer, resolvi me expressar por aqui mesmo de maneira ainda mais completa… ☝🏻😀

Sabe, hoje sentei em frente ao meu notebook e pensei: “Fudeu!” Quanto mais os relatos se acumulam, mais difícil fica colocá-los em dia! 😳

E comecei a reparar que algo que eu sempre amei fazer (escrever) tem se tornado uma atividade maçante para mim.

Daí refleti muito a respeito, sobre o que eu poderia fazer para que isso voltasse a ser um hobby e não uma obrigação e cheguei à seguinte conclusão: 💡

A partir de hoje… vou me desprender de algumas regrinhas que eu mesma criei.

Não vou mais escrever seguindo a ordem cronológica dos encontros, como também não necessariamente escreverei sobre todos. Apenas os que de fato me inspirarem para tal.

Postarei seguindo a minha ordem de interesse, ignorando completamente se o encontro veio antes ou depois do anterior que foi relatado. Mas, a numeração do cliente poderá ser conferida ao final do post, na Tag.

Tenho certeza que desta maneira ficará ainda mais prazeroso tanto para mim, que tenho a missão de escrevê-los, quanto para vocês, que seguem me acompanhando e lendo tudo que escrevo.

Nossa… não sei como não pensei nisso antes. 🤦🏼‍♀️ Estou até me sentindo mais leve, livre e empolgada para compartilhar logo encontros incríveis, na hora que me der na telha, sem ter que seguir script nenhum. Começarei nessa segunda!! 🤩

Deixo vocês com uma música para celebrar… 🎶 🎵

Cuidado ao abordar uma GP

Mala

Boa noite, tudo bem??

Gente, estava aqui eu usando a minha noite de sexta-feira para descansar e eventualmente escrever rascunhos dos últimos encontros que tive, quando um homem – se é que pode ser chamado assim – me mostrou como o ser humano pode ser tenebroso.

Este aqui com certeza bate o recorde de todos os outros que já citei neste quadro, pois os demais foram apenas sem noção. Já esse foi completamente ofensivo, grosseiro e desrespeitoso.

Vamos começar pela sua primeira mensagem:

Vamos combinar que a abordagem dele não demonstrou nenhuma credibilidade. Ao contatar uma acompanhante, lembre-se que você não está pedindo pizza. Chega a ser grosseiro um cara nos abordar desse jeito, como se achasse que não fazemos nada da vida para estar disponível no minuto que ele quer.

Daí hoje, ele chamou de novo.

Ele respondeu: “Ok então. Bom descanso” e eu “Obrigada. Boa noite”.

Até aqui tudo bem.

Porém, ele resolveu insistir e eu, por educação, fui dando corda.

Vou colocar toda a conversa, pois, será ainda mais impactante a virada dele.

Pedi uma foto por segurança, já que não havia nenhuma no whatsapp dele.

O cara queria me encontrar e nem pesquisou as informações básicas a meu respeito.

Desconsiderem o “me” antes de prometo rs

Eu nem precisava ter me justificado tanto, mas quis ser gentil, honesta, solicita. E confesso que esperava algo mais condescendente, como: “Entendo, fique tranquila. Marcamos em outra oportunidade então” e não esse “deixa pra lá” seco, de alguém que não gosta de ser contrariado. Como também não esperava por uma grosseria dessas:

Logo em seguida o bloqueei, não lhe dando a chance de resposta e ele, não contente, começou a me enviar ofensas por torpedo. Confesso que estou até agora passada com tudo isso.

Sei que muitas acompanhantes recebem ofensas a todo momento, mas nunca tinha me acontecido algo desse tipo, do cara se enfurecer por eu me recusar a atender ele naquele momento.

Sim, eu poderia deixar para lá, mas fui investigar sobre esse cara – o sangue de jornalista investigativa corre nas minhas veias -. Afinal, não era possível que um médico tão conceituado como ele pudesse se dirigir a outra pessoa desse jeito, ainda mais sendo uma mulher! Uma mulher que até então ele estava querendo transar!! Cadê a gentileza? O cavalheirismo? Em nenhum momento eu tinha sido grosseira com ele!

Comecei a pensar que talvez alguém estivesse fingindo ser ele – afinal, o cara é conhecido no que faz -, apenas para tirar um sarro. Mas não, era ele mesmo. Não resisti e lhe enviei a seguinte resposta:

Escrevi “aja” errado. Ignorem por favor, estava tensa rs.

A minha intenção nem foi ameaçar, mas sim relembrá-lo de quem ele é, para que quem sabe assim caísse em si que a sua atitude estava sendo  mesmo ridícula e desproporcional com alguém da sua – duvidosa – importância e inteligência.

No entanto, novamente fui ofendida, por uma pessoa que não tem argumentos e que provavelmente deve ser perturbada. Estou realmente assustada. E pensar que QUASE, quase aceitei ir até a casa dele. Sabe-se lá o que poderia ter me acontecido.

PS.: Até o fechamento dessa edição, recebi uma nova ofensa: “Vagabunda”.

Sangue de Cristo tem poder. ✝️

“O Colombiano”

Querido diário…

Eis o meu segundo cliente na Red Week de junho. Sim, ainda estou postando sobre encontros que ocorreram há dois meses! 😬 Clientes que vieram bem depois disso, peço que tenham um cadinho de paciência, irei escrever sobre vocês também! 😏

Combinamos no Lido, suíte 116. Meu primeiro colombiano! 😍 Sequer falava meu idioma, ainda bem que o espanhol costuma ser fácil de entender rs. Ele veio para o Brasil por conta dos jogos da Copa das Américas e aproveitou a oportunidade para me conhecer. ❤️ Não perdemos tempo e, após as devidas apresentações, começamos a nos beijar. Durante os beijos, roupas foram saindo e apesar de termos combinado previamente que eu lhe faria uma massagem, ele quis fazer em mim também, antes mesmo que eu fizesse nele. Que delícia! 🙌🏻

Me deitei de bruços e fui agraciada pelas carícias das suas másculas mãos no meu corpo. Após algum tempo me virei de frente, sendo recompensada pela visão dele em cima de mim, associada ao seu toque. Tudo muito gostoso. Depois foi a minha vez de lhe massagear, porém, seu menino demorou a endurecer durante a massagem tântrica. Intercalei com sexo oral para que ele ficasse no ponto (impressionante como cresceu bastante depois de duro rs 😯) e quando isso aconteceu, foquei ainda mais na massagem, até ele gozar nas minhas mãos.

Após ele atingir o orgasmo, checamos o horário e estava dando a nossa 1h juntos certinho. Logo depois fomos no banhar e antes que ele partisse, fez uma gentil observação. Ele disse:

– Você é diferente das meninas que eu já saí.

-Na aparência ou no jeito? – Perguntei curiosa.

-Nas duas coisas… Você é bem namoradinha… e isso é um perigo…

😈😈😈😈😈😈😈

Quem já saiu comigo concorda?? 🤔 Estou curiosa! 😜 Rs.

“O Retrô”

Querido diário…

Não esperava que o meu comunicado no Twitter, postado no começo de junho, referente o meu período menstrual, fosse fazer tanto sucesso. Como já se passaram dois meses, posteriormente eu deletei a publicação, mas nela eu dizia que por conta de eu estar na red week, faria encontros sem penetração, porém com desconto, sendo uma ótima oportunidade para aqueles que quisessem me conhecer, independente de rolar sexo.

Este foi o meu primeiro cliente dentro deste esquema e eu não poderia ter dado a largada de maneira melhor! Rapaz extremamente gentil, confiável e tradicional. Pediu que eu o atendesse em sua residência e fui recebida em seu apartamento como se eu fosse uma velha amiga e não uma estranha que o visitava pela primeira vez. Logo de cara dois violinos na entrada da sala me chamaram a atenção, o que acabou nos rendendo bastante assunto.

Ele serviu vinho para nós e começou a me dar uma aula de música, sobre suas origens, costumes, tudo relacionado ao violino. Informações que considerei de bastante aprendizado na hora, mas que sabia que me esqueceria depois. Muita informação técnica, digna de um estudioso que pesquisou aquilo por anos, que infelizmente eu não conseguiria absorver em uma única conversa. O achei inteligentíssimo.

Depois me apresentou todo o seu apartamento e acabamos ficando mais tempo numa sala que continha uma cadeira de massagem. Me surpreendeu que alguém tivesse uma daquelas cadeiras massageadoras, que vemos nos shoppings, em casa e ele, percebendo o meu interesse, gentilmente me incentivou a experimentá-la. Confesso que fiquei um pouco acanhada, não sabendo se ele estava oferecendo por educação, ou se realmente não se importaria que eu experimentasse. Arrisquei. Sempre ficava curiosa quando via aquelas do shopping rs.

Sentei naquela cadeira gigantesca que preenchia quase que o espaço inteiro do cômodo e, ligeiramente assustada, a observei começar a trabalhar. Não consegui ficar à vontade, nem relaxar, pois achei que ele ficaria ali comigo, mas, me deixou sozinha e foi para a sala. Abortei o experimento na hora rs. Fiquei com a sensação que não estava cumprindo a minha tarefa pelo qual fui contratada e o chamei para que desligasse a cadeira.

De volta à sala de estar, ao som de Patsy Cline que estava tocando, bebemos mais uns goles de vinho e então nos beijamos.

Não demorou muito para que fôssemos para a cama. Ele levou sua caixinha de som e o tempo inteiro me senti dentro daqueles filmes antigos. Seu gosto musical é bastante retrô, o que achei um charme. Não era o tipo de música que eu ouviria em casa, mas que naquele momento foi gostoso, compôs o cenário.

Como ele foi o primeiro que atendi em período menstrual no mês de junho, não fui esperta de ir com um absorvente interno, o que foi mesmo uma pena, pois, ele queria muito me chupar – para quem não sabe, absorvente interno é o que chamamos de tampão, deixando só uma cordinha para fora -. E demorou até mesmo para que eu o chupasse, pois ele gostava que ficássemos apenas nos amassando. Então ficamos por bastante tempo aos beijos naquele esfrega, esfrega, comigo de calcinha e absorvente e ele, ainda vestido, de calça e cueca.

Ele se empolgou de tal maneira, que até pensei que fosse conseguir gozar daquele jeito. Seria mesmo um marco se um cliente gozasse só de ficar esfregando ainda de roupa rs. Enfim pude chupá-lo e dei o meu melhor para que aquele encontro lhe valesse a pena, ainda que não me penetrasse. Foram momentos calorosos. Ele se transformara de um jeito… não parecendo mais aquele homem contido que me recebera e me apresentastes o apartamento. Foi como se ele colocasse para fora, sem medo, todas as suas fantasias, ainda que não estivéssemos fazendo nada obsceno. Por fim, ele gozou comigo lhe masturbando.

Nos limpamos e então voltamos para a sala. Pensei que eu já fosse embora – a princípio combinamos apenas 1h – mas ele conduziu para que eu me sentasse no sofá e entendi que gostaria de estender o tempo. Eu estava tranquila de horário, então me deixei levar. Bebemos mais vinho, comemos amendoim, papeamos e até toquei seu violino!! Não que eu soubesse tocar, mas, deu para experimentar rs. Pedi que tirasse uma foto minha com o instrumento, mas que não poderei postar, a seu pedido, ficando apenas como uma recordação pessoal deste encontro. Foram duas horas bastante agradáveis.